sábado, 18 de fevereiro de 2012

França: Le Pen é condenado por declarações sobre a 2ª Guerra (extrema-direita)

Jean-Marie Le Pen, Front Nacional
(partido da extrema-direita francesa)
O Tribunal de Apelação de Paris condenou nesta quinta-feira a três meses de prisão com suspensão condicional da pena e 10 mil euros de multa o ex-líder da extrema-direita, Jean-Marie Le Pen, por ter declarado que a ocupação alemã na França durante a segunda Guerra Mundial "não foi particularmente desumana". Esta pena por "contestação de crimes contra a Humanidade" é uma confirmação da que foi pronunciada pelo Tribunal Penal de Paris em 2008. O fundador e presidente de honra do partido Frente Nacional e seu advogado estavam ausentes no momento da decisão.

No dia 8 de fevereiro de 2008, o Tribunal Penal de Paris considerou Le Pen culpado de "apologia a crimes de guerra" e "contestação de crime contra a Humanidade", após uma declaração sua publicada em janeiro de 2005 na revista de extrema direita Rivarol.

Le Pen tinha declarado: "Na França, pelo menos, a ocupação alemã não foi particularmente desumana, mesmo acontecendo erros, inevitáveis em um país de 550 mil km quadrados". Várias vezes candidato a presidente, Le Pen hoje é eurodeputado.

Jean-Marie Le Pen, 83 anos, passou a liderança de seu partido, em janeiro de 2011, para sua filha Marine, que é candidata à presidência na eleição de abril-maio de 2012.

Fonte: Terra/AFP
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5616606-EI8142,00-Franca+Le+Pen+e+condenado+por+declaracoes+sobre+a+Guerra.html

Ver mais:
Jean-Marie Le Pen condenado a três meses de prisão com pena suspensa (Correio da Manhã, Portugal)

26 comentários:

Pronto, falei! disse...

Le Pen - Um sujeito racista, asqueroso. A revista de direita deveria se chamar Rivotril.
Como um eterno candidato a ditador pode imaginar não ser condenado num democracia?

Roberto disse...

"Le Pen - Um sujeito racista, asqueroso. A revista de direita deveria se chamar Rivotril.
Como um eterno candidato a ditador pode imaginar não ser condenado num democracia?"


É o "preço" a se pagar pela democracia, aturar gente como o Le Pen e suas sandices antidemocráticas. Tirando o racismo (que de fato não é opinião), ele pode pregar contra a democracia à vontade, o problema seria se a maioria dos franceses concordassem com ele e mandassem pro espaço a própria democracia na França.

Acho que os franceses não estão dispostos a pagar um preço tão caro (eles sabem ou deveriam lembrar de como era "bom" uma ditadura), em todo caso, esse surto antidemocrático na Europa chama atenção, com colaboração direta das elites europeias(ou parte dela) e seus desmandos como no caso da falta de sensibilidade do governo alemão e também da UE(e do banco central europeu) em relação à crise na Grécia, por exemplo, e o distúrbio social que a coisa provocará caso se aprunde totalmente.

O mais curioso é a atitude dos governos dos países não afetados acharem(arrogantemente) que a crise nesses países mais periféricos da UE(Portugal, Grécia, Espanha) não os afetará futuramente, nem que seja politicamente.

Pronto, falei! disse...

A verdade é que existe hoje uma pequena (micro) minoria, que só faz barulho, para condenar o ocidente. E para isso, tudo é válido. Inclusive apoiar ditadores, candidatos a ditadores e as teocracia do OM. Essa mesma corja que é contra a imigração de "sub-humanos" (palavras deles), se alinham e aliam com os mesmos quando se trata de condenar as democracias ocidentais. Nessas horas, se convertem ao islamismo radical, ao boliavarianismo, aos norte-coreanos entre outras porcarias que mantém seus povos na mais absoluta miséria e corrupção e tem os seus dias contados.

Roberto disse...

