Outra matéria da CBS (EUA) aqui sobre eleições nos EUA (Link1).
Mas pra "azar" dessas emissoras/canais, a gente tem como checar diretamente os dados (a quem souber acessar e avaliar), eu vi as sondagens de pesquisas nos EUA pros estados e os republicanos estão mal em todos, a menos de um mês da eleição, sem definição da guerra contra o Irã.
Não colocarei os dados aqui porque virou "hábito" de outubro de 2026, canais, sites e cia aqui do Brasil copiar tema, assunto, comentário, discussão sem dar crédito de nada de onde copiam, mas caso queiram checar por conta própria, o "enredo" está dado. "Muito bom" a gente ter o serviço de ler algo, garimpar, resumir e cia pruma dupla ou "carreira solo" copiar e sair replicando sem ter feito nada, depois reclamam quando dizem que o Brasil não é "sério" (por conta dessas coisas, isso é malandragem, coisa de moleque, no pior sentido do termo). E ainda copiam mal (deveriam pelo menos perguntar).
Pro pessoal que acha que a gente não "localiza" assunto nos comentários dos Posts, não criem ilusões sobre isso, é relativamente fácil de achar (caso se queira fazer isso).
A matéria como saiu no Público (jornal de Portugal):
Como andaram copiando (sem pedir, de novo) em página do FB (copiam sem os créditos, fonte e cia, tristeza a cobertura do mundo no Brasil), e é um assunto relevante, tomei "liberdade" em criar esse post, pra fixar, porque muita gente não lê nos Posts de Gaza, embora sejam bem acessados (pelo público externo).
Situação da guerra contra o Irã está fora de controle pros Estados Unidos, fora o conflito dos Hutis (Houthis, Ansar Allah) avançando sobre a Arábia Saudita (país aliado dos EUA e Europa Ocidental).
Cenas de horror dos próximos capítulos (nos EUA)... "to be continued"...
Já não bastasse as cenas de horror no Brasil e "a "barata" (povo) votando no veneno (PL e assemelhados)", mesmo que o Lula reverta a situação em 2o turno (torcemos por isso), o país ficará com congresso dominado por "tresloucados" atacando o STF (Supremo) que se perder ministros, será controlado pelo grupo bolsonarista junto com o Congresso. Como citei no Post sobre eleição (ficará fixo até o fim do pleito), se houver Pandemia e cia (citei o caso do Kennedy nos EUA e o surto de "sarampo" por lá, doença que havia sido erradicada ou controlada e retornou), ninguém vai conter excesso de Ministro da Saúde dessa turma no poder, fora outras desgraças (estou fazendo a "lista"...). https://holocausto-doc.blogspot.com/2026/09/votos-por-regiao-todas-as-regioes-estados-votacao-2026-confira-voto-contra-bolsonarismo-lula-presidente-13.html
Eu tive sarampo... antes de 1 ano, não era vacinado ainda, sou sobrevivente (em sentido literal), fiquei à beira da morte (meus pais comentavam). Pros que temem vacina, bando de inconsequentes.
São um bando de irresponsáveis quem "brinca", "brincou" com essa situação que se avizinha no Brasil. Esse país não aguenta mais quatro anos disso.
Período: (1871-1877) (Temas relacionados: Guerra franco-prussiana, Napoleão I)
Um conflito entre o governo imperial alemão e a Igreja Católica Romana na Alemanha foi iniciado pelo chanceler imperial, Otto von Bismarck. Sua política de unificação nacional exigia que a autoridade da Igreja ficasse subordinada ao Estado. Que não consegue alcançar, principalmente devido a uma burocracia ineficiente e à resistência passiva eficaz mantida pela Igreja, apesar da intensa perseguição.
Local: Império alemão (agora Alemanha)
O "Kulturkampf", ou "conflito cultural", contra a Igreja Católica Romana na Alemanha ocorreu tendo como pano de fundo dois triunfos brilhantes - tanto no âmbito militar quanto na política externa - alcançados por Otto von Bismarck enquanto primeiro-ministro da Prússia. Ao longo de um período de cinco anos, entre 1866 e 1871, os exércitos de Bismarck infligiram derrotas esmagadoras à Áustria e à França, as principais rivais da Prússia pela supremacia na Europa continental. A vitória da Prússia sobre a Áustria na Guerra das Sete Semanas, em 1866, conferiu à Prússia o controle da Confederação da Alemanha do Norte, uma associação pouco rígida de cidades industriais e ducados na região da Renânia. Com base nessas conquistas, Guilherme I, rei da Prússia, assumiu o título de rei da Alemanha. O delicado sistema de equilíbrio de poder liderado pela Áustria — que havia preservado a paz na Europa por mais de meio século após a derrota de Napoleão I — foi definitivamente rompido pela Guerra das Sete Semanas.
Quatro anos depois, Bismarck provocou a França, levando à Guerra Franco-Prussiana de 1870-1871. No Tratado de Versalhes de 1871, que confirmou o triunfo da Prússia, o rei Guilherme I da Alemanha foi coroado imperador da Alemanha, por insistência de Bismarck. Dois ducados franceses e vários estados do sul da Alemanha, incluindo a Baviera, foram incorporados ao novo Império Alemão. O próprio Bismarck tornou-se chanceler imperial, o principal executivo do imperador no reino. Ele presidiria um sistema federal de estados e cidades efetivamente dominado pela Prússia. A reunificação oficial das terras alemãs, após mais de sete séculos de fragmentação, foi a maior realização de Otto von Bismarck, que logo passaria a ser chamado de Chanceler de Ferro.
Apesar de seus surpreendentes sucessos na política externa até 1871, Bismarck não desejava novas conquistas. Ele era um nacionalista conservador cujo objetivo principal objetivo como chanceler era consolidar a nova nação alemã que havia sido criada. Inicialmente, porém, Bismarck — um protestante condenado — via uma ameaça iminente vinda de uma Igreja Católica Romana em ressurgimento sob a liderança do dinâmico Papa Pio IX. O que mais preocupava Bismarck era a doutrina da infalibilidade papal, recém-promulgada, segundo a qual o Papa não poderia errar ao se pronunciar sobre questões de fé e morais católicas. Bismarck ficou convencido de que essa doutrina conferia a qualquer Papa, na qualidade de defensor da fé, o poder de intervir até mesmo na política interna de uma nação soberana. O chanceler alemão considerava tal possibilidade intolerável. Ele também acreditava que uma coalizão potencialmente letal poderia estar se formando contra ele — liderada, sobretudo, pelos austríacos e franceses, desejosos de vingança e possivelmente orientados pelo Papa.
De qualquer modo, Bismarck via a Igreja Católica Romana na Alemanha como o principal obstáculo ao seu sonho de uma nação alemã protestante e poderosa, sob a mão firme e orientadora de sua terra natal, a Prússia. Ele desconfiava profundamente da lealdade de uma igreja cujos membros representavam quase um terço da população do Império, deviam obediência religiosa ao Papa e desfrutavam de independência praticamente total em relação às autoridades estatais alemãs no que dizia respeito a questões religiosas.
Em sua campanha contra o perigo católico no Império Alemão, o pragmático Bismarck encontrou um aliado pronto no Partido Nacional-Liberal do parlamento prussiano. Fundado em 1867, o partido estava comprometido com uma agenda que incluía a unificação nacional da Alemanha, o controle estatal das escolas e a rigorosa separação entre Igreja e Estado. Seus membros buscavam promover os valores laicos dos alemães urbanos de classe média que constituíam a base do partido. Eles eram ainda mais hostis à Igreja Católica do que o próprio Bismarck. Embora Bismarck não compartilhasse da orientação laica geral dos nacional-liberais, ele considerava a posição majoritária que detinham no parlamento prussiano indispensável para obter a legislação necessária à implementação de sua "Kulturkampf".
Entre 1871 e 1877, o Chanceler Bismarck, por meio de seus agentes e aliados parlamentares, conduziu um amplo programa de intimidação e perseguição aberta contra a Igreja Católica, especialmente na Prússia. O objetivo de Bismarck era reduzir a Igreja e seu aliado, o Partido Centrista Católico, a uma situação de total submissão ao governo. Após algumas medidas preliminares em 1871, Bismarck lançou uma série de leis hostis à Igreja, apresentadas por uma maioria parlamentar Nacional-Liberal dócil aos seus interesses. Seu principal agente na implementação dessas medidas foi um funcionário público prussiano chamado Adalbert Falk. Em janeiro de 1872, Falk foi nomeado "Kulturminister" — ministro da religião e da educação —, assumindo a chefia do departamento da burocracia prussiana diretamente responsável pela gestão das relações com as igrejas e as escolas religiosas do Estado. Falk, conhecido por suas convicções liberais e anticlericais, assumiu o cargo com entusiasmo.
De 1872 a 1874, o Ministério da Religião e Educação de Falk visou implacavelmente o clero e as escolas católicas. Os seminários foram assumidos pelo governo com o objetivo de incutir nos seminaristas os valores nacionalistas e amplamente seculares do Estado. Todas as nomeações eclesiásticas precisavam ser aprovadas pelo governo, especialmente as de professores que ministravam instrução religiosa em escolas católicas. Entre 1872 e 1875, cerca de 250 padres católicos foram presos na Prússia, a maioria por desobedecer os decretos do "Kulturkampf". Em 1875, todos os 11 bispos prussianos estavam presos ou no exílio. O Papa Pio IX declarou inválidas as leis do "Kulturkampf" e ameaçou excomungar quaisquer católicos que aceitassem a legalidade delas.
