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sábado, 10 de outubro de 2026

A lógica reacionária econômica perversa por trás do "movimento contra o voto das mulheres e seus direitos". E como a Segunda Guerra impactou nisso

Não vi o assunto em nenhum canal brasileiro (se assistirem por aí depois da data desse Post, saibam que andaram lendo daqui), nem fora do país (associar uma coisa à outra, embora possa ter saído e ficado "perdido"), muita gente se espantou, com razão, com o aparecimento de mulheres declarando posições contra voto feminino, contra movimentos feministas, negando feminicídio e cia... coisa importada dos Estados Unidos (meca do reacionarismo mundial e também da rebelião contra essa turma, o paradoxo dos Estados Unidos, da sociedade, no caso), como essa cidadã aqui, que eu não sabia da existência até divulgarem que ganhou vaga pra deputada federal em 04 de Outubro passado, as Big Techs esconderam o conteúdo dessas figuras da maior parte das pessoas pra "não chocar" (as Big Techs têm esse poder... de manipular eleição nesse patamar), recebendo só entradas do "lupem" reacionário apostando em voto de "revolta" pueril que depois parte se arrepende quando dá tudo errado (como sempre), urna não é local pra "defecar".

Mas como discutíamos, ou iremos discutir, a Segunda Guerra Mundial tem um papel especial na emancipação feminina no século XX (fora a emancipação ocorrida antes na União Soviética (URSS) pela revolução russa (Link1, Link2), que não irei discutir aqui, porque é o "impacto" da emancipação nos EUA que gera esse movimento reacionário que é espelhado pro resto do mundo), e a elite capitalista (setores), tentam, aparnetemente revogar o direito das mulheres para recuperar o númeo de vagas em declínio na indústria norte-americana pra criar uma "folga", "alívio" da pressão por empregos melhores dentro daquele país e resignificar o papel das mulheres naquela sociedade, onde um psicopata que se encontra no Departamento de Guerra deles quer transmitir ao vivo um fuzilamento nos Estados Unidos, oficialmente virando um "regime espelho" do regime saudita, que tem esse tipo de postura (de transmissão ao vivo de pena de morte).

"Pelotão de fuzilamento: Estados Unidos terão primeira execução pública em 90 anos" (https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/10/08/primeiro-fuzilamento-militar-dos-eua-em-65-anos-sera-transmito-ao-publico-diz-site.ghtml).

O Hegseth passa por cima da autonomia dos vários entes federados dos EUA que aboliram a Pena de Morte por lá ao fazer isso, fora a provável inconstitucionalidade da bizarrice do psicopata com "tara" em "cruzadas". Os EUA viraram um "regime saudita", muito provavelmente o governo Trump quer legitimar a violência pra "liberar geral" os ataques do ICE internamente nos EUA. O "American Daesh" de Trump e Hegseth...(https://www.bbc.com/portuguese/internacional-42020312).

Mas voltando ao tema do Post, pros que acham que esses "movimentos" são "espontâneos"... passam longe disso. São forjados pela elite reacionária norte-americana e atingem não só o país deles como chega com "cópias", "clones" pro Brasil e resto da América Latina. Visam remover as mulheres da força de trabalho pra abrir mais vagas pra parte masculina só que com a permanência do rebaixamento salarial, pra aliviar a crise gerada pelas políticas neoliberais nos EUA e cia.

A debilidade de certos setores do país (que tentam monopolizar a discussão no país) em diagnósticar essas coisas é algo "fora de série". Em vez de apenas se chocarem com essa "gente", por que não olham de imediato para o que pode/deve haver de "questão econômica" (contra o povo, pra exploração) por trás dessas propostas? Quase sempre existe uma "pauta oculta" econômica por trás dessas bizarrices.