"Nessas horas, se convertem ao islamismo radical, ao boliavarianismo, aos norte-coreanos entre outras porcarias que mantém seus povos na mais absoluta miséria e corrupção e tem os seus dias contados."

Nesse caso francês é pouco provável essa associação até porque o alvo central(mas não o único) das campanhas xenofóbicas da extrema-direita na França são justamente árabes e muçulmanos na França.

"Bolivarianismo" ou Chávez também não têm relevância pra esses grupos franceses, o único país europeu que tem uma certa obsessão com a Venezuela(mas não por "altruísmo" e sim por interesse econômico e político) é a Espanha pelo fato da Venezuela ser ex-colônia dela e da Espanha ter tido problemas com bancos(espanhois) naquele país.

Quanto a Coreia do Norte, essa não possui influência política no Ocidente ao contrário da China.

Esses grupos xenofóbicos de fora, no caso o da França (mas não só ele, vários grupos europeus seguem essa linha) não seguem bem o roteiro que costuma ser citado em jornais brasileiros como se o mundo ainda estivesse na Guerra Fria e isso causa problemas sérios dentro do país para se entender a "lógica" desses grupos.

Roberto disse...

Por exemplo, integralistas e esses neonazis tupiniquins odeiam Chávez e qualquer coisa que eles achem parecida com "comunistas" ou "comunismo", parece que eles não saíram da Guerra Fria e ficaram congelados no tempo como se o mundo fosse o mesmo de 40 anos atrás. Já esses bandos da extrema-direita europeia são mais articulados e possuem representação política como é o caso dessa filha de Le Pen que tem 20/21% de intenção de votos na França.

Pronto, falei! disse...

Roberto,
Não me referí aos franceses. Meu objetivo foram referências colhidas em sites neonazisbandidos. Se você quiser, e estiver disposto a revirar lixo, leia os comentários nos sites dessa corja. Para exercer a judeofobia, eles se aliam a Chavez, Kim Jong-il (agora seu filhote), Ahmadinejad, Assad e etc...

Roberto disse...

"Roberto,
Não me referí aos franceses. Meu objetivo foram referências colhidas em sites neonazisbandidos. Se você quiser, e estiver disposto a revirar lixo, leia os comentários nos sites dessa corja. Para exercer a judeofobia, eles se aliam a Chavez, Kim Jong-il (agora seu filhote), Ahmadinejad, Assad e etc..."


Mas eu conheço os comentários deles e o que eles pensam da esquerda ou do que eles acham que é "comunismo" etc, eles odeiam de morte, quando não chamam de "coisa judeu-bolchevique". Chávez não faz parte de repertório deles pelo que eu disse, ou por não possuir relevância pra grupos de fora ou por ser encarado como "perigo vermelho" pelos "revis" nacionais, já o presidente do Irã é citado por ser conservador como eles, por ter se envolvido diretamente com a negação do Holocausto e por conta do conflito no Oriente Médio.

Em suma, a mídia brasileira com essa histeria da Guerra Fria e falta de clareza no que transmite, tem contribuído significativamente com o discurso de ódio desses bandos, até porque esses bandos não atacam aleatoriamente as coisas, eles têm alvos bem determinados.

Pronto, falei! disse...

Agora essa corja elevará Chávez a "Führer". O fato de Henrique Capriles ser descendente de judeus farão os caras-de-pau revinazibandidos entraem em TPM!

Roberto disse...

"Agora essa corja elevará Chávez a "Führer". O fato de Henrique Capriles ser descendente de judeus farão os caras-de-pau revinazibandidos entraem em TPM!"

Seria engraçado vê-los "elevar" Chávez a Führer, rs, mas o ódio anti-comunista deles impede isso, esse pessoal de extrema-direita no Brasil é carola(os integralistas são ligados a grupos de extrema-direita católicos) e tudo o que eles considerem como "comunismo" ou algo que possam associar à URSS eles rejeitam, ainda mais quando há uma campanha na mídia brasileira contra o Chávez.