Outras leis atingiram antigos inimigos dos liberais, como os jesuítas. Suas escolas e residências foram fechadas em todo o Império Alemão, e os padres jesuítas foram forçados a deixar o país. Mais tarde, outras ordens religiosas sofreram o mesmo destino, assim como todos os mosteiros prussianos. Os leigos católicos também foram afetados. Cerca de 150 editores de jornais católicos foram presos, 20 jornais foram apreendidos e 210 membros do Partido do Centro Católico foram detidos em diversos momentos após 1871, principalmente por sua oposição pública à "Kulturkampf". Provavelmente a mais controversa das novas leis afetou tanto os leigos católicos quanto a sua Igreja. A Lei do Casamento Civil de 1875 estabelecia que apenas uma cerimônia estritamente civil, realizada sob a autoridade do Estado, tinha validade legal na Prússia. A partir de então, o Estado passaria a controlar os registros oficiais, retirando da Igreja mais uma de suas funções tradicionais.
Por volta de 1875, a campanha do governo contra a Igreja Católica enfrentava sérias dificuldades. Exasperado com a crescente oposição às suas políticas, Bismarck assumiu o controle pessoal da situação. Adalbert Falk foi deixado de lado e pressionado a renunciar. Um sinal claro da situação crítica do chanceler era o grande volume de propriedades da Igreja confiscadas pelo Estado em razão de multas não pagas. As autoridades eclesiásticas recusavam-se sistematicamente a cooperar com o "Kulturkampf". A resistência passiva revelou-se a tática mais eficaz para os católicos na Alemanha. Para muitos católicos, a reação não violenta à perseguição era personificada por Ludwig Windthorst, líder do Partido Centrista Católico. Muitos alemães protestantes, cada vez mais incomodados com a severidade e a crueldade de tantas das medidas impostas, passaram a simpatizar com a situação difícil de seus compatriotas católicos.
Probably the most important single factor in the failure of the Kulturkampf was the inability of the sluggish, tradition-bound Prussian bureaucracy to compel compliance. Bismarck could not correct this problem. He had also badly underestimated the resiliency of the Catholic Church to weather systematic persecution. In the process, German Catholics had built a more cohesive and committed religious community and had even experienced a notable spiritual renewal. By 1878 Bismarck, ever the pragmatist, had determined to cut his losses and move on to other pressing problems, such as the economy and the challenge of socialism. Falk became the scapegoat for Bismarck’s failure, while most of the Kulturkampf measures were repealed outright or allowed to languish. Only the laws on civil marriage and the state control of education remained permanently on the books.
Provavelmente, o fator isolado mais importante para o fracasso do "Kulturkampf" foi a incapacidade da burocracia prussiana — lenta e presa a tradições — de impor a obediência às medidas. Bismarck não conseguiu corrigir esse problema. Ele também havia subestimado gravemente a resiliência da Igreja Católica em resistir a uma perseguição sistemática. Nesse processo, os católicos alemães construíram uma comunidade religiosa mais coesa e engajada, chegando a vivenciar uma notável renovação espiritual. Por volta de 1878, Bismarck — sempre pragmático — decidiu minimizar as perdas e voltar-se para outras questões urgentes, como a economia e o desafio do socialismo. Falk tornou-se o bode expiatório pelo fracasso de Bismarck, ao passo que a maioria das medidas do "Kulturkampf" foi revogada ou deixada cair no esquecimento. Apenas as leis sobre o casamento civil e o controle estatal da educação permaneceram em vigor de forma permanente.
Significado
O *Kulturkampf* na Alemanha fez parte de um conflito europeu mais amplo entre o catolicismo e o liberalismo durante o final do século XIX. Na Alemanha, esse conflito foi complicado pela presença de um sólido segmento protestante conservador liderado por Bismarck. A maior realização de Bismarck foi transformar o Império Alemão em uma potência mundial. Entre os seus piores reveses, figurou o fracasso em reduzir a Igreja Católica alemã à condição de serva do Estado. Ele constatou que havia limites severos para os meios que podia mobilizar com esse objetivo. Em suma, a genialidade de Bismarck na política externa não encontrou paralelo na sua compreensão do poder da fé religiosa. Ele perdeu prestígio com esse episódio, embora não tenha sido um fracasso total. As leis do "Kulturkampf" sobre o controle estatal das escolas e o casamento civil obrigatório permaneceram em vigor, ainda que de forma modificada.
Bibliografia
Anderson, Margaret Livinia. Windthorst: A Political Biography. Oxford, England: Clarendon Press, 1986. Sympathetic, scholarly assessment of the career of the German Catholic politician who most effectively opposed Bismarck’s Kulturkampf.
Lerman, Katherine Anne. Bismarck. New York: Pierson and Longman, 2004. Places the Kulturkampf within the context of Bismark’s overall political motives and goals.
Ross, Ronald J. The Failure of Bismarck’s Kulturkampf: Catholicism and State Power in Wilhelmine, Germany. Washington, D.C.: Catholic University of America Press, 1998. Contends that Bismarck’s Kulturkampf failed largely because of the government’s inability to enforce its laws and decrees
Smith, Helmut W. German Nationalism and Political Conflict, 1870-1912. Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1995. First section describes the impact of the Kulturkampf on the national unification of Germany.
Pra quem não conhece o filme, o título em português (pelo menos do Brasil) saiu como "Ele está de volta" (https://www.imdb.com/pt/title/tt4176826/), vou colocar um vídeo que é "spoiler" do filme (não vale chiar que não foram avisados que o vídeo descreve o filme...) mas é complicado falar do filme sem "spoiler", porque esse filme alemão saiu como uma "comédia"... e não é bem uma comédia (não acho que seja, apesar do tom), com o passar do tempo a crítica se torna mais ácida, dura mesmo que com humor, é uma crítica dura do período atual de "fascistização" dos países, da própria Alemanha e cia, o filme é de 2015, bem antes de acontecer vários fatos desde então, até da chegada de Trump ao poder dos EUA pela primeira vez, Bolsonaro no Brasil, Merz na Alemanha...
Sempre quis assitir o filme (vou tentar), e no começo eu achei o filme "meio apologético" ao nazismo, a Hitler mas a impressão se modifica com o tempo... o filme é uma crítica contundente, dura, apesar do "humor" (humor ácido) de como conseguiram usar até a figura de Hitler, o personagem, pra mostrar que a "fascistização" dos países acontece à parte da figura, o aparecimento dessas "lideranças" costuma ser uma "resposta" ou consequência da mudança de pensamento, comportamento de determinada sociedade em crise, em busca de saídas simples, bruscas, xenófobas, reacionárias com o sistema capitalista em crise profunda. O Hitler do filme é espelho do comportamento da sociedade (como o Hitler original foi...), chegando ao poder por vias democráticas (da democracia liberal), forjando uma hegemonia cultural reacionária e cia.
No filme a figura de Hitler acorda no futuro e a Alemanha não é aquela de 1945, mas... assistam o filme. O vídeo de trecho com discurso que vou colocar abaixo é um bom indicativo (o vídeo da direita). As pessoas em vez de demonstrarem repulsa à figura de Hitler, como acontecia no passado, passam a tolerar os discursos dele criticando o entulho que virou a mídia, a distração alienante etc. Não vou dar "spoiler", mas pros que quiserem, o primeiro vídeo é um resumo do filme, com "spoilers" (em português).
Vou colocar o vídeo com spoiler (à esquerda) e um vídeo com trecho do filme à direita, pra quem quiser ver o segundo vídeo ou mesmo pros que não ligam pra "spoiler".
Alguma semelhança com o período atual no Brasil, Alemanha, EUA e cia? À parte o caráter periférico do Brasil, já há certa "modernização" interna do país...
Foi difícil de fazer um post rápido sobre o que se passou no Rio, difícil é forma de dizer, quase impossível, porque todo mundo anda exausto mentalmente por problemas do cotidiano, e no caso específico aqui pelo conflito (ou conflitos) no Oriente Médio, a gente pensa que consegue manter uma certa "imunidade" sobre o que se passa (sobre os relatos, imagens), mas uma hora a "conta" das cenas chega... fora a falta de discussão com outros grupos (por parte desses grupos que leem o espaço na surdina pra entender, de certa forma, o que se passa no conflito), eu critico pesado essa questão porque se "pensa" que deveria haver um bloco político defendendo posições e não é assim que a banda dessa "turma" costuma tocar.
No Brasil a "parte dita de esquerda" vem se comportando como patotas (há muito tempo) onde cada um queira ser mais pavão que o outro, o diálogo é escasso (quando existe) e a "exibição em Lives" suprimiu a discussão pública que havia no país antes da ascensão absoluta dessas mídias sociais dos EUA, em fóruns/comunidades e cia, pelo atual formato do Facebook e Youtube (principalmente essas duas mídias, mas podem colocar o ex-Twitter no meio). Não generalizando, mas o panorama geral vai nessa linha.
Mas como ressaltei em comentário recente nos "Posts de Gaza", eu iria editar o rascunho que eu havia elaborado (ficou longo) e remover os trechos de "discussão" sobre essa parte e ir direto ao assunto do post (que é o que realmente interessa, embora sejam temas entrelaçados, mais da questão da comunicação no Brasil atual).
Queria repassar ou registrar um vídeo do Leonel de Moura Brizola, de 1989.
O Brizola foi governador do Rio de Janeiro em 1983-1987 e venceu de novo em 1990, foi governador do Rio de Janeiro de novo entre 1991-1994, sendo implodido pela classe média carioca/fluminense com comportamento de turba seguindo o discurso "moralizador de turba" da Rede Globo e demais mídias (SBT, Bandeirantes, Record e cia).
