segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A "técnica" do negacionista Faurisson de "revisar" a História do Holocausto

Graças a atitude intempestiva e tola de um "revisionista"(negador do Holocausto) querendo mostrar que "sabia o que estava dizendo" e de que "iria demonstrar" que o Holocausto não ocorreu, o mesmo acabou de forma indireta ajudando a descobrir mais uma picaretagem dos ditos "revisionistas" do Holocausto(negadores do Holocausto).

Ele ao citar trechos das memórias de Hoess sem checar antes os trechos no arquivo orginal, acabou por "entregar" a técnica do Faurisson("revisionista" francês) de usar textos sem citar as notas que o livro contém que são comentários explicativos em cima do texto. Com uma simples checagem no arquivo original a pessoa encontra a omissão das notas, que claro, os "revis" não citam porque sabem que a maioria das pessoas não irá verificar quando ver um texto "rebuscado" demais ou mais longo.

As notas são acréscimos excenciais ou explicações adicionais em cima do texto do livro, omitidas pra dar a impressão de "estudo sério" do dito negacionista francês Faurisson, negacionista ou picareta, como queiram.

É dessa forma que os "revis" dizem que "revisam" a História, quando não distorcem algo escrito, deliberadamente omitem fontes ou inventam.

O trecho das memórias citado por "revis":

http://www.ihr.org/jhr/v07/v07p389_Faurisson.html
Do link do IHR: "At my first interrogation, evidence was obtained by beating me. I do not know what is in the record, although I signed it. Alcohol and the whip were too much for me. The whip was my own, which by chance had got into my wife's luggage. It had hardly ever touched my horse, far less the prisoners. Nevertheless, one of my interrogators was convinced that I had perpetually used it for flogging the prisoners."
Indo ao arquivo original do livro, a gente encontra algo 'a mais': as notas. Os trechos omitigos(as notas)pelos "revis" são destacados abaixo em vermelho, e são bastante importantes para a compreensão e validação do texto:
Livro: "At my first interrogation, evidence was obtained by beating me. I do not know what is in the record, although I signed it.

A typewritten document of eight pages, which Hoess signed at 2:30 a.m. on March 14, 1946. It does not differ substantially from what he later said or wrote in Nuremberg or Cracow.

Alcohol and the whip were too much for me."
Segunda parte onde o Faurisson omitiu a nota(em vermelho também):
IHR: "After some days I was taken to Minden-on-the-Weser, the main interrogation centre in the British Zone. There I received further rough treatment at the hands of the English public prosecutor, a major."

Livro: "After some days I was taken to Minden-on-the-Weser, the main interrogation center in the British Zone. There I received further rough treatment at the hands of the English public prosecutor, a major.

See page 16 of Lord Russell's Introduction for details of this interview.
"
Ou seja, o comentário sobre as notas e da importância delas, e que justamente por essa razão foram propositalmente omitidas pelo revimané(negacionista) francês, na primeira nota diz que Hoess assinou um documento de 8 páginas em 14 de março de 1946 que não diferia substancialmente do que ele disse ou escreveu mais tarde em Cracóvia e em Nuremberg (julgamento). Na segunda nota se pede pra que leiam a página 16 da introdução do livro feita pelo Lord Russell para detalhes desta entrevista. O arquivo está em inglês.

Conclusão: se alguém conhecer um "pesquisador"(entre aspas pra indicar que se trata de um picareta) que fica omitindo notas pra "ter razão" de forma falsa naquilo que lança como "tese", favor avisar.

Fica aqui mais um registro da forma como os ditos "revisionistas" do Holocausto(e considero o termo "revisionista" equivocado pois é usado pra confundir com revisionistas, sem aspas, até porque eles são de fato negacionistas) "revisam" a História da Segunda Guerra com intuito deliberado de negar fato histórico omitindo notas.

6 comentários:

Leo Gott disse...

O "papa" do "revisionismo" fez isso?

Isso é perseguição, "você está a por nomes"...rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs

Que saudade dos revimanés d'além mar.

Roberto Lucena disse...

"O "papa" do "revisionismo" fez isso?"

Não só fez como pelo visto também fez escola entre os revimanés, rsrsrsrsrsrsrs.

"Isso é perseguição, "você está a por nomes"...rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs"

Não escreva em português, escreva em brasileirês que o Joãozinho patentiou o "português de Portugal" e foi convidado pela ABL pra fazer "revisão" do Novo Acordo Ortográfico, rsrsrsrsrsrs.

Além dele "revisar" o Holocausto ele também "revisará" a língua portuguesa, seu cobarde! rsrsrsrsrsrs

"Que saudade dos revimanés d'além mar."

Não diz isso, quando falam no rabo, já, já pinta o diabo aí, rsrsrsrs.

Leo Gott disse...

Mas quem disse que eles comentam esse tipo de post? ainda mais o Juca Doido. rsrsrsrs

Fogem dele tal qual o diabo da cruz...

Ops...mais uma vez em brasileirês...rsrsrsrs

O "camoniano" não irá gostar, já já, "estará a por nomes". rsrsrsrsrs

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Roberto disse...

Recado pro "anônimo" que deixou um recado "amistoso" aqui demonstrando uma profunda "coragem", e o "anônimo" é de Salvador, Bahia. Da próxima vez que fizer uma dessas eu vou publicar todos os prints com lixo antissemita do Orkut de um "revi" de Salvador que escreve dessa mesma forma.

Como muita gente de alguns orgãos que acompanham esses bandos no Orkut leem esse blog, talvez se interessem em chamar você pruma conversa olho a olho.

Tirei print com a prova de que um cara de Salvador escreveu aqui e eu sei quem comenta dessa forma, não banque o "esperto" achando que fica anônimo. Não se entusiasme em escrever anônimo, esse é seu último recado publicado aqui, é extretamente fácil descobrir a identidade de um bando de covardes que escrevem no anonimato um monte de patifarias racistas.

Roberto disse...

Pensei que você ao menos tivesse coragem, já que demonstra ser desprovido de cérebro e de vergonha na cara, fora ser inconsequente e não ter a mínima ideia do que defende, mas pelo visto também ostenta outra má qualidade: a covardia.

Haja inutilidade o indivíduo chegar aqui pra só escrever besteira porque não tem absolutamente nada a dizer, nem saber, pra chatear, o que os "gurus" do revinazismo dizem esses elementos sabem.

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