1.https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/eleicoes/2026/noticia/2026/10/07/pl-deputada-mais-votada-rs-critica-eduarda-campopiano.ghtml
2. https://www.brasildefato.com.br/2026/10/07/de-incompativel-com-a-vida-ao-ginofascismo-quem-e-a-olavista-eduarda-campopiano-deputada-mais-votada-de-sp-com-pauta-antifeminista
3. "As mulheres que atacam o voto feminino no Brasil"
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq2dw67e517jo

4. "O que há por trás do movimento de rejeição ao voto feminino nos Estados Unidos" ("Qué hay detrás del movimiento de rechazo del voto femenino en Estados Unidos")


5. "Uma família, um voto": os homens (e mulheres) que buscam revogar o sufrágio feminino nos Estados Unidos" Uma proposta que, até pouco tempo atrás, permanecia à margem da política está ganhando visibilidade na América de Trump, defendida por figuras que vão desde o pastor do secretário de Defesa até influenciadores ultraconservadores e líderes da "machosfera/redpill" online." (https://english.elpais.com/usa/2026-08-02/one-family-one-vote-the-men-and-women-seeking-to-revoke-womens-suffrage-in-the-united-states.html)

6. "Como Trump mudou a forma como as mulheres estadunidenses votam. Uma década após a infame gravação do *Access Hollywood*, a divisão de gênero volta a moldar uma eleição de meio de mandato decisiva." ("How Trump changed the way US women vote. A decade after his infamous Access Hollywood tape, the gender divide is again shaping a pivotal midterm election" (https://www.theguardian.com/us-news/2026/oct/01/trump-women-vote)

7. "Movimento MAGA de Trump intensifica ataques a "mulheres brancas progressistas". Mulheres brancas progressistas têm sido alvos constantes do movimento MAGA, do presidente Donald Trump, mas os ataques dirigidos a esse grupo demográfico tornaram-se particularmente ferozes nas últimas semanas." (https://www.france24.com/en/live-news/20260123-trump-s-maga-movement-ramps-up-attacks-on-progressive-white-women)

Na Segunda Guerra Mundia, graças ao esforço de guerra dos Estados Unidos usando a maioria dos homens em idade ativa na guerra, as mulheres foram recrutadas para a atividade industrial da indústria armamentista dos EUA pra esse esforço, o que provocou a grande emancipação feminina em um período depois (anos 60, 70), filhas dessas.

O assunto também remete a como os países utilizam a indústria mais pesada de transformação convertida para fabricar armamentos e recuperar a economia interna, assunto tratado aqui, sobre o "rearmamento alemão", embora nem sempre o resultado seja positivo (o próprio caso alemão e dos Estados Unidos) a posteriori:
"[Rearmamento alemão] Como os Nazistas criaram um "milagre econômico" (que matou milhões)... a história de Hjalmar Schacht, ministro da economia nazista"
https://holocausto-doc.blogspot.com/2025/11/lembra-o-rearmamento-atual-da-alemanha-como-os-nazistas-criaram-um-milagre-economico-que-matou-milhos-a-historia-de-hjalmar-schacht-ministro-da-economia-nazista.html

Pra quem nunca "ouviu falar" do tema (lembrando que o blog é sobre segunda guerra mundial...), segue texto (link) e tradução:
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"Segunda Guerra Mundial: A guerra mudou a vida das mulheres?

A convocação para o esforço de guerra
Quando a Segunda Guerra Mundial eclodiu, em 1939, pouco mais de cinco milhões de mulheres estavam empregadas (EUA/Reino Unido, não consegui detectar o país, mas chutaria que é sobre o Reino Unido, pela proporção numérica, o texto falha ao não apontar o país claramente. O fenômeno também ocorreu em escala nos Estados Unidos, Canadá e cia).

Em 1943, esse número já ultrapassava largamente os sete milhões. À medida que homens de todo o país se juntavam à luta contra o fascismo, as mulheres também eram convocadas para ajudar — e, numa época de guerra total, elas se encontravam agora no centro da ação.