No registro do programa "Roda Viva" de 1989 (TV Cultura, São Paulo), o Brizola comenta, na verdade relata, o que se passava sobre a violência no Rio de Janeiro (capital) e o crime organizado... nada diferente da atualidade. Exceto o volume de violência, que só aumenta sem "resolução" alguma, porque não se "resolve" crime organizado com espetáculo macabro midiático cheirando a "coisa de justiceiro", quando tem um quê de "cumplicidade" com o crime organizado a coisa toda... porque se não resolve, é porque as autoridades do referido estado, Rio, estão "enxugando gelo" ou "fazendo onda"... o problema dessas chacinas é que quando a coisa assenta, "acalma", começa a vir à tona a verdade por trás da patifaria toda. Se queriam blindar grupos com a chacina, acabaram por exepor pro país e pro mundo a coisa inteira como "nunca antes".
O vídeo do Brizola (mais abaixo) e a descrição que ele faz da coisa continua completamente atual. O Rio de Janeiro é governador majoritariamente pelas facções de direita há décadas, pergunta cabal (que alguns fizeram da chacina pra cá, não memorizei os nomes, mas é uma questão que eu também costumo fazer pra "direitona"): se a direita governa esses locais há tanto tempo, por que nunca "deram jeito" no problema? Quando não pioram?... Podem responder?
Por sinal, e isso é "cisma antiga" minha e pode ser de mais gente, eu suspeito seriamente (só a Polícia Federal e outros órgãos possuem meios de investigar isso) de que parte da turma do "berro", das "palavras de ordem" com "bandido bom é bandido morto" circula em torno do tráfico (depende economicamente de turma graúda), atua com força na rede repetindo esse discurso de turba de "bandido bom é bandido morto" e outras patifarias atacando gente de esquerda e cia, uns "vão na onda" mas tem uma parte que faz de forma calculada, porque o tráfico/crime organizado no Rio, principalmente, já se encontra disseminado no tecido social pralém das ditas favelas (que viram alvo das chacinas), há muito tempo, na classe média... que vai levar à infiltração no aparato estatal. Quem quiser acreditar que esses "movimentos" são coisa espontânea, ganhe o troféu de "ingênuo (ou idiota) do ano", com louvor.
Sem mais delongas, o vídeo histórico do Leonel Brizola sobre criminalidade e violência contra população periférica | 1989
O vídeo é de 1989... sobre crimes/chacinas que seguiam a mesma lógica de "esquadrão da morte" oriundos da ditadura militar brasileira (1964-1985), e que tocaram o terror nos anos 80 (ou até os anos 80, porque surgem antes disso) até serem relativamente "proscritos" (entre aspas), o que visivelmente não aconteceu de fato, há uma linha de continuidade na coisa até a formação do "crime organizado moderno" no país, com tinturas de máfia, Comando Vermelho, PCC e essa "milícia" que opera infiltrada no aparato do Rio de Janeiro (estado).
A quem chegou aqui e nunca ouviu falar de "esquadrão da morte", caso tenha nascido após 1990, 2000 (ou não), confiram (o fato de não terem ouvido falar nunca foi justificativa pra não ler sobre o passado recente do país, isso acontece porque o país não repassa mais assuntos históricos na mídia/TV, tirando caso do cinema recente e por falta de interesse das novas gerações). E um aviso, num dos vídeos sobre "esquadrão da morte", "Le Cocq", citam um artista do Rio, que vivia em área "nobre" (privilegiada) no Rio... usam o termo "nobre" pra "privilegiado" no país, das bizarrices brasileiras, "porras-loucas revoltadinhos" que vivem em áreas privilegiadas não são propriamente "gente de esquerda" e sim gente "desajustada", "excêntrica". Essa veia "cristã católica" carola de parte da esquerda brasileira sempre tolera essa turma "perturbada" por perto e acabam por criar essa distorção sobre o que é "esquerda" no país, que "esquerda no Brasil gosta de bandido" por conta desse pessoal, isso sim deveria acabar (pra ontem).
O Brasil dos anos 80 era uma coisa sui generis, bicheiros (classe média metida com isso até o talo, o "tecido social" de classe média/média alta e elite do Rio, parte da coisa obviamente, mas tem forte penetração, está ligado com o crime organizado, e não são favelados, nunca foram... essa turma não foi incomodada na chacina... os que apoiam em horda nas redes sabem disso, conforme o que comentei mais pra cima, mas como dizia, com direito a Rede Globo nos anos 80 alisar esse pessoal chamando alguns de "doutor" em desfile de escola de samba do Rio pra todo o país, quando na verdade uma figura dessas deveria ser presa (até simbolicamente na transmissão) por prisão perpétua pelo risco que representam ao país. Eu sei que não existe prisão perpétia no Brasil, mas se querem tanto discutir aumento de penas, discutam o aumento sobre isso, sobre crimes hediondos, a maioria do congresso não é de direita há décadas, por que nunca discutiu a sério a questão?...
Pros que nunca assistiram, e o pessoal mais novo não tem nem ideia do que seja, assistam o vídeo abaixo pra entender.
Lembram do "Dr. Castor" na Rede Globo? Não sei como essa emissora ainda faz "documentário" usando o termo "Dr. Castor" em "tom irônico" (é um escárnio com o país), provavelmente livrando a própria cara da emissora, como fizeram com a ditadura militar que apoiaram alinhada sempre aos Estados Unidos contra os interesses nacionais, contra os interesses do Brasil, maior parte dessas emissoras de TV privadas do Brasil e da América Latina agem contra os interesses nacionais dos países na América Latina/Brasil.
""Dr". Castor de Andrade explicando sua ausência no Sambódromo"
Na Itália ou em outro país não iriam mostrar alguém da máfia dessa forma...
Pros que acham que "os problemas do Brasil" só surgiram a partir de 2003 quando o Lula chega ao poder... o Brasil do passado antes de 2003 era coisa "punk"... a atualidade, por mais descrença que role atualmente, parece "passeio no parque" perto desse passado recente do país até os anos 2000, 2001. Por isso que uma turma acha que uma parte é "acomodada" com o governo e cia, é desconhecimento dessa turma do que o Brasil até começo dos anos 2000. Maioria da população não tem memória histórica, não ensinam essas coisas direito nos colégios, se ensinassem eu não estaria aqui ressaltando a questão, o que acaba gerando gerações de gente imbecilizada que continua remando conforme a "nova indignação" do momento da mídia hegemônica. E agora pra agravar com a ajuda dessas "Big Techs" "Made in USA" tornando o dito "Ocidente" em um hospício a céu aberto pela manipulação, distorção da realidade em níveis colossais, dignos de ditadura nazista que apela pra "misticismo", sandice pra manipular a massa.
A promiscuidade televisiva do país prossegue, o mesmo Castor de Andrade foi dar entrevista a então segunda emissora do país, SBT (São Paulo), programa Jô Soares: Trecho da entrevista de Castor de Andrade a Jô Soares (SBT) - 07/03/1991
O mesmo Jô Soares, que como humorista era formidável, até como apresentador, tinha um viés político moralista de centro-direita tucano insuportável, e pelo visto não via problema em entrevistar "bicheiros" nesse tipo de programa, tal o nível de alienação da classe média/média alta com a questão do crime organizado. Viam essas figuras de bicheiros como "coisa caricata"... hoje isso seria um "escândalo" com a situação atual do país. Eu mesmo me espantei (choquei) quando assisti de novo esses vídeos...
Mas como é que o país ou uma 'Unidade da federação' está chocada com o crime organizado com esse tratamento de "doutor" a gente desse tipo? Eu vi parte dos comentários nos vídeos e tem gente chamando o bicheiro de "sinistro" em vez de "bandido"... é uma moralidade e consciência política tortas, do mesmo pessoal que fica urrando "bandido bom é bandido morto", menos pros seus "ídolos" do crime organizado ou "contravenção".
Esquadrão Le Cocq é o começo do crime organizado no Rio e em vários estados, em plena ditadura militar, que gerou os famosos "esquadrões da morte" no Brasil que operavam o tráfico e outras "contravenções". Como citei acima, foi parcialmente desmontado nos anos 80 (se é que foi), com muito esforço de setores civis do país, mas pelo visto nunca totalmente. Grande erro a maioria das pessoas tem desconhecimento histórico do passado recente do país, o que é um problema muito grave porque torna a população vulnerável e altamente manipulável pela "crise do momento" fabricada...
Esses esquadrões em boa parte lembram as famigeradas Waffen-SS (https://en.wikipedia.org/wiki/Waffen-SS) (excluindo a questão extraterritorial delas, de nacionalidades), até na simbologia, o termo "esquadrão" não emergiu do nada. E geralmente o pessoal metido nisso conhece (mesmo que porcamente, mesmo sendo caricatura) essa literatura de segunda guerra mundial, nazismo e cia. O "nazismo caboclo" no Brasil vira crime organizado/máfia, infiltração em Unidades da federação/na elite financeira e cia.