Pronto, falei! disse...

Desculpe Roberto, mas tudo que esses bandidos escrevem não tem a menor lógica. A judeofobia, ou melhor, "anti-sionismo" dessa corja está em primeiro lugar. No momento, eles são persas desde crinacinhas. Outros virão e eles, atrás. Não espere um discurso coerente de bandidos seguidores/viuvas de assassinos.

Roberto disse...

"Desculpe Roberto, mas tudo que esses bandidos escrevem não tem a menor lógica. A judeofobia, ou melhor, "anti-sionismo" dessa corja está em primeiro lugar. No momento, eles são persas desde crinacinhas. Outros virão e eles, atrás. Não espere um discurso coerente de bandidos seguidores/viuvas de assassinos."

O discurso da extrema-esquerda na América do Sul está mais voltado pras relações com os EUA, não tem uma base histórica antissemita como tem esses grupos de extrema-direita, em que pese que não espero que nenhum porraloca de extrema-esquerda bitolado vá refletir muito sobre isso, mas são grupos diferentes, colocar tudo no mesmo saco só dá força a esses grupos de extrema-direita a reforçarem um discurso de que entidades ligadas a Israel rotulam todo mundo e todo tipo de crítica como antissemita, o que de fato cria um problema de quando for necessário citar antissemitismo parecer que há uma disputa política por trás disso.

Eu conheço bem os dois extremos e sei que esse bando de extrema-direita não gosta de tudo o que for relacionado a esquerda ou o que eles entendam por isso já que o "entendimento" deles das coisas é distorcido e enviesado ao extremo. Bandos de extrema-direita de cunho fascista são anti-comunistas até a médula, não adoram Chávez, a aliança do governo da Venezuela com o Irã é mais por conta dos EUA (das richas que o Chávez tem com os EUA) do que pensando em Israel, pelo menos no caso venezuelano Israel não tem importância ao contrário do Irã.

Eu acho perigoso esse discurso que põe tudo no mesmo saco pois isso beneficia os bandos que pregam conscientemente o antissemitismo(não chamo isso de judeofobia até porque eles não sentem fobia de judeus e sim ódio), não vou mudar essa opinião que eu tenho por ter plena consciência que essa mistura de agendas(pôr conflitos no Oriente Médio ou se guiar por eles quando a origem do ódio desses bandos por judeus têm outra origem, uma grande parte deles manifesta antissemitismo em virtude de fanatismo religioso cristão) em tudo só beneficia esses grupos de extrema-direita que pregam xenofobia no país.

Roberto disse...

Também não acho antissionismo equivalente a antissemitismo, embora no caso dos "revis" a afirmação proceda pois o "antissionismo" deles nada mais é do que extensão do antissemitismo deles, o que gera até uma contradição, eles são ultranacionalistas (ou a maioria se define assim) e são contrários a um nacionalismo(sionismo), não porque são contra o nacionalismo em si e sim porque são contra judeus ou tudo o que for relacionado a judeus, é essa a origem do "antissionismo" deles, não é uma simples aversão a nacionalismo(s) ou aversão às formas mais extremadas dele, que qualquer pessoa pode ter.

Pronto, falei! disse...

Para essa corja vale tudo. E, além do anti-judaismo existe a judeofobia também. Eles morrerm de medo dos judeus. Não admitem que judeus aprenderam a se defender. Depois da bofetada na cara dada por Beate Klarsfeld num nazi, até de mulher eles tem medo.
Como tive alguns compromisso hoje a tarde cancelados, e se tiver paciência, vou dar uma revirada no lixo que essa corja posta. Depois tento comprovar a tese de admiração a ditadores de qualquer ideologia e do novo Führer Chavez e outras coisitas mas.

Roberto disse...

"Para essa corja vale tudo. E, além do anti-judaismo existe a judeofobia também. Eles morrerm de medo dos judeus. Não admitem que judeus aprenderam a se defender. Depois da bofetada na cara dada por Beate Klarsfeld num nazi, até de mulher eles tem medo."