Nunca antes as fronteiras entre a frente interna e o "front" de batalha haviam sido tão tênues. Mais de 40.000 civis morreram quando bombas inimigas caíram sobre as cidades e vilarejos da Grã-Bretanha. De donas de casa e mães a operárias e trabalhadoras rurais, mulheres de todo o país desempenharam um papel fundamental no esforço de guerra. Como essa experiência transformou suas vidas? E, quando as armas silenciaram em 1945, será que essas mulheres viram alguma mudança duradoura em sua posição na sociedade?"
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Um legado duradouro?
As mães contavam às filhas o que haviam feito durante a guerra e como seus horizontes haviam sido limitados posteriormente. As décadas de 1960 e 1970 testemunharam o surgimento de grupos feministas e uma maior conscientização sobre a desigualdade de gênero; as campanhas por mais direitos e maiores oportunidades fizeram com que muito mais mulheres tomassem consciência de seu potencial e da necessidade de mudança.

Fonte: BBC
https://www.bbc.co.uk/teach/articles/zbktwty
Revisão minha

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Nos Estados Unidos o impacto do alistamento do trabalho feminino durante a segunda guerra foi bem maior que o do Reino Unido e vários países. A segunda guerra mundial alterou a divisão social do trabalho de forma profunda emancipando as mulheres ou criando as bases definitivas da questão.

Mas é só pra ilustrar a questão, quem quiser ler mais, confira:

"Women in World War II"
https://www.nps.gov/articles/000/women-in-world-war-ii.htm
"How did women's participation in World War II contribute to the women's rights movement?"
https://www.reddit.com/r/AskHistorians/comments/2nzgki/how_did_womens_participation_in_world_war_ii/
"Impact of World War II on Women's Rights and Gender Roles in Bangladesh"
https://iprjb.org/journals/IJHR/article/view/2490?srsltid=AU7gw4V22jT5ullsxU6f6siIFs5-QUEZ8dfMkf-4nso1Okla4avR_ech
"How the world changed for women after WWII"
https://keithlowe.substack.com/p/how-the-world-changed-for-women-after
"Women’s Emancipation and the Recruitement of Women into the Canadian Labour Force in World War II"
https://www.erudit.org/en/journals/hp/1976-v11-n1-hp1111/030808ar/
"The women of the Second World War"
https://www.gov.uk/government/news/the-women-of-the-second-world-war

Finalizando, os símbolos de "Pin-ups" (https://blog.togetherweserved.com/the-forces-pin-up-gi-morale-boosters) são bem conhecidos e impactantes na "cultura norte-americana" vinda da segunda guerra mundial, as mulheres nos EUA e no resto das Américas (América Latina) vão deixar essa turma tirar o direito de vocês? (provocação... sei que o "mulheril" vai brigar)... Vídeo abaixo com uma Latina "Pin-up" pra "homenagear" Trump (ironizar o palhaço):

sábado, 29 de novembro de 2025

[Rearmamento alemão] Como os Nazistas criaram um "milagre econômico" (que matou milhões)... a história de Hjalmar Schacht, ministro da economia nazista

O Youtube vem sugerindo vídeos, não só os toscos (como de costume) principalmente pela "Smart TV", que se fosse "smart" não apresentaria tanta porcaria.

Mas como dizia, o Youtube sugeriu um vídeo em inglês, longo, sobre a figura de Hjalmar Schacht, que foi presidente do Banco Central alemão (Reichsbank) e ministro da economia no começo do governo nazista (já havia sido presidente do Banco Central alemão antes), que foi o idealizador do "milagre econômico" alemão que levou à política militarista alemã, que todo mundo sabe (ou deveria saber) como acabou... (com a segunda guerra mundial, derrocada alemã, morte de milhões etc).