Pra quem quiser ler mais sobre Waffen-SS, tem texto no blog (segunda guerra mundial), tem uma tradução de artigo incompleta, mas com a tradução online atual vocês finalizam fácil a leitura se os links estiverem no ar ainda (não verifiquei se continuam ativos). Pra resumir sobre as Waffen-SS, porque foi assunto recente em um "podcast" com o Breno Altman e um cidadão político no país, e muita gente "comentou" e citou como "SS" sendo que a Waffen-SS era o "braço militar" da SS, a SS já era uma força paramilitar do Partido Nazista mas se viu obrigada a criar essas "brigadas", grupos militares (com voluntários de vários países), como um exército, força militar, pra "concorrer" com o exército regular alemão (a quem quiser ler por forças armadas da Alemanha na 2aGM https://pt.wikipedia.org/wiki/Wehrmacht) porque as SS eram totalmente leais ao Partido Nazista, explicação resumida. O Breno não citou isso na "discussão" e não vi citarem em outros canais. Esse "aparte" é só pra "sacanear" mesmo porque não citaram (rs). Confiram na hashtag: Waffen-SS (Holocausto-Doc e Holocaust Controversies)
https://holocausto-doc.blogspot.com/search?q=waffen-ss
https://holocaustcontroversies.blogspot.com/search?q=waffen-ss
Por que o governo fluminense não fez uma "operação" nos bairros mais abastados do Rio "decepando cabeças" do "andar de cima" (da turma riquinha) metida no crime organizado/tráfico? Por que a horda que fica louvando chacina não defende chacina pra turma que vive em "áreas nobres" (mais privilegiadas, abastadas) nessas cidades do país? A matança é sempre "seletiva"? Pergunta redudante porque eu sei da resposta, mas é preciso dizer o óbvio pra uma horda de imbecis e gente sem vergonha, que entregariam o país ao governo norte-americano se pudessem, gente sem senso de pátria, coletivo, soberania, democracia etc.
A TV no país não exibe mais documentários, matérias de grande porte abordando essas questões, e as ditas mídias progressistas possuem severos limites, de alcance, estrutura e cia pra elaborar documentários e ter visibilidade (além do problema estrutural dessas mídias, não se preocupam com a questão e sim o "hype" do momento). Fora ficarem lendo posts, textos de terceiros sem dar o devido crédito ("lá vem você falando disso de novo", vou encher o saco, e não sou contra que alguém leia e repita se concorda, tá na própria descrição do blog/site que podem copiar desde que creditem, mas sou contra a postura desonesta de "ignorar" ou se apropriar cinicamente falando em canais como se tivessem dito ou pesquisado as coisas, só que não vou deixar de dizer o que penso ou que acho relevante por conta de um bando de imbecis, ninguém deve deixar de discutir o país por conta dessa "horda de Youtube").
Não vi ninguém ressaltando este outro ponto desde a chacina (já apareceu outra pessoa dizendo com mais detalhes, depois coloco o link), exceto um vídeo entrevista com o prof. Chico Teixeira (falando em um canal da dita "mídia progressista" que eu repasso aqui sem problema, a gente dá os créditos, os créditos são o próprio vídeo, tá no canal original), sobre o caso da prisão de gente metida com o "Comando Vermelho" (facção criminosa em questão) que pode ter dado origem à chacina (a prisão do cara), pra desviar o foco da prisão e cia. O sujeito era deputado.
Trus Entrevista: Rio, Laboratório da Necropolítica, Com Chico Teixeira 01.11.25
Ele comenta sobre uma delação (no vídeo, que já está sendo rechaçada como fato em alguns sites), que eu não achei mais matéria (andaram apagando...). O fato é que se esse cidadão falar sobre o que sabe da "infiltração" dessas milícias/facções no aparato estatal do Rio de Janeiro... "casas cairão"... com teto e tudo na cabeça da "moçada"...
E como podem atestar, essa turma não vive em favelas... e não foram atingidos pela chacina ocorrida em área de favela. Que põe em risco os policiais também (à parte os que agem de forma imprópria, as degolas de cabeça), usados como "bucha de canhão" pelo governo daquele estado (RJ). Você colocar em risco corporação policial em peso, inteira, deixando uma cidade desguarnecida, pra fazer "espetáculo de chacina", como dá pra rotular uma "operação" dessas? Até porque não vai acabar com crime organizado algum no Rio de Janeiro e no resto do país.
Acredito que à medida que as outras esferas do poder federal apurem o que se passou (ou parem de letargia com a questão), a "festa de fogos" dos ogros de extrema-direita se transformará em clima de velório político.
Espero que as pessoas não sejam tão precipitadas pra avaliar esse tipo de "ação violenta extrema" ignorando quem executou e o histórico, fora que isso nunca combateu crime organizado no país (e nem vai combater), isso é discurso pra "demagogo" ficar agitando plateia de idiotas e quem andou vendo muito filme de "Rambo" sem distinguir ficção de realidade.
Quem alega que esse tipo de operação desastre vai resolver algo, está mentindo pra si mesmo ou começo a suspeitar que o "tecido social" apoiador do tráfico é mais extenso do que se pensa em setores das "camadas médias" do pais (na dita classe média, que faz muito barulho)... fora emissoras de TV endossando a ação sem dar espaço pra discussão crítica (o contraditório), com surgimento de "pesquisas de opinião" em série pra endossar chacina... depois de uma megaoperação da Polícia Federal pegando ligação do PCC (São Paulo) com setor financeiro no país... por que essa turma "mais abastada" não foi abordada com "cabeças rolando" e tiros?... viram onde os cabeças pesadas do crime operam de fato? Vivem em áreas abastadas/ricas... Matéria abaixo: "A mão invisível do PCC. Acusada de lavar dinheiro do tráfico de drogas, a fintech BK Bank faturou pelo menos meio bilhão de reais em contratos com o poder público" (https://piaui.folha.uol.com.br/a-mao-invisivel-do-pcc-lavagem-dinheiro-bk)
" Operação fecha 49 postos no MA, PI e TO por lavagem de dinheiro do PCC " (https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/operacao-fecha-49-postos-no-ma-pi-e-por-lavagem-de-dinheiro-do-pcc)
Eu comentei quando a chacina aconteceu que o governo do Rio de Janeiro, governado pela extrema-direita olavética/bolsonarista do país, queria provocar uma GLO pra colocar as forças armadas no meio da "brincadeira", tal qual a baderna de 08 de janeiro de 2023 que resultou na prisão por tentativa de golpe de estado do ex-presidente da República (Bolsonaro) e os envolvidos na coisa (vários militares). Faltando a prisão da turma que financiou a "brincadeira toda"... os empresários graúdos... sem o dinheiro pra baderna, nada ocorreria, e investigação de ligações com grupos externos, dos Estados Unidos e cia. Se der, depois concluo até aqui porque ando sem paciência pra discutir essas coisas, e já começam a brotar outras questões da "operação desastre" do governo do estado do Rio de Janeiro, estado governado pela direita/extrema-direita há muito tempo, e o crime organizado só aumenta o poder em vez de decrescer.
A meu ver, caberia uma intervenção federal, tal qual houve no Distro Federal (capital Brasília) por conta da participaço do governo do Distrito Federal na coisa, intervenção civil na segurança do Rio de Janeiro, mas é complicado pro governo federal intervir dessa forma sem provocar um conflito generalizado (o crime organizado partiria pra alguma retaliação pra deixar a população com medo, em pânico, a mercê da desinformação da mídia e cia).
Muita gente não "se liga" ou não associa a propaganda anti-comunista ou anti-esquerda da Guerra Fria à onda anti-PT que culminou na derrubada do governo Dilma 2 (à parte erros do governo também), e como perdi acesso ao pessoal que estuda o assunto (ninguém responde mais email...) não consigo repassar muita coisa que vi esses anos sobre esses "movimentos". Por sinal, o "herói" que conseguir fazer um texto como o do uruguaio René Dreyfus (sobre o golpe de 1964, o que antecedeu), em detalhes, tem que ser chamado de herói mesmo, porque vai precisar da memória de gente que presenciou os eventos desde o Orkut (na ascensão do astrólogo Olavo de Carvalho e cia), e até hoje nunca ninguém sondou sobre a coisa, "história oral" é como se faz certos levantamentos também (https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_oral).
Muita coisa que a gente cita vem de "memória", porque os arquivos estão restritos, como o Google escondendo o "acervo" do Orkut e cia... e pra você localizar item a item nessas redes é "tarefa pra Titã"...
Mas voltando ao começo do post, o Stephano comentou na timeline do Breno (Altman) e eu ironizei (quase sempre ironizo algo) o "choque" dele com a premiação do Nobel pela reaça golpista da Venezuela e cia... o prêmio Nobel, destacadamente o da Paz e de Literatura, são projeções de poder da OTAN (a Escandinávia não é parte oficial, mas é um "puxadinho", fora os sentimentos anti-Rússia, anti-URSS, anti-comunistas etc e uma parte aqui no país, de forma tosca, idealiza a mesma como "socialista" por conta do estado de bem-estar forte... o Japão é de direita e tem a mesma coisa... esse negócio da classe média "ilustrada" desinformada do Brasil querer encaixar o mundo em "esquemas" fixos que aprenderam sabe-se lá onde é algo bem esdrúxulo, "complicado", pra dizer o mínimo...).
Mas voltando de novo, eu estava passando por uma livraria (vou colocar as fotos) há semanas quando vi o livro da Applebaum reeditado no país de novo, porque eu ironizei o Breno dele receber o "troféu Applebaum" por ter andado levando gente "exótica de direita" pro canal dele (problema e direito dele, como é direito meu ironizar/criticar) achando que isso vai formular uma "frente ampla nacionalista" ou bizarrices do tipo... "haja fé, irmão, haja fé!".
