segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Comentários anônimos vedados

Sobre comentários anônimos (de fakes) no blog.

Exceto pelo pessoal que comenta há tempo no blog, pois algumas pessoas usam perfis sem nome (direito delas) que não são criados pra tumulto ou coisa do tipo, comentando normalmente e que portanto não devem arcar com o ônus desta decisão por conta do mau uso do espaço por parte de outras pessoas. Ficam vedados comentários sem identificação de perfis fakes como "Nicolau da Romênia" e outros desse "naipe". Portanto não adianta chorar, espernear ou fazer "cara feia, ou comenta com perfil normal como homem discutindo o assunto (sem panfletar ou infrigir a constituição) ou não tem conversa.

Muitos "revis" como subterfúgio fazem uso de perfis esdrúxulos, sem identificação, pra comentar asneira (racismo e afins) com receio de sofrerem alguma denúncia por razões óbvias, ou mesmo se passar por gente contrária ao "revisionismo" usando um discurso radical ou enviesado com conflito do Oriente Médio no meio, ou de polarização ideológica, ou distorcendo notícias ideologicamente, tornando o comentário bastante caricato, radical e automaticamente algo que é bem rechaçado pela maioria das pessoas com o intuito de tentar desmoralizar as pessoas contrárias ao negacionismo.

Se a pessoa que faz isso não é um "revi", então é bom rever o que comenta pois não há espaço pra esse tipo de "trollagem" infantil com esse tipo de assunto.

Mas voltando ao assunto, creio que esses "revis" (e os demais que se enquadram no que citei) devem achar que as pessoas têm uma paciência "paranormal" pra aturar esse tipo de neurose, mas particularmente não tenho.

Comentários imbecis não ofendem, mas irritam por serem obviamente imbecis (pleonasmo) e por não acrescentarem nada, e a repetição deles com o tempo torra a paciência.

O subterfúgio de se esconder com um fake pra tumultuar/trollar além de ser covardia não é algo tolerável, e também éirritante. Se um "revi" (e demais trolls) não tem coragem de pôr um nome identificável, não anônimo, na asneira que comenta então, ou fica calado ou vai encher o saco nos fóruns "revis" que tolerem esse tipo de cretinice.

Conflitos no Oriente Médio, extremismo religioso e ultradireitismo não-nazi

O aviso também abrange o pessoal extremista que mistura religião com assuntos políticos e acabam criando confusão por onde passam por toda vez tentarem fazer associação do assunto da Segunda Guerra com conflitos no Oriente Médio ignorando o que se passa aqui no país e também naquela região do globo por fazerem uma idealização idólatra da mesma. Refiro-me ao pessoal que acha que está numa "missão divina" defender um dos lados do conflito no OM (a crítica serve pra ambos) pois não tenho saco pra aturar radicalismo infantil de nenhum desses dois lados.

O que vou comentar adiante é uma opinião pessoal minha mas sei que é também uma opinião de boa parcela da população do país, por isso irei fazer o comentário: eu não tenho paciência com o assunto Oriente Médio, ou pra ser mais preciso, não aguento pregação religiosa com conflito bélico no meio ou uma alienação voluntária com esse assunto. O Oriente Médio não é um lugar que me cause "fascínio" e creio eu que a maioria da população brasileira pensa o mesmo que estou dizendo neste comentário. Não é chute, eu já ouvi comentários bem mais duros que esse que faço pra estar comentando isso. Por isso já adianto que não adianta A, B, C, D ou E se irritar por não concordar com essa opinião pois a maioria não mudará de opinião porque A, B, C, D ou E não gostam dela, tampouco eu.

A maioria dos brasileiros não sente fascínio pelo Oriente Médio ao contrário das pessoas que são fascinadas com aquela região pensam, fascínio não passa por "osmose", é um erro grosseiro pensar que a maioria do povo brasileiro sente uma idolatria pelo Oriente Médio por conta de desfiles de escola de samba, marchinhas de carnaval, filmes ou por conta de religião. Não é um assunto muito agradável pra se tratar levando-se em conta os os inúmeros problemas internos do Brasil, como também pelo radicalismo que a minoria que "curte" este assunto costuma tratar e repassar o problema no país.

Não é incomum trazerem essas brigas daquela região pro Brasil através da mídia (TV ou internet) ignorando que o país já tem seus problemas pra tratar, não precisando de problemas extras.

Comento isso porque também com alguma frequência sempre aparecem pessoas com esse tipo de "fascínio" (delírio) com esse assunto (conflitos daquela região) que mencionei e ficam me abordando pra saber do que acho do mesmo como se eu nutrisse desse mesmo "fascínio" deles ou como se eu concordasse com o radicalismo de várias dessas pessoas, ou mesmo pelo assunto Holocausto e Segunda Guerra ter ligação direta com judeus, que eu deva nutrir simpatias com o governo radical de Israel. Fazem uma mistura deliberada desses temas e acabam fomentando a panfletagem antissemita "revi".

Além deu não concordar com o radicalismo dessas pessoas (alguns pró-Israel e pró-palestinos), não sou obrigado a concordar com radicalismo e propaganda de nenhum dos dois lados, tampouco adianta alguém vir tentar "fazer minha cabeça" com esse assunto. Fica o aviso de que não estou interessado em pregação pra tentarem mudar minha opinião.

Se serve como um relato, a convivência com pessoas que pensam dessa forma (tão estreita) não foi das experiências mais agradáveis.

Pros que quiserem questionar o porquê da atenção com o assunto extrema-direita, nazismo/fascismo e racismo por conta dessa crítica sobre esse "delírio"/fascínio desmedido de alguns com o Oriente Médio uma vez que são publicados vários textos sobre o conflito na Europa e movimentos neonazis/fascistas na mesma, ao contrário do assunto do OM (exceção feita à questão do petróleo), os assuntos extrema-direita e fascismo têm ligação direta com o Brasil, com a questão da pregação do autoritarismo e ditaduras nacionalistas que o Brasil passou e também com o preconceito/racismo praticado no país desde o século XIX, e mais especificamente em algumas regiões do país.

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