Trago o vídeo porque tenho visto muita "gente tonta" ou "atordoada" (talvez por não se interarem dessa questão econômica da guerra, desses aspectos da história europeia, alemã, pralém de discutir "operação de guerra"... que é relevante mas essa parte acontece em decorrência da questão política/econômica e não do inverso, então entender de política, economia e cia é central pra entender conflito armado também, como sobre racismo, supremacismo e cia (porque vários países ainda estão presos a essas questões, mesmo que mascarem).

Porque soaram as "trombetas do Apocalipse" de que a Alemanha "estaria morta"... vinha gente repetir esse "mantra" sem explicar que "morte" é essa. Eu, inclusive, ironizei várias vezes isso aqui, desde 2024. Por sinal, como disse em comentário no último Post de Gaza (parte 23 eu acho), eu vinha evitando discutir conflito da Ucrânia porque aqui no país a discussão virou "torcida" (ironicamente usaram o termo pra tentar detonar posição de quem toma partido na questão palestina, mas "torcida" de fato é o que vejo sobre a questão do conflito na Ucrânia...), e isso que não sou anti-Rússia mas eu não compro "pacote de propaganda" ou uma certa postura de "ignorar" que o conflito em questão sempre foi pralém da Ucrânia, o conflito é entre blocos, Rússia/China, Europa Ocidental/UE e EUA, onde os EUA faz a jogatina de colocar a Europa em choque com a Rússia pras duas partes se destruírem, já que a Ucrânia não faz fronteira com os EUA, os Estados Unidos não sentem o impacto direto dessa guerra e ainda vende armamento a rodo pra Europa e pra "desovar" na Ucrânia, movimentando a indústria de armas dos EUA.

Como a Europa vislumbrou, principalmente a Alemanha, uma forma de reavivar sua indústrtia apelando pro "esforço de guerra" rearmando o país. Temn gente que diz que foi o "primeiro a falar" (acho essas coisas engraçadas), mas quem comenta isso aqui há mais de ano é a gente... eu sempre apontei quando saiu a notícia da primeira vez que "rearmamento alemão" dá em desgraça... quem conhece o histórico da Alemanha em conflitos, vai entender o "ponto"... e pode haver comentários que convergem, nunca questionei isso, algo bastante comum, ou alguém vai alegar que não há uma guerra na Ucrânia só pra "ser diferente"?... mas acho curioso esse discurso em tom de "vidente", é um negócio "meio tosco".

Eu também achava curioso a turma de "a Rússia está vencendo na Ucrânia" simplesmente ignorar a questão... porque devem achar que a Alemanha é um "peso morto"... eu coloquei ontem ou anteontem a lista de empresas da Alemanha (extensa) que ela pode converter em indústria armamentista, indústria pesada de máquinas e cia...

Por isso que essa história de "a Rússia está ganhando a guerra da Ucrânia", a gente pode reescrever como: "que guerra?" "só com a Ucrânia? e a Alemanha, França e Reino Unido?"... "mas estão mortos", com armas? Morto não produz armamento pesado e não têm aparato atômico (França e Reino Unido, fora os EUA). Não entrem numa de subestimar essa turma em conflito armado, não vivem ironizando ou soltando indireta sobre o "Eixo da Resistência" no Oriente Médio? O "Eixo da Resistência" fez mais estrago nos EUA e Israel do que a Rússia fez contra Alemanha e cia ou EUA (a Rússia nem cócegas nos EUA fez, é o maior vencedor até agora do conflito na Ucrânia, colocou todo mundo pra brigar sem tomar um tiro).

Não quero ser grosso ou que soe como insulto, mas é um escárnio essas pessoas não entenderem essa questão e discutirem guerra. Teve gente que descobriu o "termo" "engenharia resersa" lendo na surdina por aqui também (quando fui comentar sobre como o Irã forjou a força aérea dele e algum ponto sobre China e Japão).