Esse negócio de "troféu Applebaum" era uma brincadeira (que nem sei se mais gente lembra) que se tirava no Orkut quando queria apontar algum reaça (em algumas comunidades) que se destacava em um mês ou semana... era uma piada, gozação interna (do pessoal que tinha acesso às moderações das comunidades, com os moderadores/moderadoras). Pra quem não conhece? O "Applebaum" vem de Anne Applebaum, que é anti-comunista até o talo (anti-stalinista, Breno...), o livro dela "Gulag uma história" foi reeditado, junto de "O livro negro do comunismo" (https://jacobin.com/2025/01/black-book-communism-courtois-history) e mais "literatura" propagandística do tipo, estilo Guerra Fria (apesar dessas publicações serem posteriores à mesma, seguem o mesmo tom da panfletagem da Guerra Fria).
Não havia só esse tipo de livro nas prateleiras, um monte de adulação dos Estados Unidos na Segunda Guerra (Stephen Ambrose, o do "Band of Brothers" https://en.wikipedia.org/wiki/Stephen_E._Ambrose), que foi minissérie (https://en.wikipedia.org/wiki/Band_of_Brothers_(miniseries)), que também serviu de inspiração (uma das, se a IA do Google não "fraquejar", rs, mas lembro da questão) ao filme "O resgate do Soldado Ryan" com o "Dia D" (tem mais fontes pra esse filme).
Muita gente à esquerda fica lamuriando citando que a Europa e o mundo acham que a libertação da Europa se deu pelos EUA na Normandia e cia, citam sem apontar de onde saiu as "histórias"... e o peso desse tipo de propaganda com viés "acadêmico" e afins. Foi vendo a prateleira cheia desse tipo de "literatura" de novo que refleti de que no dia que eu vir um contraponto da China nas estantes ou de outros países, aí sim dá pra dizer que houve uma "virada" no mundo... e isso que sempre fui entusiasta em afirmar que a coisa já ocorreu ou está a caminho, mas ver esse cenário de novo de 2005 e cia é deprimente.
As fotos das prateleiras (só tirei duas, a quem "duvidar", podem fazer a verificação por conta própria na próxima livraria que visitarem... o povo que acessa tem hábito de ver essas coisas?...):
Esse tipo de literatura circulou pesado no Brasil nos governos Lula 1 e 2, muita gente não associa uma coisa a outra, mas isso é promovido por grupos externos junto com setores do grande Capital dentro do Brasil pra promover uma "propaganda anti-comunista" anti-esquerda que no caso atinge diretamente o PT, Lula e cia... quantas vezes o PT foi associado a "comunismo" esses anos? O povo acha que a associação "caiu do céu"? Nunca vi a turma que questiona esse ponto citar essas coisas. E talvez se eu não tivesse visto essas publicações reeditadas eu não fizesse esse post (pra alguma coisa serviu).
Os grupos do "golpe branco" contra o governo Dilma em 2016 estão operando na mesma toada... como a dita "esquerda brasileira" faz frente a isso? Você vê o comportamento desse pessoal em canais no Youtube (não generalizando) e fica preocupado. Refiro-me aos "canais maiores", que vivem invisibilizando as coisas, comentários e cia embora leiam na surdina... querem criar cidadãos de "segunda classe" mas dizem combater o "fascismo"... desse jeito?...
Um dos motivos deu criticar o Breno aqui (post sobre a participação dele em um podcast, primeira participação dele "debatendo" com uma olavete sobre nazismo:
https://holocausto-doc.blogspot.com/2025/04/jogo-dos-200-erros-encontre-um-deles-debate-breno-altman-x-olavete-o-nazismo-foi-de-esquerda.html) é que ele implicou com o livro do Fest (Joachim Fest, biógrafo/historiador alemão, tem biografia famosa de Hitler, a principal ou uma das https://en.wikipedia.org/wiki/Joachim_Fest) que a olavete empilhou, sem nem ler pelo visto, porque o Fest nunca colocou Hitler como "esquerdista"... a crítica é que numa situação extrema como a do Brasil, você implicar com livros sérios de segunda guerra sem esse "propagandismo norte-americano ou da OTAN" é dar tiro no pé. Na situação adversa que o Brasil e América Latina vivem, você celebra quando tem um livro desse tipo junto dessa lixarada de propaganda da Guerra Fria.
Quando fizerem produção de livros críticos de segunda guerra nas livrarias do país, aí dá pra criticar o restante (e olhe lá).
A China vai se tornar hegemônica no mundo sem ocupar esse espaço de produção de livros (ou parcerias), filmes e cia? Em filmes anda tendo uma produção maior, mas quem domina as salas do país é a lixarada propagandística norte-americana, com seus "heróis" infantilizados da Marvel/DC Comics...
Mas voltando ao assunto dos livros, no período dos Lula 1 e 2 ainda rolava algum contraponto nas prateleiras, saia livro dos Finkelstein (tem o Israel Finkelstein desse livro de arqueologia https://pt.wikipedia.org/wiki/A_B%C3%ADblia_n%C3%A3o_Tinha_Raz%C3%A3o e o Norman Finkelstein https://www.versobooks.com/en-gb/blogs/authors/finkelstein-norman-g) nas prateleiras, do Edward Said (a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Edward_Said" target="_blank">https://pt.wikipedia.org/wiki/Edward_Said), de vários autores críticos da política externa dos Estados Unidos, de História e cia. Se havia a lixarada da "Guerra Fria" ao menos havia um "refresco" com a diversidade de autores críticos... que pouca gente acessa no Brasil, livro do tipo, de História, infelizmente é coisa pra "privilegiado" ou gente "muito curiosa" no país, deixar o texto do Daniel sobre o "preço dos livros", post de 2023 e continua atual, a quem gostar de segunda guerra sugiro que também verifiquem o blog do Daniel, "A Vida no Front" (https://avidanofront.blogspot.com/2023/09/sobre-livros-e-valores-inflacionados.html).
Havia muito entulho olavista nas prateleiras, destacadamente na Livraria Cultura (que faliu... os "raios" caíram... muita coisa anda sumindo no país de "olavice"...).
Muita gente acha que a cabeça do povo é feita em canal de Youtube e cia... visão bem rasa da coisa... veja o esforço ($$$$), dinheiro gasto nesse tipo de publicação, reedição no país pra certos propósitos, agora sem contraponto aparente.
Não sei o que o governo federal pode fazer sobre isso (ou se vai fazer, nem me refiro às editoras de "esquerda" porque parecem viver no "mundo da lua", nunca vi as mesmas comentando a questão... não sei se é azar, encosto etc conseguir observar essas coisas), mas temos um país sem produção crítica acessível ao público (classe média e cia), e veja o "estrago" (no bom sentido), ou impacto que causou o filme "Ainda estou aqui" com memória da ditadura militar... a identidade brasileira recente foi muito forjada na ditadura militar pra cá e na redemocratização do país, à parte a identidade anterior. Você não encontra uma publicação sobre período Sarney, Collor, FHC (mais elaborada)... documentários mostrando como era o país nos anos 80 (a miséria abundante, desigualdade extrema deixada pela ditadura militar). Aí depois não vale chiar, reclamar que a "direita aloprada doente" com bandeira dos EUA deu golpe no país... fazem vista grossa a tudo isso, o que querem depois?...
Fica o registro, pra que depois não acusem de "omissão"...
História do assassinato de Matteotti: a lápide da democracia. Em 10 de junho de 1924, o deputado Giacomo Matteotti foi morto pela polícia secreta fascista. Um homicídio que marcaria o início da ditadura de Mussolini na Itália.
Assassinato de Matteotti - Corpo encontrado
Em 16 de agosto de 1924, mais de dois meses após o assassinato, o corpo de Matteotti foi encontrado por acaso em um bosque vizinho a Riano (Roma), pelo cachorro de Ovidio Caratelli, um sargento carabineiro de licença. Wikimedia Commons
Cem anos atrás, o inimigo público número um do fascismo foi morto: o secretário do Partido Socialista Unido, Giacomo Matteotti (1885-1924). A partir de 1919, Matteotti, com um diploma em direito na manga, dedicou-se à política, inicialmente em nível local, depois como deputado. Ele foi um dos primeiros a perceber o perigo que se escondia por trás do esquadrismo que se espalhava no interior da Itália e coordenou a resistência de organizações camponesas em sua terra natal, Polesine.
Líder político. Em 1922, antes da Marcha sobre Roma, Matteotti juntou-se à ala reformista nascida de uma cisão no Partido Socialista Italiano, do qual havia sido expulso juntamente com Filippo Turati, mas foi graças à sua clara oposição ao fascismo que se tornou um líder político em nível nacional. Em 1923, publicou um ensaio intitulado "Um Ano de Dominação Fascista", no qual criticava o Duce por ter substituído o arbítrio pela lei, dividindo o país entre governantes e súditos.
Triste profecia. Já vítima de um feroz atentado em março de 1921, em 30 de maio de 1924, o deputado Matteotti assinou sua sentença de morte com uma acusação duríssima, entregue à Câmara, sob suspeita de fraude eleitoral durante as eleições de 6 de abril de 1924 (que levaram a futura ditadura de Mussolini ao Parlamento com 66,3% dos votos). Após contestar publicamente a validade do voto, disse aos seus colegas de forma profética: "Já fiz meu discurso. Agora preparem o discurso fúnebre pra mim".
Ele estava certo. Poucos dias depois, em 10 de junho de 1924, por volta das 16h15, ele foi sequestrado pela Cheka, a polícia secreta do regime, criada em 1924, justamente quando se dirigia ao Parlamento, onde faria um novo discurso na Câmara dos Deputados para ilustrar suas investigações sobre a corrupção governamental.
