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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Fosfosol para memória, 1993, Rússia. Sobre traições políticas... em "especial" pro pessoal que anda negando as traições em outro país...

Transcrever pra cá trecho da Wikipedia, porque escrever parecido seria desonesto, e dá pra fazer comentários em cima do texto e do tema, pouco ou nada lembrado no mundo, principalmente pelas "bandas do Brasil"... o país desmemoriado (não tem nem memória sobre si). Pensando bem, faço um resume bem "resumido"...

O motivo desse post é mais uma ironia ("somos provocadores", provocação, rs) com certa turma que se fixou numa trincheira negando qualquer traição no episódio de capitura (pelos EUA) do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro e sua esposa, sequestrados ilegalmente para os EUA e confinados lá como prisioneiros políticos (não reconheço autoridade norte-americana sobre prisão pirata de presidentes da América do Sul, os povos da América Latina e resto do mundo não devem reconhecer as prisões piratas feitas pelos Estados Unidos).

A reportagem resumida em inglês (BBC) de pouco menos de 3 minutos, com cenas da época do ataque do exército russo ao Parlamento:


Um breve resumo, em 1993 houve um levante armado na Rússia, último suspito de restauração da União Soviética ou da Rússia soviética em solo daquele país. Boris Yeltsin, o traidor da URSS e queridinho do "Ocidente" (EUA e Europa Ocidental), deu um autogolpe na Rússia dissolvendo o parlamento russo e instituindo seu regime presidencial por decreto. Yeltsin iria passar suas reformas neoliberais destroçando o bem-estar russo, a serviço do dito Ocidente, como vários governos marionetes na América Latina e cia, a restauração capitalista da Rússia estaria "completa".

Em fim de setembro, Ruslan Khasbulatov destitui Yeltsin da presidência e proclama o vice-presidente, Alexander Rutskoi, como presidente interino da Rússia. Setores armados apoiaram a posição do parlamento, setores que queriam restaurar o regime soviético, parte disso ou preservar os direitos da era soviética.

Por fim, Yeltsin consegue unificar o apoio dos militares do Exército e dá ordem pro Exército russo abrir fogo contra os "revoltosos" e pôr fim ao "motim" ou levante, passando por cima do que viam pela frente.

Saldo da batalha: 147 pessoas mortos e 437 feridas, mais de dez dias de caos.

Yeltsin, o queridinho do "Ocidente" (EUA e Europa Ocidental), virou presidente absoluto na Rússia por um autogolpe (de Estado), e ninguém no dito "Ocidente" (autoridades), nunca condenou o gesto...

A quem quiser ler mais a fundo a coisa completa, confiram os links (vou colocar em português e inglês):
https://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_constitucional_russa_de_1993
https://en.wikipedia.org/wiki/1993_Russian_constitutional_crisis

O assunto saiu no site do Breno em 2024 (curiosamente), pra que não possam alegar que "ninguém viu" a coisa... (https://operamundi.uol.com.br/pensar-a-historia/a-crise-de-1993-o-banho-de-sangue-que-garantiu-o-retorno-da-russia-ao-capitalismo). E não tinha visto esse texto, apareceu quando fui ver os demais links na busca, não tomei como referência esse último link. Mas aqui não obstruímos ou omitimos "fonte de A ou B"... aqui se "arregaça" tudo, "duela a quien duela", rs. Tem até gente com saudade "disso" (https://www.instagram.com/reel/C1GVUQOMlt8/).

Pros que acham que "traição política" é algo do "outro mundo", está em negação histórica... ao considerar que isso é "um absurdo". A quem não pegou a coisa, podem ler esse post sobre a questão na Venezuela:
https://holocausto-doc.blogspot.com/2026/01/surgimento-de-um-governo-bonapartista-na-venezuela-apos-a-traicao-nacional-venezuela-destituida-e-destruida-sabado-nasce-o-trumpismo-bolivariano-mas-ate-quando.html

E leiam as atualizações sobre a Venezuela no post 24 de Gaza, como tem atualização no post acima também:
https://holocausto-doc.blogspot.com/2026/01/post-sobre-conflito-no-oriente-medio-e-a-crise-humanitaria-em-gaza-palestina-discussoes-na-caixa-de-comentarios-parte-24.html

O caso mais recente foi o comentário do representante russo na ONU finalmente alegando que Maduro foi traído na Venezuela. Não coloquei o link da RT (russa) , porque a RT foi banida de várias redes "ocidentais", e quando você coloca link da coisa pode sofrer censura, mas tem a frase dita nos links acima sobre a traição ao Maduro. Daria pra tirar um print da tela, depois vejo se é possível, só pra registro.

Andaram acusando que quem duvidava da "santidade" da Delcy Rodríguez e do pessoal que se encontra "governando" a Venezuela, que seriam "provocadores", "desinformados" e cia... "analistas de Facebook", rs. Tudo isso (tentativa de desqualificar) por que não conseguem emplacar um "delírio" (pra usar palavra bonita)? Força! rs.

Esse negócio de "mudar de regime" sequer é novo... se conseguiram fazer isso na União Soviética (URSS)...

Tá mais fácil rebater esse pessoal que os "revis" (negadores) do Holocausto, passeio no parque, rs. Colocar até música pra celebrar gol do "Fantástico" ("Faster", G. Harrison), o bom do blog é que aqui a gente pode colocar música e trechos de vídeos sem a censura do Youtube (até quando? Vai saber...).

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Presidente antissemita do Irã nega novamente o Holocausto

Ahmadinejad chama Holocausto de "grande fraude"

TEERÃ (Reuters) - O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, chamou o Holocausto de grande fraude nesta quarta-feira, reiterando uma visão que já havia sido denunciada por rivais moderados nas eleições presidenciais deste mês.

De acordo com a televisão estatal Irib, o conservador Ahmadinejad fez as declarações durante discurso contendo seu último ataque verbal a Israel, país não reconhecido pela República Islâmica.

Descrevendo Israel como "o regime mais criminoso na história humana", ele continuou para se referir a "grande fraude do Holocausto".

Os críticos de Ahmadinejad, incluindo reformistas e até mesmo alguns conservadores, dizem que seus veementes discursos antiocidente e seu questionamento do Holocausto isolaram o Irã, que enfrenta o Ocidente por suas ambições nucleares.

Teerã diz que seu trabalho nuclear tem apenas fins pacíficos mas países ocidentais temem que se trata de um programa militar secreto.

Ahmadinejad tem contra-atacado seus oponentes, que incluem o ex-primeiro-ministro Mirhossein Mousavi, acusando-os de tentar enfraquecer o Estado Islâmico por quererem uma política de afrouxamento com o Ocidente.

O presidente, que busca reeleição no pleito de 12 de junho, enfrenta dois candidatos moderados: além de Mousavi, o ex-presidente do Parlamento Mehdi Karoubi e o conservador ex-diretor da Guarda Revolucionária Mohsen Rezai.

Ahmadinejad assumiu o poder em 2005 com a promessa de divisão mais justa dos recursos do petróleo e retorno à valores revolucionários islâmicos. Neste mesmo ano, ele causou indignação no Ocidente ao dizer que o Estado de Israel deveria ser riscado do mapa.

(Reportagem de Hossein Jaseb e Zahra Hosseinian)

Fonte: Reuters/Brasil Online
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/06/03/ahmadinejad-chama-holocausto-de-grande-fraude-756179478.asp

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