Não sei se todo nazi ou fascista tem medo de judeu, eu usaria o termo histórico mesmo que é o antissemitismo, a maioria absoluta deles sente mesmo é aversão, ódio e isso tem origem religiosa, que ultrapassou a barreira da religião e se transformou numa espécie de "racismo moderno".

Um grupo de extrema-direita da Alemanha não pensa exatamente como esse grupo de extrema-direita no Brasil, esse do Brasil é composto majoritariamente por integralistas e simpatizantes, integralismo é e sempre foi ligado a setores ultracarolas da Igreja Católica, fora o fascismo do grupo. Esse tipo de grupo não gosta de Chávez por razões da própria política da região(América do Sul), não tem nada a ver com questões do Oriente Médio.

O Oriente Médio só entra nisso porque o Chávez fez uma aliança anti-EUA com o Irã e por ser fornecedor de petróleo de peso, os EUA têm interesse nisso e contra-ataca o mesmo, mas não é pensando em judeus ou em altruísmo, isso praticamente inexiste em relações entre Estado.

Integralistas jamais converterão Chávez ou qualquer governo de esquerda ou extrema-esquerda da América do Sul em "símbolo" da "luta" deles, eles podem usar um fato ou outro remetendo a esses governos quando há alguma citação de conflito no OM no meio, mas fora isso inexiste essa "admiração" deles com Chávez ou com a esquerda e extrema-esquerda da América do Sul, por isso que digo que quando enviesam esse assunto tomando por base o que "Israel pensa" e não o que se passa de fato na região, as chances de não entender a formação e manifestação desses grupos no país é bem grande.

Roberto disse...

Isso pra não mencionar de novo, já que citei outras vezes o problema, a falta de ação de entidades no Brasil, que por vezes ficam muito mais "preocupadas" com assuntos do OM ignorando os problemas locais e pondo o Oriente Médio num patamar político que ele não possui no Brasil e dificilmente possuirá exceto pela questão do petróleo.

Não há um fascínio de brasileiros em geral com o Oriente Médio, o que há são manifestações de minorias (geralmente religiosas) com algum tipo de idolatria àquela região por conta de crenças (religiosas), mas falando no país de forma mais ampla, o brasileiro em geral não se importa muito com o Oriente Médio, ou mais precisamente, não sente fascínio por aquela região.

A visão geral do brasileiro sobre o Oriente Médio é de uma região onde todo mundo briga com todo mundo e se comporta de forma irracional, apesar de que os índices de violência no país sejam dignos de Oriente Médio ou bem piores.

Pronto, falei! disse...

Pronto! Revirei lixo!
Como escrevi anteriormente, existem nos blogs dos nazi-bandidos artigos (se é que podemos chamar aquelas porcarias de artigo) e comentários enaltecendo Hugo Chavez. A aproximação dele com o Ahmadinejad (não sei se é assim que se escreve essa porcaria) o torna ídolo para essa corja. Como disse, o discurso revi-nazista não tem lógica. É puro anti-judaismo e judeofobia.

Pronto, falei! disse...

Aliás, nessa revirada de lixo, o "imbecilidade.com.br" está em alvoroço. É de rolar de rir!
Um dos donos do site, um rapaz recém formado em Direito, fez sua "tese de bachalerando" sobre revinazismo. Perdí meu tempo lendo aquela baboseira. Lixo puro!
Para quem desejar "divertimento" gratuito, pago com dinheiro público em uma universidade pública, vale a dica.
Vai ficar nos anais (literalmente nos dois sentidos) da USP.

Roberto disse...

"Pronto! Revirei lixo! Como escrevi anteriormente, existem nos blogs dos nazi-bandidos artigos (se é que podemos chamar aquelas porcarias de artigo) e comentários enaltecendo Hugo Chavez. A aproximação dele com o Ahmadinejad (não sei se é assim que se escreve essa porcaria) o torna ídolo para essa corja. Como disse, o discurso revi-nazista não tem lógica. É puro anti-judaismo e judeofobia."