Pena de morte. O deputado Giacomo Matteotti foi colocado em um carro e esfaqueado até a morte pelo esquadrão fascista liderado por Amerigo Dumini. O corpo, enterrado em uma cova em Quartarella, a poucos quilômetros de Roma, foi encontrado cerca de dois meses após o assassinato, em 16 de agosto de 1924, pelo Brigadeiro Ovidio Caratelli. O crime causou profunda comoção em todo o país e marcou a virada para a ditadura, que foi então finalizada com as leis fascistas de 1925-26.
Totalitarismo. Mussolini assumiu total "responsabilidade moral e política" pela eliminação de Matteotti em um discurso proferido na Câmara dos Deputados em 3 de janeiro de 1925. Esta é, de fato, a data do início do regime ditatorial na Itália: nesta ocasião, o líder fascista reiterou diante de todos que estava pronto para desencadear a violência para eliminar qualquer oposição.
E a partir daquele momento, opor-se ao Duce, ao seu governo e ao seu partido significava ser um fora da lei.
Os agentes secretos do Duce. Mais tarde, Mussolini criou a "Ovra" para monitorar qualquer iniciativa antifascista. Fundada em 1927, era a instituição responsável por reprimir qualquer dissidência, especialmente a comunista. As ações de seus cerca de 400 agentes, que se utilizavam de milhares de informantes, sempre permaneceram envoltas em mistério, e a própria sigla nunca foi esclarecida. Para alguns, significava Organização para a Vigilância e Repressão do Antifascismo; para outros, Órgão para a Vigilância de Crimes Antiestatais.
Diz-se que o próprio Mussolini inventou o nome quando, diante de uma reportagem sobre o ataque a um esconderijo antifascista, apagou a palavra "polizia" e a substituiu por "Ovra". Não se exclui que o Duce, como ex-jornalista, tenha explorado a assonância da sigla com o termo "piovra", para significar a capacidade tentacular de atingir inimigos em qualquer lugar.
Eu não sabia se colocava isso em post ou em forma de comentário no "Post de Gaza" (parte 22), porque quando a gente faz comentário nos Posts de Gaza a turma do "copy and paste" adora "suprimir" na cara de pau de onde copiam coisas (que a gente escuta fulano A ou B repetindo o que a gente diz em alguns canais na maior cara de pau... o algoritmo do Google é cruel e dedura "conteúdo igual"... sabiam?... é assim que a gente fica sabendo quando replicam, em muitos casos). Mas como tentava dizer, achei melhor colocar em post porque não se "perde" como "comentário" até porque a questão é séria apesar do tom sensacionalista adotado por algumas "mídias". A quem quiser checar: "Jones Manoel recebe ameaças de morte de grupo neonazista internacional: ‘Não me intimido’" (ICL).
Faz anos que eu evito colocar "anúncio" de denúncia de "neonazismo" no Brasil por essas bandas (o blog) porque transformar ação de hooligans, que devem ser contidos, reprimidos, mas com pouca relevância política real (na disputa política do país, pela via institucional, tirando a extrema-direita representada pelo bolsonarismo), estava servindo mais ao sensacionalismo barato sobre "nazismo no Brasil" (os "arianos" brasileiros são bizarrice à parte) e uso político disso pra alarmismo sobre "antissemitismo no Brasil" do que algo real.
A quem quiser ler mais sobre a questão, fica a sugestão do site do prof. René Gertz, historiador gaúcho (site dele https://www.renegertz.com), ele faz crítica a justamente o que apontei acima do uso político desse "medo neonazista no Brasil" e da péssima abordagem que a mídia hegemônica/aberta faz como eu posso acrescentar também a dita "mídia progressista" (que vai na mesma linha). Nunca chamaram o René Gertz pra entrevista e discutir o assunto. Mas a dita mídia progressista não se diz "contra a corrente", contra o discurso da "mídia aberta"?...
Eu li a matéria do ICL acima e fui atrás de informação sobre o tal "Atomwaffen Division" (https://pt.wikipedia.org/wiki/Atomwaffen_Division), que eu nem sabia que existia (é tanto lixo neonazista ou supremacista abrindo "célula" de lobo solitário, que com um membro representante dessa turma na presidência dos EUA, Donald Trump, torna a existência desses entulhos em coisa pequena, no sentido literal, que já eram antes mesmo do supremacista Trump chegar ao poder, com o Bannon e seu entorno).
O dito "líder" dessa "Atowaffen Division" (o Waffen deve ter vindo de "Waffen-SS", divisões da SS que alistavam estrangeiros pra luta anti-comunista do III Reich, não só estrangeiros, era como uma brigada, divisões de guerra da SS, a parte militar da SS, a quem quiser saber o que é, verbete Waffen-SS https://pt.wikipedia.org/wiki/Waffen-SS), um norte-americano chamado James Mason (o verbete sobre o sujeito https://pt.wikipedia.org/wiki/James_Mason_(neonazista)), de 73 anos... e olha o perfil da figura, condenado por exploração secual de menor e e delinquência de menor também.
Reparem no termo usado, "acelarocionistas"... (https://pt.wikipedia.org/wiki/Aceleracionismo), leu até aqui e memorizou o termo? Memorize porque vou citar mais adiante pra dar uma "chapuletada" (https://dicionario.priberam.org/chapuletada). Coloco o verbete pra lerem, o português da "moçada" anda ruim... vocabulário ruim...por isso a repetição, apropriação de alguns termos que eu uso pra simplificar o entendimento de certos grupos... é uma simplificação, porque eu acho ridículo alguém repetir essas coisas de gente que nunca discutiu comigo ou com colegas mas ficam seguindo na surdina, e não é algo agradável, se alguém achou que eu levava na esportiva, nem eu e nem ninguém leva.
Mas como discutiamos... eu assisti parte dessa matéria da TV Tribuna (TV local https://www.youtube.com/watch?v=kStE-_PndZM) e pelo que o Jones comenta da ameaça, o povo tratar isso como "ameaça neonazista" de algum bando ridículo desses de hooligans no país beira ou à irresponsabilidade ou falta de noção do problema e eu vou detalhar, explicar...
A ameaça que o Jones cita consta que a figura ou figuras tinham mapeamento até de voos que a pessoa fez, mudança de endereço etc...
A menos que esses "hooligans" tenham feito algum "intensivão" da vida (se fizessem não ficariam com esse comportamento ridículo imitando lixo europeu e norte-americano), isso é coisa de aparato de Inteligência... ou de gente preparada monitorando você. Por isso que achei o tom infeliz dessa matéria do ICL e desse "confete" que parte da esquerda faz toda vez que surge nome "nazismo" na coisa, o despreparo é colossal e vergonhoso, e ainda engolem "pilha", despiste.
A Marielle Franco, vereadora pelo Rio, não foi morta a tiros por neonazistas... e sim por briga de milícia no Rio de Janeiro (capital).
O Jones nesses dias ou semana andou abordando essa questão aqui (tá no canal dele "A CPI do bilhão: o maior escândalo da história de Pernambuco" https://www.youtube.com/watch?v=my2nEImftWk).
Se o Jones ler isso aqui, e sei que a turma dos "webcomunistas" leem, ou amigos próximos... eu levaria a questão de ameaça bem a sério e esqueceria essa ladainha sobre "neonazismo"... que só faz cortina de fumaça pra coisa (a menos que a investigação da polícia aponte algum indício maior, qualquer pessoa "escolada" consegue plantar informação do tipo pra gerar distração, "nazistas!"). Achei bem ridícula e tosca a matéria "jornalística" que o ICL fez sem se aprofundar na coisa... porque o Jones comenta no vídeo da CPI do bilhão sobre questão de ameaça e logo depois aparece isso. Coincidência?...
E outra coisa, se forem copiar coisa daqui, citem a fonte, senão citar eu vou colocar link de matéria que reproduzir, copiar na cara de pau (não vou mais aturar essa babaquice).
Como disse no começo do post, eu deixei faz muito tempo de reproduzir matérias sobre "neonazismo" no Brasil por conta da manipulação e o mau uso feito em cima de bando de hooligans (arruaceiros, idiotas violentos, que devem ser punidos, mas sem esse alarme de III Reich no Brasil e cia, a extrema-direita brasileira é imunda mas não vai seguir a da Alemanha até porque, por "questões étnicas", é algo inviável... se é que me entendem... "nazismo é pra alemães, "raça alemã", "ariana", a baboseira que os alemães fizeram na segunda guerra, o "idealismo nórdico" e babaquices do tipo, racismo que segue vivo mas pelos Estados Unidos, Europa), tem explicações aos montes pelos posts, ou em livro de segunda guerra sobre nazismo (tem 'n' indicações no blog, é só checar a parte de bibliografias e ler, em vez de ficarem ouvindo tolice no Youtube).
Eu ando realmente farto da falta de seriedade, fanfarronice desses "meios de esquerda" no país pra lidar com essas questões. Falta de seriedade e leitura também (pelo visto).