Alguma semelhança com a atualidade o vídeo do Schacht?... e como tem... é que a Alemanha se escondeu no "manto" do "estamos arrependidos pelo nazismo", o povo pode estar (acredito que esteja), mas as elites alemãs sempre foram isso, apoiaram o nazismo no passado, imperialismo e quando viu que dava pra rasgar a "fantasia de bom moço" de novo, rasgou (não creio que haja volta nisso). Eu sempre tive cisma com a elite alemã... por não acreditar no discurso da mesma de "arrependimento" sobre o nazismo... porque nazismo não foi "ponto fora da curva" da Alemanha ou Europa, era o velho imperialismo europeu com uma "tenda mística" hitlerista e outras cretinices (típicas dos nazistas). E imperialismo contra potências e países europeus, o Reino Unido costumava aplicar isso fora da Europa... a França também (exceção de Bonaparte, que por atacar a Europa também teve desfecho desgraçado).

Outro exemplo de conversão de indústria "tradicional" pra guerra (pra levantar essas fábricas), a Rolls Royce (britânica) fabrica motor de avião e cia até hoje, "fez a festa/farra" na segunda guerra mundial, confiram o texto:

"Inside the Rolls-Royce Merlin Engine: How This Powerhouse Redefined Air Superiority in WWII" ("Por dentro do motor Rolls-Royce Merlin: como essa potência redefiniu a superioridade aérea na Segunda Guerra Mundial")

Mas alguém pode questionar porque a gente sempre aponta essas "coisas" (questões) como se "passasse na cara"... o que é uma boa questão, porque simplesmente não é "passar na cara", a gente recebe uma postura insultuosa, escrota de gente copiando e colando coisas sem dar os créditos da pesquisa e cia, e sim, o termo é esse mesmo, isso é comportamento escroto, desonesto, sorrateiro, porque ninguém aqui faz isso, atitude desonesta reprovável em qualquer centro universitário (plágio é até crime, tenta fazer uma "brincadeira" dessas em tese e cia pra ver o que acontece, você pode ser indiciado e ter a coisa anulada e ficar queimado pra sempre), e não temos controle sobre a coisa. Ninguém aqui também passou a usar internet semana passada... a gente sabe do problema e de que nem sempre é possível conter (por isso muita gente opta por parar de discutir, participar, comentar, e com isso liquida os "espaços", por conta dessa postura arredia e deletéria de uma parte). Já vi isso acontecer com outros temas mais banais e o resultado eu já descrevi em outros posts (a coisa toda degringola com o tempo).

Então teríamos a opção de "silenciar" e dar meia volta (que não é algo ruim) ou de continuar discutindo, que foi a medida a ser tomada por conta da questão palestina (o povo precisa mais da ação e não das pessoas deletérias, mesmo que essa postura furtiva de uma parte incomode ou irrite... (o comportamento da turma que faz isso não foi levado em conta na balança, porque se fosse a ideia seria parar, e eu queria parar desde 2024, mas se foi levando... até "onde dá"). Eu mesmo já deixei de discutir aqui, publicar coisas que podem ser relevantes sobre conflito Israel-Palestina por conta desse pessoal usurpando, fazendo esse tipo de patifaria, só coloco o básico (e tá bom), o povo que tem interesse também não comenta nos posts, então pra quê a gente se desgastar mais do já se desgasta? Não tem sentido. Quem perde no fim com isso? Garanto que eu não sou, ninguém aqui. A gente tinha um intento político sobre a questão Palestina, atingiu, o resto é secundário (pelo menos como eu vejo), até porque o espaço não era sobre discussão de "geopolítica" e sim sobre temática de segunda guerra (apesar de que isso envolve questões de geopolítica, sempre faz parte). E o que deixei de comentar eu duvido que eles vão pesquisar e soltar em vídeo.

"Mas fulano leva na esportiva"... eu até finjo "levar na esportiva" (e não fico remoendo isso quando desconecto), mas não gosto desse comportamento da "turma da surdina", de copy and paste e cia (quem acompanha as discussões saberá que isso não é opinião de agora), se não ficou claro com a série de insultos que eu solto nessa turma sabendo que eles não darão um "pio" aqui (vão ler e engolir caladinhos, pelo menos pra isso estão servindo, de "sparring"), ninguém gosta desse tipo de comportamento/postura, desencanem se acham que todo mundo tá "levando na esportiva". Não poder dar jeito é diferente de "levar na esportiva", se valer a pena (ainda tem isso), porque por vezes nem vale exceto fazer o escracho, pra "demarcar o terreno".

Por que essas pessoas fazem isso? Somos um "bando de leprosos"? Vão se danar. Querem ter respeito também se deem ao respeito agindo corretamente. Não sei se acontece isso fora do Brasil, é provável que ocorra, mas só vejo essa coisa rolar nesses assuntos aqui no Brasil, é surreal, como é surreal o nível de passividade do público que não busca nada sério pra ler exceto acompanhar "torcida de Live" no Youtube. Quero ver como esse público vai se comportar em caso de conflito escancarado com a mídia tradicional voltando a noticiar mais corretamente as coisas como fazia no passado.

A questão palestina pesou, sendo que eu acho que a gente já "cumpriu" o que queria desde maio de 2024 que era "provocar" e interromper o "marasmo" que rolava no assunto. Qualquer coisa pralém disso eu já acho até extravagância, não vejo muito sentido até, o que já se nota na questão do ritmo de discussão haver despencado.

Não temos compromisso com o pessoal desses canais ou com quem faz isso, sei os trechos e cia (e eu sei quem faz, o Google é sacana e dedura a cópia, apresenta os vídeos com trechos similares (pra azar dessa turma), assim que eu fico sabendo (eu não fico vasculhando). Os canais que a gente destaca são poucos e constam ou dos posts ou dos comentários nos Posts de Gaza (canais em português).

Acho uma postura deplorável porque o máximo que isso angaria é empobrecer a discussão visto que o povo aqui no país não anda dando o crédito que essa "horda de espertalhões" acha que têm "monopolizando" esses temas no Youtube. Porque não só existe Youtube pra comunicação em rede (algo bem óbvio), por mais que um blog ou outra rede não tenha o mesmo alcance, possuem determinado público e certo alcance, nicho. Quando eu menciono essas coisas aqui, o povo que acompanha os canais começam a reparar nessas cópias... por isso que a turma da surdina não se anime, as pessoas reparam nessas coisas, o pessoal mais atento, que lê.

Sem mais delongas, segue o vídeo abaixo, e pra constar, vou colocar link de "hashtag" sobre economia nazista (tem livro sobre isso, vários), tem alguns reviews no blog.

"How the Nazis created an economic miracle"


Sugestão de livro sobre economia nazista e fascismo: "Adam Tooze: "O salário da destruição. Formação e ruína da economia nazi", "Review" (Resumo/análise do livro, para entender o colapso da economia nazista)"
(https://holocausto-doc.blogspot.com/2025/02/adam-tooze-o-salario-da-destruicao-formacao-e-ruina-da-economia-nazi-review-resumo-analise-livro-para-entender-colapso-da-economia-nazista.html)

Economia nazista (hashtag https://holocausto-doc.blogspot.com/search/label/economia%20nazista)
Hashtags (https://holocausto-doc.blogspot.com/search/label/trabalho%20for%C3%A7ado) (https://holocausto-doc.blogspot.com/search/label/IG%20Farben) (https://holocausto-doc.blogspot.com/search/label/liberalismo)

Trabalho escravo/forçado no nazismo - bibliografia: (https://holocausto-doc.blogspot.com/2013/09/bibliografia-trabalho-escravo-forcado-no-nazismo.html)


Atualização (02.05.2026): "Hjalmar Schacht: el banquero que llevó a Hitler al poder | SLICE HISTORIA | DOC COMPLETO"