"Lógica"(se é pra chamar assim) possui, a pergunta a se fazer é se esse discurso importado deles "surte" algum efeito político no Brasil, até agora não surtiu nenhum, eles continuam sendo uma nulidade política em termos de votos e de representação política.

Esse discurso possui uma "lógica" que é a de tentar reabilitar o nazifascismo como "alternativa" política "viável", só que com um discurso virulento e alienígena proferido por esses "revis" brasileiros, as chances disso angariar alguma "simpatia" da maioria dos brasileiros beira a nulidade, so na cabeça deles é que a coisa "funciona" ao contrário (que está "dando certo"). Esse tipo de discurso pode funcionar na Europa, aqui mesmo no período da 2aGM esse tipo de discurso tinha vários problemas de legitimidade no país.

O problema é que, independente da inexpressividade deles em termos políticos, o discurso é perigoso pois fomenta racismo/antissemitismo e outros "ismos"(xenofobia) no país, pois isso sim é grave e é a parte de fato relevante de todo esse amontoado de ódio "revi".

Roberto disse...

Mas volto a repetir, o que norteia esses bandos no Brasil é o anticomunismo (ou o que eles "entendem" por esquerda), não só antissemitismo. Por isso que jamais um Chávez ou qualquer pessoa ligada ou com alguma proximidade a Fidel ou qualquer coisa que lembre(na mente deles) regimes comunistas da Guerra Fria jamais farão sucesso entre eles.

Eles podem citar esporadicamente uma coisa ou outra até pra confundir e atrair algum porraloca de extrema-esquerda pra junto, quando a coisa "confluir" pros interesses deles (quando o assunto for relacionado a Oriente Médio), mas em termos locais esses bandos não possuem proximidade com grupos de extrema-esquerda na América do Sul, exceto em discurso quando citam alguma coisa dos conflitos no Oriente Médio.

Pros grupos de extrema-direita europeus e também dos EUA, Chávez não têm peso(importância política), já Ahmadinejad tem.

Roberto disse...

"Aliás, nessa revirada de lixo, o "imbecilidade.com.br" está em alvoroço. É de rolar de rir! Um dos donos do site, um rapaz recém formado em Direito, fez sua "tese de bachalerando" sobre revinazismo. Perdí meu tempo lendo aquela baboseira. Lixo puro! Para quem desejar "divertimento" gratuito, pago com dinheiro público em uma universidade pública, vale a dica. Vai ficar nos anais (literalmente nos dois sentidos) da USP."

O problema maior disso é uma Universidade pública, com um nome a zelar, dos professores endossaram esse tipo de coisa, pois a culpa principal (disparada) por esse fato é deles(professores).

Se fosse em outro país(na Alemanha, por exemplo) um negócio desses teria dado um rolo considerável, fora uma possível(e muito provável) repercussão negativa na mídia.

Pronto, falei! disse...

Concordo. Aqui as autoridades não dão a menor bola para isso. Somente no dia em que alguns skins atearem fogo em algum "mendigo subumano". Mas é uma simples tese de bacharelado. Ninguém vai ler esse lixo. Talvez a família do meliante. Agora, uma universidade pública aceitar issso é de lascar!
No mais, a mesma ladainho e choro de sempre: São "perseguidos" e querem liberdade de expressão sem RESPONSABILIDADE. Isso, nem no Irã!

Pronto, falei! disse...

Lembre-se que o boçal Horst Mahler navegou entre a extrema esquerda e a extrema direita. O Racismo não tem lógica! Ele se hospeda no oportunismo. Vide o "meia porção" luso/curitibano prof. de artes. Agora o projeto inacabado de gente se tornou "revi"...Vá entender...

Roberto disse...

"Concordo. Aqui as autoridades não dão a menor bola para isso. Somente no dia em que alguns skins atearem fogo em algum "mendigo subumano"."

Assino embaixo, e ainda tenho dúvidas se as autoridades agiriam pra valer se fosse um mengido a vítima dado o 'histórico' de atrocidades no país contra gente pobre (vide os casos recentes no DF e aquele caso do índio queimado vivo em Brasília).

Em todo caso, eu lembro que esse pessoal, pelo menos os bandos mais cascas-grossas, sumiram do Orkut depois daquele caso do assassinato do casal de uma facção deles em Curitiba, e também depois de alguns delitos desses bandos mais extremados que saem pelas ruas fazendo arruaça. De 2009 ou 2010 pra cá a "panfletagem" virtual dessa cambada deu uma diminuída, pelo menos no cenário do país.

Roberto disse...

"Agora, uma universidade pública aceitar issso é de lascar! No mais, a mesma ladainho e choro de sempre: São "perseguidos" e querem liberdade de expressão sem RESPONSABILIDADE. Isso, nem no Irã!"

O mais grave no episódio é justamente isso, uma Universidade pública aceitar esse tipo de TCC ou tese e nenhum professor fazer absolutamente nada sobre o caso, o que os torna coniventes com a situação e maiores responsáveis pela coisa. Como comentei antes, se isso fosse em outro país onde a legislação sobre esse tipo de coisa é mais severa, essa faculdade estaria com sérios problemas com o orgão que avalia/acompanha essas faculdades. O que ficará disso é que a USP e a faculdade que aceitou a tese foram coniventes com o caso.

Quanto ao "impacto" ou "peso" de um texto desses em relação ao próprio "revisionismo", beira a nulidade já que o texto não trata do Holocausto e sim, pelo pouco que vi (só vi superficialmente e nem verei o resto), o texto se direciona a questionar a legislação que penaliza a negação do Holocausto.

Roberto disse...

"Lembre-se que o boçal Horst Mahler navegou entre a extrema esquerda e a extrema direita. O Racismo não tem lógica! Ele se hospeda no oportunismo. Vide o "meia porção" luso/curitibano prof. de artes. Agora o projeto inacabado de gente se tornou "revi"...Vá entender..."

Mas o racismo do Horst Mahler tem sentido também dentro da "lógica confusa" do próprio racismo e do fascismo.

Ele era de extrema-esquerda, ligado ao Baader-Meinhof que tocou o terror na Alemanha Ocidental nos anos 70, tem até um filme alemão sobre esse bando, "O Complexo Baader-Meinhof", algo assim. Quando o Muro de Berlim caiu, a URSS ruiu etc, houve uma crise nos grupos radicais socialistas que defendiam de forma ferrenha o modelo que acabara de ruir. Alguns que faziam parte desses bandos, desiludidos com a "revolução" radical que nunca vinha e vendo o enfraquecimento da esquerda (de uma forma geral, tanto a democrática como a radical) na Europa, migraram pra grupos radicais de extrema-direita que eram reprimidos desde o fim da segunda guerra e só fazem crescer desde a queda da URSS (porque a presença da URSS intimidava esses bandos).

O Horst Mahler é um desses "desiludidos" de grupos de extrema-esquerda que migraram pro fascismo, no caso mais exato dele o neonazismo. Eles acham que irão fazer a revolução contra o "sistema" através de uma revolução fascista, por isso que muito radical fanático que se desiludiu com a extrema-esquerda e não tem problema de consciência algum com o racismo migraram de rodo pra esses bandos de extrema-direita, principalmente no caso europeu.

Roberto disse...

O curioso é que havia um bando português, de extrema-direita, traduzindo essa lixarada "revisionista" que aparentemente teve algum contato com o Horst Mahler, pelo menos traduziram ou fizeram uma entrevista com ele lá pelos idos de 2005 ou 2006, não lembro. Sei que a citação do texto está no blog, foi recuperado da lista do Marcelo Oliveira.

Engraçado que esse grupo "revi" português que traduziu ou fez essa entrevista com o H. Mahler ainda se movimenta em blogs "revis".

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