Eu fiz um post recente sobre "webcomunistas", "webcomunismo" link (https://holocausto-doc.blogspot.com/2025/08/raio-x-da-dita-esquerda-radical-de-bolha-webcomunismo-de-youtube-o-porque-do-pt-ser-hegemonico-no-brasil-e-nao-haver-opcoes-politicas-ao-partido-pela-esquerda.html), onde tem crítica ao "movimento" (entre aspas, porque nem movimento político é de fato), e como sugeri canal crítico a esse pessoal, que tem vídeos relevantes que poderiam ser retrucados, respondidos em vez do povo "fugir" de discussão, mas que não endosso o tom sectário de "perseguição", de psicose sobre esse pessoal. Divergir é normal, mas entreraem em tom de psicose, sem condenar as ameaças é uma postura errada de vocês. O termo "acelaracionismo" foi trazido por canais críticos aos "webcomunistas" e só pra deixar claro, não há ligação alguma desses canais com bandos do tipo, mas achei curioso o termo reaparecer em grupo neonazista... é "curioso" como um bando de hooligans se apropriam desses termos, conceitos.
É bom essas turmas pararem do tom de galhofa, fanfarrônico sobre nazismo/neonazismo e levar a sério a coisa e que as autoridades competentes investiguem a fundo a coisa. É coisa pra esfera federal mesmo.
Ex-presidente J. Bolsonaro e esposa em igreja evangélica neopentecostal
Já havia assistido (só não lembro o nome do canal, se não me engano tinha o título com IBGE, e tinha uma abordagem religiosa, eu coloquei pra saber dos números, não pra "saber" da abordagem religiosa propriamente, a quem quiser procurar, saiu antes de anunciarem oficialmente o censo, só que não abri post esperando os dados), mas saíram os números do censo demográfico (de 2022) sobre religião no país que aponta dados interessantes sobre o assunto, a estagnação do crescimento evangélico (neopentecostal principalmente), na verdade, decresceu o aumento, crescimento do grupo dos "Sem religião", religiões afro, espíritas e uma certa estagnação também na queda do número de adeptos do catolicismo.
A quem quiser ler matéria sobre o Censo, seguem os links abaixo, a abordagem aqui citará outras questões que essas matérias não comentaram (discuto o assunto com outras pessoas, o que possibilita a chegar às conclusões), os links (da BBC):
"IBGE mostra que crescimento evangélico desacelerou pela 1ª vez desde 1960, enquanto religiões de matriz africana e número de brasileiros que se declaram sem religião têm alta: https://bbc.in/3SFdDpi". "Avanço evangélico perde força e outros 7 dados inéditos sobre religião no Censo 2022" (https://www.bbc.com/portuguese/articles/crk2p5xr0m7o).
Outra matéria interessante da BBC sobre a queda do "fenômeno evangélico"....
""Temos identificado que começa a existir uma espécie de desgaste de um tipo de cristianismo entre os próprios evangélicos", diz a cientista política Ana Carolina Evangelista"
'Excesso de política nas igrejas tem gerado desgaste entre evangélicos. As pessoas não se reconhecem mais nas lideranças'" (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cre9lqe4zvwo).
A segunda matéria tem até a ver com o que eu ia abordar sobre a questão aqui. Não lembro de ter lido a abordagem sobre o tema da "secularização" das sociedades, do "secularismo", que casou com a questão do extremismo político (a repulsa a isso).
Hitler e representantes das Igrejas na Alemanha, regime Nazista
A religião (cristã, as várias vertentes) na Alemanha declinou após a segunda guerra mundial pela associação das religiões, destacadamente o protestantismo (mas o catolicismo também afunda na Alemanha) associado ao Nazismo, ao regime hitlerista.
As igrejas católicas em Portugal vivem às moscas, às traças, pela secularização e pela associação da Igreja católica com o regime salazarista. As igrejas de massas na Europa se associaram com as várias vertentes de regimes autoritários pela Europa antes e na segunda guerra mundial principalmente, e de forma contínua nos países que mantiveram isso como Portugal, Espanha, Grécia (pouco lembrada)...
Nos países do bloco socialista houve algo inverso, a proibição das religiões provocou estabilidade e crescimento na coisa após a queda do bloco soviético/socialista e até rejeição das siglas de esquerda. Vejam como os fenômenos se entrelaçam com rejeição a políticas de Estado, regimes.
No Brasil o fenômeno neopentecostal (principalmente), que usava o nome mais amplo de "evangélico", se associou fortemente a extremismo político (bolsonarismo/olavismo) e já se associava a essas expressões ultraconservadoras importadas dos Estados Unidos pro Brasil. Na parte católica, os grupos ditos "carismáticos" e assemelhados também se associam a esse conservadorismo político, embora não seja exclusividade só desses grupos.
Também se pode destacar a associação desse fenômeno neopentecostal/evangélico (em sentido amplo, porque atinge denominações tradicionais protestantes de matriz norte-americana) ao apoio ao extremismo sionista em Israel e fora de Israel, que está executando genocídio na Faixa de Gaza (https://press.un.org/en/2024/gapal1473.doc.htm).
A associação com regimes extremistas como o Bolsonarismo/olavismo, extremismo político (principalmente de direita) vai afastando os adeptos dessas igrejas, organizações e cia. As pessoas cansadas do extremismo, cansadas das "falsas promessas" da "teologia da prosperidade" (https://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia_da_prosperidade) que não se cumpre e enriquece gente sem escrúpulos vai criando um movimento de distanciamento, afastamento da maioria das pessoas dessas seitas/igrejas.
Isso vai se associando à secularização que é a perda de força da influência religiosa sobre aspectos da vida pública e cultura no país. Ironicamente, o extremismo político raivoso de direita sedimentou a secularização de novo no país, que não é um processo que "brota do nada", e é algo coletivo, grande, que vinha forte no fim da ditadura militar no Brasil (a associação do regime com igrejas, principalmente a Igreja católica, provocou descrença na Igreja católica e abriu espaço pros neopentecostais) e foi interrompido por esse crescimento neopentecostal no Brasil parece que retornou, com vigor e força, e isso é muito bom pro país.
A quem não gostar do assunto, procure brigar com o número do Censo e as "causas" apontadas em vez de dar "chilique", faniquito porque não são afeitos (acostumados) a críticas (com base, ninguém está "inventando" nada aqui, pra criticar algo tem que ter base em alguma coisa sempre, e fontes).
P.S. não se assustem também se começar a "pipocar" (estourar) o fenômeno de "pastores" e "padres" caindo em uma "fofurice" "arrependida" dos "pecados" de terem abraçado esse extremismo político e religioso pra tentar evitar a perda de adeptos/fiéis... a perda de adeptos/fiéis impacta diretamente na "Receita" (fundos) desses agrupamentos... e quando bate no "bolso", o "amor quase sempre acaba" (veem-se obrigados a adotar outra linha ou sumir com o tempo). Pros que quiserem acreditar no "arrependimento" desses "surfistas de onda" do extremismo que se consolidou no país desde o maldito junho de 2013 (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv281p5znrjo a revolução colorida "made in USA" que destroçou um país, como vários outros, vide a Síria e vários países de maioria árabe).
Andei lendo o verbete do N. Finkelstein na Wikipedia (em inglês), que sofria preconceito forte de uma camada da "academia" aqui no Brasil (os caras querem combater tecnologia em vez de assimilar e aprender/entender como a coisa funciona e usar, por pura preguiça, desleixo, falta de interesse), principalmente a versão em português (que é problemática justamente por essa falta de empenho, motivação que esse meio acadêmico deveria insuflar nos alunos/estudantes pra melhorarem esse tipo de site enciclopédia), e como dizia, fui ver outra coisa no verbete (sobre um livro dele ou tese), como acabo lendo o restante, havia uma citação sobre "wokeism" (que é como chamam nos EUA o que no Brasil se "popularizou" como "identitarismo").
Fui ver o verbete em português e só conseguiram achar um "termo" sobre isso em 2012 (de um texto obscuro pra poder citar pra negar o que afirmo de que a coisa tomou vulto num finado grupo de esquerda do Facebook, há problemas de registro das discussões, e é um problema sério essa questão da "memória" em tempos "digitais"), o resto das citações é sempre depois de 2016, principalmente no Brasil https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_identit%C3%A1ria). Em inglês o termo (https://en.wikipedia.org/wiki/Woke).
Como o Finkelstein não costuma ser contestado como o pessoal "não-celebrity" o é (o Finkelstein já foi citado nas "mídias alternativas" recentemente, em algumas como se fosse uma "novidade", o que é bizarro, mas tudo bem, antes tarde que nunca...), eu ia mencionar esse trecho há mais de semana e não deu, sobre o que ele comenta sobre "identitarismo", que como disse acima, nos EUA recebeu o nome de "wokeism", "movimento Woke", ou mais precisamente acabou se popularizando com esse termo já que "identitarian" significa outra coisa em inglês (termo ligado a movimentos/grupos supremacistas brancos).
Vou colocar o texto original em inglês e a tradução mais abaixo:
""Wokeism"
In May 2023, on Glenn Loury's podcast The Glenn Show, Finkelstein called wokeness a "lucrative scam" and "intellectually worthless", criticizing Ibram X. Kendi's and Angela Davis's speaking engagements as "rich white folks using woke people as protective cover".[134]
In an interview with Imran Garda, Finkelstein expanded on this:
I didn't have a problem with it, it seemed to be another "college fad"... but then it became painfully obvious that it was politically a very pernicious phenomenon... the big difference between political correctness and woke politics is political correctness was really marginal, a few campus radicals, but the Democratic Party has instrumentalized identity politics to displace what was once its base, namely the trade union movement... identity politics has infiltrated most of what you would call liberal culture and so its impact, the dangers it poses are much more significant... identity politics has appropriated those causes, the women's question, the African-American question, but lopped off the class element.[135]"
Tradução (português):
"Identitarismo"
Em maio de 2023, no podcast de Glenn Loury, o "The Glenn Show", Finkelstein chamou o "wakeness" ("identitarismo") de uma "fraude lucrativa" e "intelectualmente sem valor", criticando as palestras de Ibram X. Kendi e Angela Davis como "pessoas brancas ricas usando identitários/minorias como cobertura de proteção".[ 134]
Numa entrevista com Imran Garda, Finkelstein expandiu a crítica:
"Eu não tive nenhum problema com isso, parecia ser mais uma "moda universitária"... mas então ficou dolorosamente óbvio que era politicamente um fenômeno muito pernicioso... a grande diferença entre o politicamente correto e a política identitária é que o politicamente correto era realmente marginal, de alguns radicais de campus (Universidade), mas o Partido Democrata instrumentalizou a "política de identidade" para deslocar o que já foi sua base, ou seja, o movimento sindical... a política de identidade se infiltrou na maior parte do que você chamaria de cultura liberal e, portanto, seu impacto , os perigos que representa são muito mais significativos... a política de identidade apropriou-se dessas causas, a questão das mulheres, a questão afro-americana, mas eliminou o elemento de classe.[135]"
Quando a gente tentava dizer a mesma coisa (há muitos anos), muito tempo atrás, vinha uma leva refratária negando, atenuando, "passando pano", "mas não, vocês exageram, isso não é tudo isso que alegam etc". Taí o estrago político, econômico e o que esses grupos apresentam na prática de discurso de melhoria pra população nesses países?
Se alguém tiver algum ponto disso (melhorias pro povo, pras minorias por parte dessa claque que ruge como leão nessas bolhas, e afina com a extrema-direita) pode vir aqui e apresentar.
Estou destacando o trecho do Norman Finkelstein aqui porque a apropriação de comentários, citações e discussões é tão constante (pro meu lado e de outras pessoas), sem se dar os créditos etc ("ah, mas por que isso é relevante?", comento pro fim), que é bom sempre deixar registrado pra depois não virem se apropriar e lançar (por terceiros) como se "soltassem uma bomba", se mencionarem (quem ler o post vai saber de onde saiu quando ouvir/ler em outro canto, porque são sempre os mesmos redutos). Por que é relevante citar fonte e cia? Porque isso é um debate público, ou deveria ser, não é "propriedade" de patotinha A ou B, fora que se apropriar de discurso político, comentários etc de terceiros e apresentar como sendo seu é de uma desonestidade intelectual miserável, e eu começo a perder respeito quando fazem isso.
Porque eu poderia simplesmente ficar em silêncio, só que como eu sei que o nível de discussão nesse país é um lixo há muito tempo, e a gente (eu incluso) precisa desse país pra viver e sobreviver, eu não posso simplesmente adotar uma posição "linha dura", "egoísta" (mas justa, se eu eu fizesse estaria no meu direito, e não abusem, não tenho muita paciência mais com esse tipo de babaquice de internet) de silenciar, lavar as mãos e deixar o barril de pólvora explodir (mesmo que eu me lasque junto), mas não sou irresponsável e inconsequente pra isso, mesmo com a atitude pueril de uma parte.
Eu sei que a ideia bem colocada, correta, verdadeira, trazida a público, em algum momento se dissemina (se houver quem consiga fazer isso), se espalha, e se servir pra população ela é assumida como valor cultural de um povo etc.
Acho até engraçado uma parte da esquerda do país viver falando em Gramsci e não entender nada do que o cara disse sobre hegemonia cultural (o astrólogo "Olavinho" deu um nó na "intelectualidade" das Universidades brasileiras nisso, tendo só a quarta série do primário, o que é uma vergonha completam, tudo por preguiça/desleixo do meio universitário e despreparo pra lidar com o problema), aí quando a gente "adere" ao "gramcismo" os caras não entendem ou vão a "reboque". O termo "identitário" foi propagado à revelia da "vontade" dssas mídias alternativas, de forma até marginal (via grupo de Facebook, anos de 2015/2016, e como disse acima, de difícil registro, porque ninguém deu muita atenção à época disso e é difícil vasculhar arquivos velhos nessas redes fechadas, há um problema de estudo da memória do que foi propagado nessas redes fechadas das Big Techs, elas podem fazer um "1984" a todo instante apagando coisas, a memória histórica recente, e fica por isso se ninguém catalogar).
O discurso "identitário" infestou as siglas de esquerda do país (Brasil) também, implode tudo por onde passa. Mas tem gente que quer que sejamos tolerantes com a coisa, a troco de quê? De algo que não presta? De algo que não melhora vida de minoria (mas as usa pra fins políticos escusos)? Ponham a mão na cabeça e reflitam sobre isso, e parem de querer "ir na onda" pra agradar meia dúzia, a pancadaria come mais adiante (contra todos), Bolsonaro cresceu e emergiu em cima dessa palhaçada toda parida na última década.
Depois chiam quando a extrema-direita "woke" (a turma "neurótica" com "identitarismo" são os identitários de direita, pra fazer "tabelinha" com os "à esquerda"), discutindo besteira. Esses de direita são os famosos fiscais de "traseiro", como a gente chamava gente moralista e reaça que dava piti com essas questões comportamentais e similares. Ficam de tabelinha discutindo besteira com os "chiliquentos" de sinal trocado e rebaixando o nível da discussão pública do país por onde passam.
Larguem essa turma enquanto é tempo, porque quando o povo explodir dizendo "chega", vão passar um trator em cima de quem ainda estiver agarrado a esse pessoal. E não se trata de discriminar minorias, isso é afirmação falsa de meia dúzia de bocós, as causas em questão (de grupos discriminados) já existiam antes dessa baboseira "mande in USA" (norte-americana) aportar no país e ser reproduzida, tem que se retomar a discussão antiga e não bobagem (moda, artimanha) importada dos EUA.
A questão sobre racismo na Constituição de 1988 foi elaborada antes dessa baboseira tomar corpo no país (muito antes), só pra mostrar o quanto esses bandos que surfam em cima dessas "ondas" são um "paiol" de "nada" (de 'inutilidade' a serviço da classe dominante do Brasil alinhada a dos EUA). Porque somos uma colônia, um país dominado, e essas patotas também negam esse status do Brasil (mas tá cada vez mais difícil de negar o problema/a questão).
ATUALIZAÇÕES DO POST NACAIXA DE COMENTÁRIOS.(UPDATES IN THECOMMENT BOX). Pra coisa ficar organizada e poder achar link depois, vou centralizar tudo em um post (esse post sempre ficará no topo, se for necessário).
ATUALIZAÇÕES DO POST NACAIXA DE COMENTÁRIOS.
A caixa de comentários servirá justamente pra atualização sobre o conflito e desdobramentos (links de notícias, vídeos etc), desdobramento dessa disucssão aqui ("Para entender o conflito Israel-Palestina, livros [Bibliografia Oriente Médio] - Atualização 2023"), e denunciar o papel podre da "grande mídia" do Brasil (Rede Globo, SBT, Record e cia) justificando os crimes contra Gaza (mais de 1600 crianças mortas no dia de hoje em Gaza) sem mencionar nunca o apartheid do projeto colonial israelense, punição coletiva (continuada) sobre a população palestina que está com corte de energia desde o começo da crise, água e comida (entraram poucos caminhões com suprimentos no dia de hoje pela fronteira com o Egito). Isso é um contraponto a essa mídia podre, venal e vendida do Brasil. Papel que essa mídia já faz com o próprio país desde antes da ditadura militar (1964-1985) atrelada a interesses externos contra o bem-estar da própria população do país (com uma parte bem alienada).
Aos que acham que isso não funciona, o "cerco" da "grande mídia" pra defender a posição EUA-Israel ruiu. Como disse numa discussão ou no post sobre bibliografia do conflito, eu acompanhei pela rede o conflito de 2006 (Líbano), Gaza (2009, 2012, 2014), então já era previsível que essa postura podre da "grande mídia" (que não foi tão raivosa como dessa vez) iria ruir em pouco tempo, pois a defesa da política israelense é indefensável.
Depois se atualiza o post, mas como sugestão já que tem gerações inteiras no país (e fora do Brasil) que não têm ideia do que foi o regime de Apartheid da África do Sul, que só ruiu em 1994, 3 anos após o colapso soviético (o fim da União Soviética em 1991).
Um filme que retrata o regime e um dos primeiros de sucesso de impacto pelo mundo foi esse "A dry white season", que saiu com o título de "Assassinato sob custódia" no Brasil, com grande elenco: Marlon Brando, Donald Sutherland e Susan Sarandon. Não vou narrar a história senão vira "Spoiler", mas acho que relatar isso não detona o filme, pessoas da minoria branca, afrikaners, vão saindo da alienação do regime de segregação e tendo choque de percepção da segregação daquele país e do regime cópia parcial do regime nazi fazia, dissidentes, e passam a ser perseguidos como "traidores do regime".
A denúncia pesada do regime de Apartheid sulafricano começou na década de 80, em 1994 a coisa afundou em definitivo, pros que acham que não "tomar partido" não resolve nada, a covardia é que nunca mudou "muita coisa".
Sem apoio e denúncia global do meio artístico dos setores ditos progressistas nos EUA e no Reino Unido, o regime de apartheid sulafricano teria se perpetuado por mais tempo.
Existe cópia do filme em inglês no Youtube, esse filme foi dublado pra português (BR).
Se eu colocar o link aqui é capaz do Youtube remover (paciência), já estamos em cerco de censura com essas "Big Techs" dos EUA há tempo, mas as pessoas conseguem assistir isso acho que pela Netflix e cia: