sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Votos por região, todas as regiões - Chapas/números por região/estados - votação 2026, confira (voto contra o bolsonarismo)
LULA Presidente da República (VOTE 13):
Região Centro-Oeste: (https://holocausto-doc.blogspot.com/2026/09/regiao-centro-oeste-chapas-numeros-por-regiao-estado-votacao-2026-cola-fila.html)
Região Nordeste: (https://holocausto-doc.blogspot.com/2026/09/regiao-nordeste-chapas-numeros-por-regiao-estado-votacao-2026-cola-fila.html)
Região Norte: (https://holocausto-doc.blogspot.com/2026/09/regiao-norte-chapas-numeros-por-regiao-estado-votacao-2026-cola-fila.html)
Região Sudeste: (https://holocausto-doc.blogspot.com/2026/09/regiao-sudeste-chapas-numeros-por-regiao-estado-votacao-2026-cola-fila.html)
Região Sul: (https://holocausto-doc.blogspot.com/2026/09/regiao-sul-chapas-numeros-por-regiao-estado-votacao-2026-cola-fila.html)
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Como já comentei nos posts anteriores, "explicação" pra turma mais "purinha" que acha que a votação desse ano se trata em "votar no DCE e ser feliz"... temos uma "Frente ampla" política contra a "chaga bolsonarista" e essa Frente diz respeito também a candidatos, partidos que não são do espectro da esquerda, centro-esquerda e afins, há candidatos de centro-direita, direita e cia que não são fazem parte do espectro bolsonarista (extrema-direita), dissidentes etc. Como vou me alongar abaixo, vou colocar logo os links no topo (tem gente que não vai querer ler "texto") e quem quiser continuar lendo, prossegue abaixo dos links. Este Post ficará flutuando até os dias de votação (ficará no topo), depois da eleição reajusto a data ou coloco na data da última votação (Post dia 27.09.2026)
Maioria absoluta das pessoas teve 4 anos (no mínimo) pra discutir, questionar certas coisas sobre política e cia, acho infantil ao extremo ver gente chegar perto de eleição, na data da eleição querendo fazer "revolução inexistente" em urna porque se "deixa levar" por discurso infantil de alguns guetos políticos "radicalizados" no país (na internet, sobretudo). Não vou me alongar aqui e sim colocar todos os links de Post de voto (chapa/candidatos, já estão acima, como prometido no começo) por região/estados da Federação, no espectro de votação pra reeleger "Lula Presidente 13" e conter a destruição do país que virá (poderá vir) com a chaga bolsonarista, que deve intensificar o "voto útil" pro próximo dia 04 de Outubro (2026, próximo domingo), dia da votação de primeiro turno pra governos de Estado, senadores, deputados federais e estaduais e Presidente da República. (Está acima)
E como avisei, havia/há espaço pra divulgação de nomes pra deputado, avisei que entrassem em contato via email ou algum "cabo eleitoral/eleitor" indicasse, abstenho-me de responsabilidade por "supostamente" (aspas) não dar "atenção" a "A ou B", eu avisei mais de uma vez, quem se interessasse era só avisar. A divulgação da candidatura do prof. José Fernandes (Dep. Federal 4000, pra quem votar no Rio de Janeiro) se dá porque é uma pessoa que sempre deu atenção às "almas" aqui presentes no blog e também a muita gente, fora ser uma figura brizolista.
"Ah, mas quero anular o voto, não votar e cia", lembre-se, as pessoas elegerão alguém independente de sua "objeção"... você sofrerá as consequências da coisa caso haja vitória "made in USA" da figura do Jair Bolsonaro (em seu filho 'candidato'), o "projeto Milei" pro Brasil ou coisa pior (Link1, Link2, Link3). E isso não é algo retórico, é real, quem quiser "apostar pra ver", pode acabar não vivendo pra ver o "fim da obra" (em sentido literal), como vários ludibriados na Pandemia que morreram por Covid por descaso proposital do governo Bolsonaro (Link1, Link2, Link3).
O espectro político da dita "Frente Ampla" também precisa se ater em estimular as pessoas a irem votar no Lula próximo dia 04 de Outubro (domingo próximo) e nos candidatos a governo de estado, senado, deputados pra cortar a "onda bolsonarista" do país, é votação "casada", como a população do país fez em 1986 dando vitória ao então PMDB, oposição à ditadura militar, de "cabo a rabo", só perdeu em um Estado ou território de 23 disputados (elegeu 22 governadores, de amplos espectros políticos, o PMDB então era uma "Frente política" ainda) e elegeu boa parte dos deputados pro congresso nacional e cia. A linha dessa eleição atual é a mesma da de 1986 ou similar, se bem que o que apresenta no horizonte é algo bem mais grave que o conteúdo daquele ano nos anos oitenta.
domingo, 13 de setembro de 2026
Quem for votar no exterior, apresse para "regularizar" o voto e/ou saber o local de votação para presidente
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/09/04/voto-no-exterior-cresce-31-saiba-como-votar-e-justificar-a-ausencia
Se conhece algum amigo/amiga que não está animado a votar pra barrar o bolsonarismo, convença, abrace e leve pra votar. Façam laranjada também pra votação no dia, pro povo suportar as filas... mas não deixem de participar e votar contra a "coisa ruim" (bolsonarismo).
Não façam como o PCO, que de última hora anda brincando de é tudo igual", rompendo com o discurso de "adulação" do Lula (discurso caricato) que endossaram quando viram a coisa apertar no país depois de passarem anos malhando governo Lula, Dilma como faz o grosso da dita "esquerda radical" do Brasil, que insuflam o voto médio do país (pela direita) contra o Lula sem capitalizar ganho político algum. Tem gente da "esquerda radical" soltando em vídeo recente que eles não são "culpados" se algo der errado já que não passarão de 100 mil no pleito desse ano etc e tal... não é bem assim, "cumpanheiro"... esse discurso de vocês contra o PT, Lula e cia não traz dividendos políticos pra vocês, mas cataputa o voto na direita "indo na onda" da agitação que vocês fazem.
É isso que vocês não entendem ou não querem entender, vocês não capitalizam nada politicamente com isso, não quer dizer que não tenha "impacto"... apenas o retorno político pra vocês disso é "nulo", zero, depois ficam chiando, chorando pelos cantos porque foram rejeitados de novo pela população etc e tal, claro que serão, não apresentam proposta de governo (razoável) algum, projeto de país etc, não dialogam com as pessoas (ficam presos nos guetos de patotas falando entre si, no whatsapp), não pensam em governar pequenos municípios pra mostrar ao país que sabem governar e fazer "algo diferente", aí ficam no "modo" diletante criticando tudo e todos... assim é fácil ser "revolucionário", revoltado ou seja lá que nome queiram dar à coisa.
"Mas parem de malhar a esquerda radical", eu não estou malhando, estou apontando as falhas políticas de vocês, se a carapuça servir, paciência, mas é muito despreparo político, e não foi falta de aviso... arquem com o ônus e o bônus da coisa (se houver)... não venham pipocar do que ficaram pregando nos últimos anos.
terça-feira, 12 de maio de 2026
"Sou de "direita", "centro-direita", "centro", posso apoiar a questão palestina?"...
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| Bandeira palestina |
Tem muita gente no país com certo viés político mais inclinado à direita que teme endossar a causa/questão dos palestinos porque "entende" a coisa, de forma equivocada (por muita gente), como se fosse uma "questão de esquerda" e está longe disso, apesar da proeminência da esquerda, de gente de esquerda endossando, levantando bandeira e apoiando a questão.
Luta de libertação nacional de um povo, grupos não se enquadra propriamente na questão esquerda x direita, embora possa ter conotação do tipo como na liberação do Vietnã pelas forças vietnamitas (do Norte) que eram majoritariamente grupos socialistas, ou da revolução cubana (que era uma revolução nacional antes de dar a guinada política, o viés definitivo, Fidel visita os EUA atrás de um acordo antes da revolução guinar totalmente para um lado, fato negligenciado e muitas vezes omitidos por alguns grupos de esquerda aqui no Brasil, se é que é "omitido", uma parte nem sabe da coisa, mas deixa pra lá...).
Não há um grupo de esquerda, socialista e cia liderando a libertação do povo palestino na Palestina ocupada, talvez o Fatah (grupo que domina a Cisjordânia) se encaixe mais na definição, mas não há uma agenda "socialista" nos moldes do que propagam esses grupos "neo-marxistas" de Youtube falando de "revolução de pastel de vento" pruma massa de gente facilmente manipulável.
A pessoa endossa, apoia a questão por uma questão de justiça, sobretudo, de reparação histórica pela forma como o "projeto colonial" do movimento sionista criou Israel como Estado excludente, de ocupação, com regime de apartheid.
Quem for contra regime de exclusão (apartheid), supremacismo, colonialismo, imperialismo, sendo de direita ou não, pode e deveria apoiar a questão palestina. Não vem ao caso seu viés político sobre economia e cia.
Se "Olavinho" (Olavo de Carvalho, o astrólogo) e outras cavalgaduras aqui no Brasil (e fora) andaram pregando que "gente de direita" "não pode apoiar", endossar isso, mentiram pra você.
Sequer o assunto capitalismo x socialismo está sendo discutido/travado na questão palestina. E provavelmente na liberação do povo palestino não irá emergir um "regime socialista" dos moldes do século XX, XXI ou como queira rotular a coisa, nem em questão isso está e sim o fim do regime de apartheid (sionista) de Israel e o endosso que os Estados Unidos (principalmente), Europa Ocidental dão a isso.
A você que lê isso aqui e se identifica politicamente como de "centro", "moderado", centro-direita, direita etc, pode apoiar a questão palestina à vontade, não precisa concordar com o "pacote" de alguns grupos de esquerda ou mesmo com "tudo" o que a gente discute aqui (ninguém quer que ninguém concorde com nada ou tudo, quem concorda o faz por consenso, convergência).
"Mas pode existir convergência, concordância entre gente de esquerda e direita?"... sinto informar que sim...
É que com a "polarização" aloprada que emergiu no país por parte do "bolsonarismo/olavismo", com antecedentes tucanos (eleição de 2010 do Sr. José Serra, já foi violenta aquela campanha, é que a "memória" do "brasileirinho" é "meio" fraca... esquece fácil das coisas...), emergiu a ideia ridícula de que não se pode ter convergência, consenso no país, o que é falso, tanto que a questão pela escala 6x1 é praticamente consenso no país (tem gente que se identifica com a "direita", centro e cia que apoia o fim da escala 6x1).
Libertem-se desse "olavismo" aloprado desses bandos de extrema-direita, neoliberais (da TV e bancos) que sequestraram o debate público do país, junto com certas patotinhas "ilustradas" que só discutem entre si ignorando que existe uma "megafauna" no entorno deles na rede, pelo país... nem antes dessa turma emergir no Youtube isso já existia e ocupa espaços (é até tolice desse pessoal brigar com esses grupos, pessoas... quem brigou sempre afundou a médio/prazo).
terça-feira, 24 de março de 2026
A liberação do Iraque como primeiro grande feito/fato da reação iraniana. A OTAN (NATO) abandona o Iraque, tropas voltam pra Europa e parte das dos EUA saem do Iraque
Em racha histórico entre EUA x Europa, a OTAN (ou NATO no "português de Portugal" e no inglês) abandona o Iraque e os norte-americanos idem (parcialmente), primeiro grande saldo da contenda com o Irã, onde a ação iraniana provocou o desgaste e racha. O Iraque, depois de décadas de ocupação criminosa dos Estados Unidos e da OTAN começa a ser liberado (de vez)...
"OTAN retira sus tropas de misión en Irak y las reubica en Europa mientras guerra en Irán recrudece" (https://es-us.noticias.yahoo.com/otan-retira-tropas-misi%C3%B3n-irak-155954985.html , Fonte: Yahoo!).
Esse assunto não foi destaque na "grande mídia" do Brasil (e nem na de fora), e nem nos ditos "canais alternativos" no Brasil (e nos de fora)... até agora, exceto em algumas páginas, uma com o título de "RT" (como se fosse matéria da RT, só que em espanhol.
A gente dá esse "furo" (aspas, destaque) da guerra pros que acompanham o espaço.
Aguardem a "negação" em alguns canais tentando diminuir ou "amenizar" a questão (é engraçado, quase sempre acontece), depois de negarem (até por meses), acabam, por fim, aceitando o fato (os fatos se impõem, nem que demore).
Imagens simbólicas, estátua de Saddam Hussein sendo derrubada no Iraque na ocupação norte-americana daquele país (09.04.2003)
Imagem de uma estátua de George W. Bush (o comandante dos EUA da invasão do Iraque em 2003) sendo "derrubada" de forma simbólica. Quem diria que esse tempo chegaria...
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Fosfosol para memória, 1993, Rússia. Sobre traições políticas... em "especial" pro pessoal que anda negando as traições em outro país...
O motivo desse post é mais uma ironia ("somos provocadores", provocação, rs) com certa turma que se fixou numa trincheira negando qualquer traição no episódio de capitura (pelos EUA) do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro e sua esposa, sequestrados ilegalmente para os EUA e confinados lá como prisioneiros políticos (não reconheço autoridade norte-americana sobre prisão pirata de presidentes da América do Sul, os povos da América Latina e resto do mundo não devem reconhecer as prisões piratas feitas pelos Estados Unidos).
A reportagem resumida em inglês (BBC) de pouco menos de 3 minutos, com cenas da época do ataque do exército russo ao Parlamento:
Um breve resumo, em 1993 houve um levante armado na Rússia, último suspito de restauração da União Soviética ou da Rússia soviética em solo daquele país. Boris Yeltsin, o traidor da URSS e queridinho do "Ocidente" (EUA e Europa Ocidental), deu um autogolpe na Rússia dissolvendo o parlamento russo e instituindo seu regime presidencial por decreto. Yeltsin iria passar suas reformas neoliberais destroçando o bem-estar russo, a serviço do dito Ocidente, como vários governos marionetes na América Latina e cia, a restauração capitalista da Rússia estaria "completa".
Em fim de setembro, Ruslan Khasbulatov destitui Yeltsin da presidência e proclama o vice-presidente, Alexander Rutskoi, como presidente interino da Rússia. Setores armados apoiaram a posição do parlamento, setores que queriam restaurar o regime soviético, parte disso ou preservar os direitos da era soviética.
Por fim, Yeltsin consegue unificar o apoio dos militares do Exército e dá ordem pro Exército russo abrir fogo contra os "revoltosos" e pôr fim ao "motim" ou levante, passando por cima do que viam pela frente.
Saldo da batalha: 147 pessoas mortos e 437 feridas, mais de dez dias de caos.
Yeltsin, o queridinho do "Ocidente" (EUA e Europa Ocidental), virou presidente absoluto na Rússia por um autogolpe (de Estado), e ninguém no dito "Ocidente" (autoridades), nunca condenou o gesto...
A quem quiser ler mais a fundo a coisa completa, confiram os links (vou colocar em português e inglês):
https://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_constitucional_russa_de_1993
https://en.wikipedia.org/wiki/1993_Russian_constitutional_crisis
O assunto saiu no site do Breno em 2024 (curiosamente), pra que não possam alegar que "ninguém viu" a coisa... (https://operamundi.uol.com.br/pensar-a-historia/a-crise-de-1993-o-banho-de-sangue-que-garantiu-o-retorno-da-russia-ao-capitalismo). E não tinha visto esse texto, apareceu quando fui ver os demais links na busca, não tomei como referência esse último link. Mas aqui não obstruímos ou omitimos "fonte de A ou B"... aqui se "arregaça" tudo, "duela a quien duela", rs. Tem até gente com saudade "disso" (https://www.instagram.com/reel/C1GVUQOMlt8/).
Pros que acham que "traição política" é algo do "outro mundo", está em negação histórica... ao considerar que isso é "um absurdo". A quem não pegou a coisa, podem ler esse post sobre a questão na Venezuela:
https://holocausto-doc.blogspot.com/2026/01/surgimento-de-um-governo-bonapartista-na-venezuela-apos-a-traicao-nacional-venezuela-destituida-e-destruida-sabado-nasce-o-trumpismo-bolivariano-mas-ate-quando.html
E leiam as atualizações sobre a Venezuela no post 24 de Gaza, como tem atualização no post acima também:
https://holocausto-doc.blogspot.com/2026/01/post-sobre-conflito-no-oriente-medio-e-a-crise-humanitaria-em-gaza-palestina-discussoes-na-caixa-de-comentarios-parte-24.html
O caso mais recente foi o comentário do representante russo na ONU finalmente alegando que Maduro foi traído na Venezuela. Não coloquei o link da RT (russa) , porque a RT foi banida de várias redes "ocidentais", e quando você coloca link da coisa pode sofrer censura, mas tem a frase dita nos links acima sobre a traição ao Maduro. Daria pra tirar um print da tela, depois vejo se é possível, só pra registro.
Andaram acusando que quem duvidava da "santidade" da Delcy Rodríguez e do pessoal que se encontra "governando" a Venezuela, que seriam "provocadores", "desinformados" e cia... "analistas de Facebook", rs. Tudo isso (tentativa de desqualificar) por que não conseguem emplacar um "delírio" (pra usar palavra bonita)? Força! rs.
Esse negócio de "mudar de regime" sequer é novo... se conseguiram fazer isso na União Soviética (URSS)...
Tá mais fácil rebater esse pessoal que os "revis" (negadores) do Holocausto, passeio no parque, rs. Colocar até música pra celebrar gol do "Fantástico" ("Faster", G. Harrison), o bom do blog é que aqui a gente pode colocar música e trechos de vídeos sem a censura do Youtube (até quando? Vai saber...).
sexta-feira, 30 de maio de 2025
O silêncio omisso e criminoso da "Lacrolândia brasilis" (o "Identitaristão midiático" ou "Indústria do identitarismo") sobre a remoção de direitos de grupos trans/LGBT no Reino Unido (Inglaterra)
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| Foto do site da PBS TV Pública dos EUA |
"Reino Unido exclui mulheres trans de reconhecimento legal
Decisão do tribunal do país limita o conceito de “mulher” ao sexo biológico para proteger direitos conquistados"
https://www.poder360.com.br/poder-internacional/reino-unido-exclui-mulheres-trans-de-reconhecimento-legal
O Reino Unido, que uma parte no Brasil só conhece ou entende pelo nome de "Inglaterra" (coitada da Escócia, Gales e Irlanda do Norte, o nome do país é Reino Unido ou "Grã Bretanha"), removeu os direitos do público (minúsculo) transsexual no Reino Unido, limitando o "conceito de mulher", atendendo uma agenda ultraconservadora vinda dos Estados Unidos, sendo um ataque a uma minoria, pois se trata de um grupo minúsculo, vulnerável, onde o "conceito ampliado" de "homem e mulher" não afeta a vida de ninguém hétero e afins, exceto na cabeça de gente fanatizada por religião e outras bizarrices políticas.
Mas cabe alguns apontamentos de como se chegou a esse ponto.
O histrionismo, histeria por anos de grupos pagos, aparelhados, financiados que declaram "defender" (aspas) as ditas minorias nessa parte do Globo (no Ocidente ianque e no Ocidente ampliado ou original, que inclui a América Latina) abriram espaço pro avanço desse tipo de agenda, com a postura agressiva, perfomática de alguns grupos, da visibilidade forçada feita pela mídia alinhada e aparelhada pelos Estados Unidos (o tal "wokeism", como é conhecido "identitarismo" nos EUA, é política de Estado pra provocar divisão nas organizações populares, trabalhistas e cia, e pra cataputar a extrema-direita).
A turma histriônica sempre foi porta-voz da extrema-direita, foi o que ascendeu da política indiscriminada de grupos aparelhados que supostamente defendiam "minorias".
Por que "supostamente"? Onde estão esses grupos relinchando, esperneando, xingando, agredindo meio mundo de "ser preconceituoso" quando removeram o direito desse grupo na "Inglaterra" (Reino Unido)?
Ficariam calados assim se fosse um país visado como a Venezuela, Cuba ou Irã que fizesse isso?
Pra se ter uma ideia de retrocesso britânico, no Irã ocorre isso (tem inúmeras matérias malhando o Irã, eu peguei a que aponta a questão que cito, pra mostrar o quanto esse histrionismo e propaganda de mídia deturpam qualquer discussão no Brasil e resto do mundo):
"Irã estuda projeto de lei para proteger transexuais" ("https://exame.com/mundo/ira-estuda-projeto-de-lei-para-proteger-transexuais")
Aos "defensores histriônicos de minorias", que faz histrionismo defendendo Israel, ou se calam sobre o genocídio de Gaza, por que não dão um pio sobre essas coisas?
É por que foi no Reino Unido (país central)?...
Ou por que não defendem causa real alguma exceto buscarem fama e dinheiro em cima de grupos vulneráveis?
"Contem pro tio" aqui. O país todo quer saber a razão da omissão, silêncio desses "grupos histriônicos" ("Indústria cultural do identitarismo") sobre retrocessos em países centrais contra grupos vulneráveis e o silêncio omisso e criminoso sobre o genocídio de Gaza.
domingo, 6 de abril de 2025
O fim de uma era: "Foi assim que, quase da noite para o dia, os Estados Unidos preencheram o vácuo deixado pelos britânicos que partiam"
Eu sempre aviso ao povo que confere os comentários da discussão do blog sobre conflito no Oriente Médio (sai de tudo no meio) pra procurarem ler algo de relevo em vez de "trololó" de rede (bobeira, conversa fútil, o que significa "trololó", link https://dicionario.priberam.org/trolol%C3%B3 já que muita gente fora do Brasil acessa o blog, é a maioria do público do blog, por sinal), "trololó" apressado de Youtube e cia (Youtube é uma máquina de entretenimento, por mais que possa ser usado pra outros fins, entretenimento, distração, dispersão, o que ajuda a fixar assuntos e cia é a discussão direta, mais precisa, de caráter mais histórico e não apenas "geopolítico", discussão de armamento e cia, e nada contra quem goste, tem sua relevância, só que a parte política/histórica ditam até o "tambor", a "valsa/dança" do "tambor militar", das guerras).
Destaco o trecho do artigo/texto em que o texto da BBC detalha a passagem de "bastão" do Império britânico (falido, caindo aos pedaços) pros Estados Unidos tomar seu lugar no mundo, e já deixo o link do texto da BBC pra quem quiser ler inteiro sem ler a discussão aqui primeiro:
"Exausto, falido e fortemente endividado com os Estados Unidos, o Reino Unido disse aos EUA que não poderia mais continuar apoiando as forças do governo grego que estavam lutando contra uma insurgência comunista armada.
Os britânicos já haviam anunciado planos para sair da Palestina e da Índia e reduzir sua presença no Egito. Os Estados Unidos perceberam imediatamente que agora havia um perigo real de que a Grécia caísse nas mãos dos comunistas e, por extensão, sob o controle soviético.
Caso a Grécia seguisse esse caminho, os Estados Unidos temiam que a Turquia pudesse ser a próxima, dando a Moscou o controle do Mediterrâneo Oriental, e, potencialmente, o Canal de Suez, uma rota comercial global vital.
Foi assim que, quase da noite para o dia, os Estados Unidos preencheram o vácuo deixado pelos britânicos que partiam."
Texto da BBC original, traduzido pra BBC Brasil sob o título de "Como Trump bagunçou a ordem mundial — e deixou os líderes europeus em apuros", link (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnvz4jmvp23o.
O texto todo descreve a passagem de poder do Império britânico caindo (consequência das duas guerras mundiais, problemas internos e outros conflitos) pra ascensão dos Estados Unidos em seu lugar, e abre espaço pra descreverem a própria queda do Império norte-americano atual, que vai pelo mesmo caminho, endividado (site do senado norte-americano, a dívida norte-americana em março de 2025: 36 trilhões de dólares, e subindo, tem a dívida detalhada no link https://www.jec.senate.gov/public/vendor/_accounts/JEC-R/debt/Monthly%20Debt%20Update.html), cansado, falindo, com um "lunático" idoso no comando.
Eu já coloquei esses links pelas discussões de "Gaza" (Oriente Médio) do post retrasado/passado e do atual (chutando sobre esse, mas acho que coloquei), respondi algum "maluco" na rede (é só o que tem) alegando que os EUA "lideram tudo", isso é o percentual dos países em manufaturas, traduzindo, o que cada país produz, fabrica globalmente, a China lidera o ranking (nessa tabela, tem mais de uma em vários sites, mas todos na mesma medida) com 31.6%, os EUA vêm até com uma margem folgada em segundo com 15.9%, o terceiro é o Japão que só aparece com 6.5%, tem o resto da lista no site, em um dos sites pois há medidas diferentes em mais de um, só que nessas proporções, tem um, citando de cabeça, que aponta a China com uns 35%, link, site safeguardglobal (https://www.safeguardglobal.com/resources/blog/top-10-manufacturing-countries-in-the-world/).
E o ranking de medida do "PIB pelo poder de paridade de compra", que é uma medida de PIB mais aceita como mais realista do que a "medida tradicional" que não leva em conta a questão do câmbio das moedas (a moeda chinesa é depreciada, em valor, em relação ao dólar), pelo ranking do PIB de "paridade de poder de compra", a China já é a maior economia do mundo (e sobe), os Estados Unidos aparece em 2o lugar em duas "medidas" e a União Europeia em 2o lugar numa das três (e em terceiro nas outras duas, o PIB da União Europeia é parelho ao PIB norte-americano, ou seja, se a União Europeia se fragmentar, a economia europeia colapsa, literalmente), o link pra acessarem os números abaixo:
Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra): (https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_PIB_(Paridade_do_Poder_de_Compra)).
"Ah, mas os números são suspeitos"... vou destacar a fonte dos números, a primeira o FMI (ligado aos EUA), a segunda o "Banco Mundial" (ligado aos EUA) e a terceira vem do "The World Factbook", o "livro branco" da CIA (preciso dizer qual o país da CIA?... acho que não... mas esses dados do World Factbook são em geral levados em conta, apesar de vir da CIA é tido como uma publicação séria.
Estou destacando isso pelo baixo nível de educação, intelectual ("surto de olavismo", doença mental grave) que o Brasil passa, onde aparecem celerados colocando em cheque dados, números sem apontar nada pra confirmar certas asneiras que proferem quando "criticam".
1. E também pra ironizar (de novo) a turma que solta indireta nos chamando de "extremistas", "extremismo", mas eu levantei alguns pontos (perguntas) pra esse pessoal no fim do post de discussão do Oriente Médio (link https://holocausto-doc.blogspot.com/2024/12/post-sobre-conflito-no-oriente-medio-e-a-crise-humanitaria-em-gaza-palestina-discussoes-na-caixa-de-comentarios-parte-19.html), que eu torço pra que "consigam" responder (mas acredito que vão ignorar e/ou tergiversar atacando, urrando, provavelmente), sobre se certas posições de alguns deles seriam consideradas "extremismo" também (de verdade), embora alguns saíram apagando coisa na rede pra que não possam criticar certas "posições pretéritas" ("1984" na veia, rs):
"Netanyahu e Orbán: uma aliança apesar do anti-semitismo" (https://www.publico.pt/2025/04/04/mundo/noticia/netanyahu-orban-alianca-causa-perplexidade-2128596), do jornal Público (Portugal).
2. Deu na CNN também, essa emissora de TV "bancada pelo regime iraniano" (conteúdo irônico), a CNN norte-americana, porque a "CNN brasileira" faz cara de paisagem pro "assunto"... (por que será?... a "versão" brasileira é mais reaça que a Fox News dos EUA):
"Israel embraces France’s far-right, turning a blind eye to its Nazi past" ("Israel abraça a extrema-direita francesa, virando os olhos pra seu passado nazista" https://edition.cnn.com/2025/03/26/europe/israel-embraces-france-far-right-intl/index.html).
Que tal a "aliança" acima?
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O "cavalo de pau" (https://pt.wikipedia.org/wiki/Cavalo_de_pau_(manobra)) que o mundo passa é tão profundo que deu um "tilt" na cabeça de muita gente (https://www.dicionarioinformal.com.br/tilt/, "Tilt" usado nessas colocações no Brasil significa "pane", "parafuso", "apagão mental", ou alguma pane na cabeça, em comparação à pane que um Computador sofre quando tem problema, entra em colapso). Não condeno as pessoas pela "pane mental", mas... é bom recobrarem a consciência logo, não têm o resto da vida pra melindrar com isso.
Mas retomando o texto da BBC (tudo que foi citado acima tem a ver com o tema), destaco também essa parte:
"Os Estados Unidos, tradicionalmente isolacionistas e protegidos com segurança por dois vastos oceanos, emergiram da Segunda Guerra Mundial como líderes do mundo livre.Mais aqui:
Enquanto os Estados Unidos projetavam seu poder em todo o globo, passaram as décadas do pós-guerra refazendo grande parte do mundo à sua própria imagem.
A geração baby boomer cresceu em um mundo que parecia, soava e se comportava mais como os Estados Unidos do que nunca. E o país se tornou a hegemonia cultural, econômica e militar do mundo ocidental.
No entanto, as ideias fundamentais nas quais os Estados Unidos basearam suas ambições geoestratégicas agora parecem prestes a mudar.
Donald Trump é o primeiro presidente dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial a desafiar o papel que seu país estabeleceu para si mesmo há muitas décadas.
E ele está fazendo isso de tal forma que, para muitos, a velha ordem mundial parece ter acabado — enquanto a nova ordem mundial ainda não tomou forma.
A questão é: quais nações assumirão a liderança? E, com a segurança da Europa sob maior pressão do que em qualquer outro momento recente, seus líderes, que atualmente estão brigando, serão capazes de encontrar uma resposta adequada?"
"A própria posição de Trump parece ir além de criticar aqueles que, segundo ele, estão se aproveitando da generosidade dos Estados Unidos.Breve comentário: "aliado de uma guerra contra o woke", ou seja, "aliado a um monte de nada", e um espantalho e histeria moralista conservadora norte-americana ao que eles chamam de "liberalismo" nos costumes ("excesso de liberdade, libertinagem, de "coisa gay" etc, coisa de gente religiosa, obtusa, apesar de que o discurso histérico de ditas "minorias" usados pela mídia norte-americana e puxadinhos pelo mundo criou esse "espantalho" conservador, com o problema dos desvios de discursos de gente infiltrada em grupos de esquerda, de verdade, onde a esquerda tinha força política ou ainda tem).
No início de sua segunda presidência, ele pareceu abraçar o presidente russo, Vladimir Putin, dizendo à Rússia que a Ucrânia não obteria a adesão à Otan e que não deveria esperar recuperar o território que perdeu para a Rússia.
Muitos criticaram o posicionamento por abrir mão de duas grandes moedas de troca antes mesmo de as negociações começarem. Aparentemente, o presidente americano não pediu nada à Rússia em troca.
Por outro lado, alguns apoiadores de Trump veem em Putin um líder forte que personifica muitos dos valores conservadores que eles mesmos compartilham. Para alguns, Putin é um aliado em uma "guerra contra o woke"."
E o colapso da OTAN, o trecho é bem maior mas destaco essa parte aqui:
"'Esquecemos as lições da nossa história'
Um dos grandes desafios que a Europa, em particular, enfrenta a partir daqui é a questão de como se armar adequadamente.
Oitenta anos de confiança no poder dos Estados Unidos deixaram muitas democracias europeias expostas. O Reino Unido, por exemplo, cortou os gastos militares em quase 70% desde o auge da Guerra Fria. (No final da Guerra Fria, no início da década de 1990, a Europa se permitiu um 'dividendo de paz' e iniciou um processo de décadas de redução dos gastos com defesa.)
"Tivemos um grande orçamento [durante a Guerra Fria] e recebemos um dividendo de paz", diz Wallace. "Agora, você poderia argumentar que isso era justificado."
"O problema é que passamos de um dividendo de paz para uma invasão corporativa. [Defesa] acabou se tornando o departamento preferido para cortar dinheiro. E foi aí que simplesmente esquecemos as lições da nossa história.""
Quem quiser checar o texto inteiro, o link está no começo. O texto original não vai ter, obviamente, os comentários feitos aqui. Mas achei realmente destacável esse texto da BBC.
Tem "gente xucra" que acha que por eu ter críticas à Europa (política externa) e EUA que ninguém usa fonte europeia ou norte-americana aqui, não preciso nem acrescentar nada pra criticar essa postura pois já disse que isso é coisa de "gente xucra" (https://www.sinonimos.com.br/xucro/), que é o mesmo que "pessoa ignorante", bronca, tapada, estúpida e por aí vai.
Esse espaço existe há mais de década e a gente ter que "explicar" coisas simples beira o ridículo, tal o nível absurdo de estupidez que o Brasil mergulhou (e parte do mundo). Mas fazer o quê?... a caravana vai passar assim mesmo, seguir o "caminho" (https://dicionario.acad-ciencias.pt/curiosidades/os-caes-ladram-e-a-caravana-passa/), apesar de alguns "cachorros latindo".
Os grandes acontecimentos continuarão a estourar independente de posição moralista/refratária de A ou B em canal "exótico" de Youtube. Ressalto isso porque já veio pelo menos cinco pessoas repetindo bobagens que assistem nesse tipo de canal que critico aqui, e mesmo alertando, "persistem", no que adotei a postura de que, "tudo bem", assistam o que quiserem mas também não venham repetir tolices por essas bandas. Em algum momento vão entrar em parafuso com o "choque de versões" que essa turma mesma cria.
E não poderão ficar de "copy and paste" como ficavam no passado (no Facebook) como quando a gente publica o que pensa aqui.
Cuidado que há "público" de vocês (de alguns desses canais) que circulam por aqui também sem comentar pros "donos dos canais"... essa turma vai prestar atenção nessas "cópias" sem citação de onde se discutiu originalmente tal assunto. Já comentei esse assunto aqui: ("Aos que "querem" ou gostariam de invisibilizar o blog, o blog/site em números: passamos os 2 milhões de views (visualizações)" https://holocausto-doc.blogspot.com/2025/03/aos-que-querem-ou-gostariam-de-invisibilizar-o-blog-o-blog-site-em-numeros-passamos-os-2-dois-milhoes-de-views-visualizacoes.html).
Na verdade já vai em mais de 2 milhões e quase 6 mil views, fora os mais de 30 mil acessos no blog parelho em outros idiomas. Não é o mesmo que um canal de Youtube, mas é gente suficiente lendo (em um mesmo nicho). Podem continuar a "ignorar" formalmente, mas não copiando como faziam antes.
E ao público em geral, atenham-se ao texto indicado, é o que importa de fato no post, essa parte de "ironias", "farpas" e afins só ocorre porque a gente, hoje, fica "cercado" pelo circo que virou o Youtube, sem expressão (um dos motivos pra abrir um canal, incipiente), coisa que não acontecia até a ascensão dessa outra rede do Google. Ou ficava "sem expressão", deram uma "suavizada" depois que entenderam que 2 milhões de views não é o mesmo que "mil visualizações no geral".
Em algum momento, por conta dessas imposturas, aquela rede de vídeos do Google (Youtube) vai acabar declinando também, embora o Google tenha uma identificação precisa de plágio se copiarem coisa de outros vídeos mas não faz isso com sites. De qualquer forma, os avisos foram dados, "cai" em "lábia" de A ou B quem quer, responsabilizem-se por isso quem gostar, não venham reclamar depois, aqui não é "divã".
segunda-feira, 24 de julho de 2023
"11 milhões de britânicos encararam fome em 2022". A extrema-direita cresce em cima dessas coisas (destruição do bem-estar social), financiada e organizada por frações das elites
Das notícias que não saem no Brasil, apesar de que na verdade o que se passa é "se a a Globo não diz então não existe", pro país, pras bolhas de pasmaceira de classe média "esquerda fofucha identitária" dessas redes que "nunca sabem de nada", "nunca discutem" nada (sério, quando não são infantilizados e histéricos) e ficam "chocados" porque vivem alienados de quase tudo (do mundo, do país etc). Além das crenças vira-latas de parte dessa turma sobre a Europa, que seguem (sem assumir) crenças "racistas" de "supremacismo do branco europeu", da "super-raça" sem entender de fato como houve melhoria por lá (com o estado de bem-estar social [1] pós-2aGM, o mesmo bem-estar social que começa a ser detonado pra valer nos anos 80 no próprio Reino Unido na figura de Thatcher, a restauração reacionária do velho liberalismo que pariu duas guerras mundiais colapsando e abraçando a extrema-direita, quando não ajudaram a forjá-los). Pelo menos a horda do miliciano (bolsonarismo ou olavismo) é mais explícita na simpatia pela coisa (quando algum entende algo) que uma turma "cheirosa" que usa a alcunha ridícula de "progressista", termo importado dos liberais dos EUA.
Sem muita delonga, recebi essa notícia ainda em fim de junho, tradução livre porque até quando me foi passado não havia (não sei se há) tradução alguma pro português, "ah, mas não entendo", usa o tradutor da rede que dá pra entender sim (não cola mais essa desculpa do "está em inglês" em 2023): "11 milhões de britânicos encararam fome em 2022" ("Over 11 million Britons faced hunger in 2022" https://www.bworldonline.com/world/2023/06/28/531193/over-11-million-britons-faced-hunger-in-2022/). Notícia original da Reuters (é citada no texto original, no final).
Fome essa provocada graças à austeridade na economia (os famosos cortes de investimento público que a mídia dominante no Brasil e "Ocidente" falam de "Estado inchado", grande e outras baboseiras, mas pra dar dinheiro pra bancos e setor financeiro "tudo bem", aí pode ser "grande", gigante), o famoso neoliberalismo e a guerra da OTAN na Ucrânia (que causa inflação na Europa Ocidental).
Antes que alguém chie, sempre me denominei de esquerda mas nunca "progressista" (não sou parte de "patota descolada", nunca fui e sei que essa turma em geral acaba me "adorando" entre aspas por dizer abertamente a coisa), até porque boa parte dessa turma fica apinhada naquele lixo do Facebook copiando comentários pra repetir coisas que não entendem bem (não se aprofundam), a horda de palhaços que se declaram "progressistas" sempre enveredam pra explicações esdrúxulas, meramente de "roteiro cultural" ignorando a parte material concreta da coisa: fome, desemprego, precarização, desindustrialização de países etc. Tentando resumir, as mesmas elites que destruíram isso em vários países, pra conter a "turba" (povo) enfurecido com a perda de direitos, bem-estar social e cia começam a insuflar, financiar bandos de extrema-direita "radicalizados" pra conter qualquer reação de protesto ou contra a destruição/declínio do bem-estar social, ancorados sempre numa mídia forte que cria "cortina de fumaça" sobre a explicação econômica e política do problema, também com a cumplicidade de certos setores alinhados da elite posando de "esquerda", que fazem cortina de fumaça pra todos esses problemas só mencionando a consequência da coisa (sem irem à raiz da coisa nunca).
Essa mesma mídia hegemônica resumiu que tudo isso "aconteceu" ao Reino Unido por conta simplesmente do Brexit, e não do inferno provocado pela bruxa Thatcher (eu uso até nome pior que "bruxa" pra ela, mas pra evitar "chiados" vamos chamar "só" de "bruxa", por enquanto) nos anos 80 chancelada pelo "New Labour" do FHC britânico (Tony Blair).
Em outro post ou nos comentários (se o Stéphano ou outra pessoa comentar) dá pra aprofundar na questão, pra discutir a origem desse "caos" (no Thatcherismo dos anos 80 e colapso soviético) e ainda abordar outras questões que uma parte anda "rugindo" nas bolhas sem nem entender a origem ou sentido real dos termos ("identitarismo", pós-modernos, Francis Fukuyama, ascensão absoluta do Império norte-americano e consequente declínio etc).
Por sinal, aproveitando o gancho, tem uma patotinha do neo-PDT da Cirolândia que me "segue" há tempo, o termo "New Left" ("Nova Esquerda") que uso é muito em referência ao Blair e o "New Labour" (sabem o que é?) apesar de não aparecer com ele (mas ele é parte). Quando quiserem usar termos/conceitos pra xingar a esmo, ao menos entendam a razão do uso dos termos pra não ficarem repetindo as coisas distorcidas como o bando de xucros que são. E vejam que vocês não me controlam, eu deixo a coisa aqui registrada (tanto o Holocaust Controversies, referência pra esse blog, como esse, tem citações em teses no país e é lido por um público mais antenado), por isso que sempre zombei de vocês ao fazerem aquelas "Lives" enfadonhas ridículas (entendiantes) quando basta a gente colocar a coisa num texto (explicada) e repassar a coisa de forma adequada. Nunca citam a fonte de nada, eu também só vou mencionar vocês de forma "genérica", se o público leitor do blog ouvir algum boquirroto ou idiotas no Youtube repetindo essas coisas, a explicação correta disso sempre estará aqui e não com esse pessoal. Como costumo sempre "passar na cara" dessa turma, espero que eles tenham notado que não é necessário a chancela deles pra se publicar ou participar politicamente do debate no país. Embora a ressonância maior fosse melhor, paciência, depois de praticamente 10 anos de desgraça (explode a coisa em junho de 2013), não tenho mais "saco" pra aturar devaneio de patota ou a soberba desse pessoal, que deveria calçar as "sandálias da humildade" [2] e parar de ficar repetindo cantinela batida enfadonha sobre "fascismo! fascismo! fascismo" sem entender os mecanismos de domínio reais nos países e o contexto em que isso se dá.
Eu sempre disse que era simpatizante da figura do Brizola, e pra meu desgosto destroçaram o que sobrou (que não era grande coisa já) do PDT, partido criado pelo Brizola, Darcy Ribeiro e outros quando pegam a sigla do PTB pra devaneios e deturpação de filhotes da ditadura militar (1964-1985).
Se assistirem "por aí" na rede canais alternativos "lacrando" [3] citando o assunto, já sabem da origem da coisa (de onde saiu a "pancada", a discussão), porque nunca citam fonte de nada, pra não fazer "sombra" (aos canais, não se preocupem, se precisarem de guarda-chuva e sombrinha a gente providencia). A gente pode até ocupar o mesmo barco, mas cada um vai remar de um jeito (e o jeito de remar daqui é bom, sem falsa modéstia).___________________________________________________
Pra mais informações sobre a fome no Reino Unido, conferir os links (pros que "duvidam", as informações destacadas neste blog sempre possuem lastro, até bem mais que a mídias "dominante" e "alternativa" do país:
10 Facts About Hunger in the United Kingdom (https://borgenproject.org/hunger-in-the-united-kingdom/)
Hunger in the United Kingdom (Verbete Wikipedia em inglês: https://en.wikipedia.org/wiki/Hunger_in_the_United_Kingdom)
Anniversary of the National Hunger March (http://www.rcpbml.org.uk/wwie-20/ww20-39/ww20-39-11.htm)
Neo(liberalismo) é isso: fome, miséria e desgraça. As duas grandes guerras do século XX foram consequência direta da crise que o liberalismo provocou com o capitalismo selvagem "laissez-faire", por isso que é bizarro ver uma massa precarizada no Brasil delirando sobre "empreendedorismo" e baboseiras do tipo achando que são "empresários", quando são mais perrapados que o povo no passado que tinham direitos trabalhistas revogados na Reforma de Temer/Bolsonaro/Santander (Espanha, ela veio da Espanha pro Brasil). O país de Margaret Thatcher é um primor de exemplo do laboratório neoliberal da "bruxa" e de seus pupilos escoceses no "Partido Trabalhista britânico" (New-Labour), Tony Blair e Gordon Brown.
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[1] O Estado de bem-estar social surge antes da 2aGM ainda, mas só se consolida de fato com o término daquele conflito (segunda guerra mundial, e no Reino Unido só pela década de 1950. A quem quiser ler mais, complemento da coisa: "1945-51: Labour and the creation of the welfare state" ("1945-51: Partido Trabalhista e a criação do Estado de bem-estar social") [https://www.theguardian.com/politics/2001/mar/14/past.education], e esse "Welfare state in the United Kingdom" ("Estado de bem-estar social no Reino Unido"), dados [https://en.wikipedia.org/wiki/Welfare_state_in_the_United_Kingdom]. Como podem ver nesse último link verbete da Wikipedia em inglês (pros que conferem os links), a coisa salta e é registrada pra valer lá por volta do ano de 1948 (próximo da década de 1950s), a ascensão, é que não achei uma matéria também do "The Guardian" (jornal britânico), senão me engano com um título nessa linha "O bem-estar chega ao Reino Unido" só com fotos do acesso a bens de consumo pela classe operária britânica, se alguém localizar a matéria pode colocar na parte de comentários, agradeço antecipadamente também
[2] Sempre ouvi muito muita gente citar o termo "sandálias da humildade" (conotação do termo é bem óbvia) mas não assistia esses quadros/programas "sofríveis" da TV aberta no Brasil. E não precisa assistir pra "ouvir falar", quem assiste acaba repetindo na rede e a coisa "pega", também nunca havia entendido (até ler esse link do porquê da associação do termo à figura do Clodovil, mas os motivos são bem óbvios, tratava-se de figura arrogante notória, boçal, que soltava pérolas como essa (negação do Holocausto), e o termo é bem óbvio pra gente prepotente que acredita estar em um pedestal intocável, com delírios de "fama" etc (coisa de subcelebridades, artistas pavões etc).
[3] "Lacração/lacrando", significado (https://dicionario.priberam.org/lacra%C3%A7%C3%A3o), que na verdade, hoje, é um termo usado como conotação negativa e em forma de deboche/crítica aos grupos "liberais" "pós-modernos" em siglas como o PSOL (que não existem só nesse, antes fosse), é um "novo dialeto" "inventado/artificial e importado" do país ou "novilíngua" (você escolhe https://pt.wikipedia.org/wiki/Novil%C3%ADngua), que pode ser também fruto de pobreza/limitação de vocabulário, já que uma parte não lê mais ou quando lê há problemas graves de interpretação de texto (dislexia, problema de formação em língua portuguesa no período escolar mesmo), tornando a comunicação um monte de "monossílabos" ou linguagem de idiotas, reduzida, limitada, a tal ponto dessa turma se irritar quando você "escreve muito", o que não é bem verdade porque parte desses textos não são tão grandes assim, e há muita informação inserida.
Haverá outro post só pra tratar dos "pós-modernos" e cia, já que há "gente por aí" na rede "irritada" brigando com os termos porque não conseguiram entender o significado, acreditando que esses termos emergiram como crítica de "gente do PSOL", o PSOL e afins são o próprio problema, jamais teriam capacidade de se autocriticar como o "problema" ou como extensão do neoliberalismo fruto do colapso soviético e ascensão dos EUA como única superpotência global em 1990/1991.
P.S. 1 vou ainda revisar (reler pra lembrar) esse texto pra ver se dá pra acrescentar outras coisas, caso contrário completa-se em outro post. Pra que ninguém se espante se o post aumentar (com imagens etc).
P.S. 2 se alguém puder simplificar o procedimento de colocar o blog do "blogger" com url com "https://" de antemão já agradeço (pode deixar comentário na parte de comentários ou email, como quiserem). Esse blog anda aparecendo na busca do Google com o "http://" sem o "s", o que torna o site "perigoso", "suspeito" nos navegadores (protocolo de segurança).
quinta-feira, 19 de março de 2020
Estatística macabra de mortos pelo coronavírus no Brasil: 2 milhões de mortos. País tem que parar, Bolsonaro politicamente acabou e precisa ser interditado, encostado e depois removido
Quantos podem morrer pelo Coronavírus no Brasil? Cientistas respondem
https://www.tecmundo.com.br/ciencia/151189-quantos-morrer-coronavirus-brasil-cientistas-respondem.htm
*Antes de tudo peço desculpas ao Daniel por não poder responder antes, não foi possível, só vi as mensagens em fevereiro e o PC teve problemas, fora problemas com gripe e cia (e agora temos que encarar essa porrada).
Voltando ao que discutíamos, obviamente que isso é um quadro extremo, o pior cenário possível, mas... se 25% disso ocorrer o número de mortos no Brasil pode chegar facilmente a 500 mil óbitos (mortes) e é um número altamente possível, com cenário de guerra, de catástrofe, tragédia porque gente em grupos de risco serão deixadas pra morrer e o sistema de saúde do país poderá entrar em colapso, ficar em sobrecarga, com gente que não tenha coronavírus podendo morrer por não ter hospital (privado ou público) pra atender, fora o cenário de tragédia econômica.
"Ah, você está exagerando", primeiro que a matéria do link acima não é minha, e prefiro "errar" por excesso do que pela inércia e comportamento zombeteiro de imbecis neste país (que há milhares, e como podem ver minha tolerância com essa gente será nenhuma, até porque essa "gente" não respeita ninguém então terão o tratamento que merecem daqui pra frente).
Neste blog no começo dessa crise política no país, ainda em 2013, 2014 quando explodiu o "junhismo" inconsequente ("revolução colorida") que jogou o país no abismo, alertava que o cenário que essa gente dantesca berrando na rua jogaria o país seria uma cova profunda. Achava que chegaria a um cenário pior que o fim do governo FHC mas nada parecido com o que acontecerá nas próximas semanas ao país.
Então parem, evitem contato público (distância de 1 metro ou mais das pessoas), não brinquem pra não chorar depois, pois já "brincaram" demais e o momento não tolera mais gente imbecil zombando e brincando com coisa séria.
Espero que os outros poderes da República isolem este sujeito que deixou a cadeira da presidência vacante (em aberto, Bolsonaro virou uma maquiagem macabra de fantoche que a elite entreguista, com sede na FIESP, alinhada aos Estados Unidos colocou no poder pra destruir o país) e até mesmo com esses generais de baixa envergadura política (todos entreguistas) que estão no poder, removam, isolem Bolsonaro até a expulsão definitiva do cargo, ou que consigam forçá-lo a renunciar, nem que se use a força pra isso (guerra é guerra).
O que não dá é esperar a desgraça vir e assistir quieto, as cenas que tenho visto da Itália são desanimadoras, terríveis, e ficou gravado na minha cabeça a cena de cidadãos italianos indo a bares, zombando do vírus e agora estão com 475 cadáveres do vírus num dia, não tendo direito a velório sendo cremados ou enterrados lacrados, sem contato com as famílias e sendo pegos pelo exército italiano. Isso num país que não tem 1/10 da desigualdade social brutal do Brasil, agravada pelo golpe de Estado de 2016 e toda a zona que esses energúmenos inconsequentes aprontam no país desde 2013, lugar de idealista burro devia ser na camisa de força e não discutindo política. Respeito o idealismo mas não tolero burrice e imbecilidade.
Que os governadores do Nordeste não esperem ação do governo federal, "governo federal" virou ficção há muito tempo, principalmente pra região (e contra a região, o governo títere da FIESP anti-Nordeste), entrem em contato com o governo chinês e peçam ajuda, não esperem por ação desse governo imundo capacho da FIESP.
Vou deixar um vídeo abaixo do Átila que esclarece a gravidade do momento e peço pra que passem adiante as informações e levem muito a sério o momento, não liguem pro zombador, daqui a umas semanas esses elementos energúmenos estarão caladinhos como cachorros sarnentos fingindo que não zombaram de nada, em guerra há que ser duro e agir com dureza com esses tipos, pra salvar vidas:
Esta é uma imagem de carros do exército da Itália indo remover cadáveres, porque o sistema de saúde da Itália sobrecarregou (vou usar o termo "colapso") e já decidiram sacrificar quem tem mais de 80 anos ou tem risco, não atenderão e deixarão morrer, este cenário piorado pode acontecer no Brasil, espero que o clima atenue mas esperem pelo pior de verdade, não é momento de passar certas coisas na cara dos inconsequentes mas dá muita raiva, muito ódio da inconsequência desses infelizes, vocês irão pagar muito caro pelo que fizeram ao país, não se iludam:
P.S. 1 Caso alguém queira comentar algo sério e demore pra aprovar comentários, peço desculpas antecipadas mas realmente não tenho o mínimo gosto com este blog com o que houve com o país, nunca vi um surto de tanta gente inconsequente e burra destruindo tudo (começou em 2013), quando o país levantava voo, e continuam até hoje pregando insanidades e desvarios, um radicalismo pueril totalmente descolado da realidade, fantasioso que só uma catástrofe porá fim (infelizmente), cavaram a mesma, o vírus é impossível parar na origem, mas o sistema do país pra proteção foi aniquilado pela estupidez dessas pessoas e a parte do povo que será atingida não deve perdoar quem jogou o país na vala.
P.s. 2 Usem produtos de limpeza caso não encontrem álcool-gel, produtos com cloro funcionam, detergente etc, mas não deixem de higienizar o que puderem, principalmente mãos e nariz.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Os árabes que lutaram contra Franco
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| O jornalista palestino Najati Sidki |
O filme, em sua fase final de produção, reconstrói os passos de um palestino que pagou sua luta na Espanha com o desterro e a dispersão familiar
FRANCISCO CARRIÓNEl; Cairo
fcarrionmolina
02/05/2016 19:45
"Vim defender a liberdade no Front de Madrid. Para defender Damasco em Guadalajara, Jerusalém em Córdoba, Bagdá em Toledo, o Cairo em Cádis e Tetuão em Burgos". O jornalista Najati Sidki, palestino e comunista, desembarcou na Espanha de 1936 com a determinação de lutar contra Franco e suas tropas mouras. Sua vida, marcada também pela II Guerra Mundial e pela tragédia do povo palestino, centra agora um documentário que trata de resgatar do esquecimento as centenas de árabes que se juntaram ao grupo republicano.
A cineasta egípcia Amal Ramsis (Cairo, 1972) chegou até Sidki "por pura casualidade" depois de uma longa e frequentemente infrutuosa pesquisa que começou mais de uma década. "Li um artigo sobre a participação árabe na Guerra Civil e comecei a puxar o fio. Saíram muitos nomes, datas e lugares de chegada mas me faltava uma história que proporcionasse um enfoque pessoal", relata ao EL MUNDO Ramsis a partir de um restaurante central do Cairo. E então se fez a luz. "Em 2008 topei com as memórias de Sidki e encontrei o rosto que necessitava pra história".
Em plena ensambladura, o documentário "You come from far away" ("Vim de longe", em espanhol) reconstrói os passos do intelectual e secretário do Partido Comunista Palestino desde sua viagem à península ibérica em 1936 e oferece testemunho de uma realidade desconhecida, sepultada pela terrível recordação dos soldados marroquinos do exército da África que Franco somou a sua sublevação. "Sidki tentou dirigir-se a eles. Baixou no Front de Córdoba e lhes pediu que se unissem ao bando republicano. Poucos lhe escutaram e os que o fizeram não foram bem recebidos", reconhece Ramsis, autora de documentários como "Vida" (2008), "Proibido" (2011) e "O rastro da mariposa" (2014).
"Cheguei - escreve Sidki em suas memórias - à bela e espetacular Barcelona, capital da Catalunha. Comecei a passear por suas amplas avenidas. De repente, encontrei-me com um grupo de milicianos. Seu chefe, achando que eu fosse espanhol, aproximou-se e me disse em castelhano: "Por que não te unes a nós?" Sorrindo lhe repliquei em francês: "Sou um voluntário árabe e vim defender a liberdade no front de Madrid. Para defender Damasco em Guadalajara, Jerusalém em Córdoba, Bagdá em Toledo, o Cairo em Cádis e Tetuão em Burgos".
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| Najati Sidki, com suas duas filhas |
Alcançada pela ladainha de acontecimentos históricos que desfilaram pelo século XX, a tragédia familiar de Sidki havia permanecido até agora escondida. "Nem sequer fora escrita. Este documentário supõe também um descobrimento dessa vida marcada pelo contexto político espanhol", argui Ramsis. Perdida toda a esperança de defender a República, Sidki teve que fazer frente a outro afundamento. Sua filha Dulia, nascida três anos antes do início da refrega, cresceu em Moscou aleijada de sua família. Durante mais de 20 anos o jornalista apenas teve notícias de sua primogênita.
"Sidki pagou assim não estar de acordo com a posição do Partido Comunista Espanhol a respeito do colonialismo no norte da África", desvela a documentarista. "Ele era, acima de tudo, uma mente livre. Fez pública sua opinião e foi castigado por isso. Expulsaram-lhe do partido e jamais regressou à Rússia. Sua filha mais velha não pode abandonar Moscou e só voltaram a se ver décadas depois em Beirute, que chegou depois de deixar a Palestina em 1948 e onde viveu até a guerra civil. Terminou morrendo na Grécia junto de sua filha mais nova", acrescenta Ramsis.
O documentário reúne o relato das duas irmãs em um contra-relógio contra o esquecimento. "Filmei material durante anos. Pesquisei o fenômeno com uma ajuda da fundação Euroárabe em Granada e deixei congelado o projeto durante a revolução egípcia. O ano passado recebi uma chamada da filha mais nova de Sidki. Disse-me: "Se quer terminar esta história, tens que ir à Moscou de imediato porque minha irmã está perdendo a memória", evoca a cineasta. Na capital da extinta União Soviética se fechou o círculo. "É a vítima de toda a história. A que viveu o desarraigamento e a que tem identidade mista", admite Ramsis. Dulia, com 83 primaveras, e nem sequer balbucia o árabe.
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| Dulia, a filha mais velha de Najati Sidki |
"Sidki e seus camaradas árabes não vieram como refugiados. Não vieram para solicitar asilo senão para apoiar os europeus em sua luta contra o fascismo. Para aqueles as fronteiras estavam abertas para todo o mundo. Não é só um documentário que trata de história passada senão que quer falar do significado das fronteiras antes e agora e lutar contra os estereótipos que se associam ao mundo árabe. Esses rostos demonstram que há gente que não pensava na religião e que tratavam de fazer um mundo melhor. A solidariedade com o povo espanhol também serviu para a liberação dos árabes", conclui Ramsis.
Fonte: El Mundo (Espanha)
http://www.elmundo.es/cultura/2016/05/02/57278d0d22601d95368b4670.html
Título original: Los árabes que lucharon contra Franco
Tradução: Roberto Lucena
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Neonazismo - Os Soldados de Odin aterrrorizam a Finlândia
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| Membros do grupo neonazi "Soldados de Odin", durante uma manifestação em Joensuu (Finlândia) no passado 8 de janeiro. Reuters |
Com suas jaquetas negras decoradas com uma bandeira finlandesa e um viking nas costas, os Soldados de Odin (o principal deus da mitologia nórdica) converteu-se da noite para o dia numa preocupação de primeira ordem para o governo, que teme enfrentamentos violentos entre radicais e refugiados.
Mika Ranta, o organizador das patrulhas em Kemi, define-se a si mesmo como nacional-socialista (nazi), mas argumenta que os Soldados de Odin são um grupo ao qual pertence "todo tipo de gente". O certo é que os serviços secretos finlandeses vinculam a muitos deles com grupos extremistas. Ainda que digam contar com organização em 23 cidades, a Polícia reduz sua presença a cinco. Em declarações à Imprensa local no outubro passado, Ranta explicou que "despertamos numa situação onde mal viviam diferentes culturas, o que provocou medo e preocupação na comunidade". "O maior problema - acrescenta - foi quando nos inteiramos através do Facebook de que solicitantes de asilo se posicionaram em colégios de primário fazendo fotos de garotas".
Como ocorreu em Colônia e outras cidades alemãs e em Estocolmo, as denúncias de agressões sexuais duplicaram durante o último ano na Finlândia, passando de 75 para 147, se bem que não se conhece a identidade dos autores. De fato, na virada de ano passada, uma "caguetagem" e a hábil atuação policial impediram que se reproduzissem os tristes ocorridos da capital renana.
O clima de inquietação obrigou ao primeiro-ministro finlandês, o centrista Juha Sipila, a assegurar que o Governo não permitisse que essas patrulhas neonazistas suplantem as Forças de Segurança nas ruas. "A polícia é a responsável da lei e da ordem no país. As patrulhas civis não podem assumir a autoridade da Polícia", assegurou na televisão pública YLE. Na mesma linha, o ministro do Interior, o conservador Petteri Orpo, insistiu de que os Soldados de Odin "não fortalecem a segurança, senão que, pelo contrário, reforçam o estado de ânimo hostil". "Este tipo de patrulhas têm claramente uns atributos racistas e xenófobos e sua ação não melhora a segurança. Agora a Polícia deve utilizar seus escassos recursos ao seguimento de sua ação", lamentou Orpi. O ministro quis desautorizar assim o chefe da Polícia Nacional, Seppo Kolehmainen, que previamente havia sugerido que os Soldados de Odin poderiam ser úteis para alertar os agentes de possíveis delitos.
A contundência da tripartite de direitas que governa a Finlândia desde maio não é tão unânime como se poderia pensar. Enquanto que o ministro das Finanças e líder conservador, Alexander Stubb, aposta claramente pela ilegalização de "todas as patrulhas de rua racistas", os populistas "Verdadeiros Finlandeses" defendem a liberdade dos cidadãos para se organizar. Assim, o ministro da Justiça, Jari Lindström, assegura que "o fato de que detrás desse movimento se encontram pessoas que cometeram delitos e cumpriram penas de prisão certamente desperta interesse, mas o grande problema é que os cidadãos sentem que falta segurança". Contudo, a classe política, não oculta que a possível ilegalização do movimento poderia ser um beco sem saída se torna vulnerável os princípios constitucionais.
O Partido dos Finlandeses, antes conhecido como "Verdadeiros Finlandeses", recorre a esta equidistância para frear a queda de intenção de votos que lhes concedem as sondagens para entrar no Governo. Sua marca, entretanto, foi feita sentir nesses meses com o endurecimento das leis de imigração. Os refugiados maiores de idade, por exemplo, são obrigados a trabalhar para sufragar os custos de sua estada no país nórdico. Finlândia, como o resto dos países europeus, viu-se superada pela onda de imigrantes procedentes do Oriente Médio e África. Durante o ano passado, recebeu 32.500 solicitações de asilo frente a 4.000 em 2014, o que a situa como o quarto país da UE que mais refugiados recebeu em relação à sua população. Depois de três anos de recessão, o país nórdico, que conta com uma população imigrante substancialmente baixa que a de seus vizinhos nórdicos (6% frente a 15% da Suécia), afronta um duro reto para a integração de asilados.
Com Facebook como plataforma, a sociedade civil tem respondido a ameaças extremistas dos Soldados de Odin com as "Irmãs de Kyllikki", que faz referência a um personagem do poema épico "Kalevala". "Nosso objetivo é ajudar a pessoas e construir um diálogo com todos os finlandeses e também com os imigrantes", assegura uma das fundadoras do grupo, Niina Ruuska. Seria revelador saber se Odin, deus da guerra, mas também da sabedoria, que segundo a lenda pode ver todo desde seu trono em Asgard, está satisfeito com a usurpação de seu nome por uns poucos.
14 de janeiro de 2016. 03:54h Pedro. G. Poyatos.
Colônia Dinamarca Distúrbios Sociedade
Fonte: La Razón (Espanha)
http://www.larazon.es/internacional/los-soldados-de-odin-aterrorizan-finlandia-IO11681889
Título original: Los Soldados de Odín aterrorizan Finlandia
Tradução: Roberto Lucena
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Observações em um post extra (link será colocado aqui). Observação sobre a "confusão" entre os termos refugiados e imigrantes.
A quem se virar com o espanhol (idioma), vale a pena também ler esta matéria do El Mundo sobre o problema. É até mais completa que a matéria traduzida acima (mais extensa, por isso não deu pra traduzir, mas fica a sugestão):
'Soldados de Odín' para velar por Escandinavia (El Mundo)
http://www.elmundo.es/internacional/2016/01/28/56a90f3e268e3e79498b46e4.html
sábado, 26 de dezembro de 2015
As três direitas de René Rémond, da Academia Francesa, e sua relevância hoje
Entrevista com o historiador Michel Winock, por Damien Le Guay
Em 1954, um jovem historiador, René Remond, 35 anos, publicou um livro que evento e se tornou um clássico: "La droite en France" (A Direita na França). Este livro (influenciado por Albert Thibaudet) será reeditado em 1963 e 1968 para voltar a ser relançado, com uma revisão, em 1982: "Les droites en France" (As Direitas na França). Damien Le Guay convidou Michel Winock, historiador de História Contemporânea da França e de suas correntes intelectuais, professor emérito da Sciences-Po de Paris e autor de "La droite, hier et aujourd’hui" (A Direita, ontem e hoje) (tempus, 2012) para nos dizer se o livro de René Rémond está datado, e se é ainda relevante e porque ele acredita que é possível acrescentar uma quarta Direita à Direita, que ele chama de "Direita nacional-populista".
Qual é a abordagem de René Rémond neste livro-evento?
- *Que há um sistema binário na política, da oposição na França entre Esquerda e Direita
- *Que esta Direita é plural e dividida em três correntes
- *Que também existe uma continuidade entre essas três Direitas desde 1815 até hoje.
Nessa pluralidade da Direita de se organizar em três linhas distintas, todas chegaram ao poder entre 1815 e 1900:
- *Uma Direita Legitimista, que segue uma contra-revolução, ansiosa em promover uma concepção orgânica, hierárquica e anti-igualitária. Seus pensadores são Louis de Bonald (1754-1840, eleito para a Academia Francesa em 1816) e Joseph de Maistre.
- * Uma Direita Orleanista e Liberal que aceita a bandeira tricolor e o papel do parlamento, que se centra no papel de notáveis.
- *Uma Direita Bonapartista, a de Napoleão III, que se centra no papel de um líder, sobre a fraqueza dos organismos intermediários e no apelo ao povo - com o uso do referendo.
Além disso, René Rémond vê uma continuidade dessas três Direitas após 1914. A Direito legitimista se estenderá para a Ação Francesa (Action Française), para o governo Vichy e, a partir de 1980, para a Frente Nacional. A Direito Orleanista é encontrada no Bloco Nacional (1919), com Poincaré, Tardieu, Paul Raynaud e por último no período de sete anos de Valéry Giscard d'Estaing. Quanto a Direita Bonapartista, René Rémond a situa no gaullismo - com o apelo para o povo, o desprezo pelos partidos políticos e o desejo de um forte poder para governar o país.
Será que esta análise é "insuperável"?
Não. Obviamente. Se o próprio René Rémond, na introdução do livro reeditado em 1982 de "Les droites en France" (As Direitas na França), pergunta-se se não existe novas Direitas! Michel Winock atravessa a questão e considera que apenas há apenas três Direitas clássicas restantes, e que devemos acrescentar uma outra, uma quarta Direita que (...)
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Fonte: Canal Académie (site)
http://www.canalacademie.com/ida8599-Les-trois-droites-de-Rene-Remond-de-l-Academie-francaise-et-leur-pertinence-aujourd-hui.html
Título original: Les trois droites de René Rémond, de l’Académie française, et leur pertinence aujourd’hui
Tradução: Roberto Lucena
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
O que era, o que é o Fascismo? (Em PDF gratuito, EBOOK)
Muita gente pergunta "o que é fascismo", ou usa a generalização que se formou com o termo (geralmente usado como sinônimo de autoritário) e tem uma ideia confusa do que seja, até porque nunca foi fácil defini-lo por afirmações e mais pelo que ele se diz contra. Sem contar com a propaganda cretina que rola pela internet feita por grupos neocons (extrema-direita liberal) (tag: liberalismo) alegando que "Nazismo é de esquerda", com o intuito, via negação (jogar uma ideologia de extrema-direita pro "outro lado"), tentar tirar a carga negativa que o rótulo de extrema-direita carrega e/ou de não serem associados ao Fascismo, uma vez que o autoritarismo desses bandos possui muita semelhança com a dos fascistas (observação: ter semelhanças não significa que sejam necessariamente iguais). Esses bandos neocons defendem um liberalismo radical econômico (existente só na cabeça deles, eu costumava os chamar de PSTU de sinal trocado, vai ursinho! rs) que geralmente costuma levar países ao caos social.
Um adendo (ou mais de um), já que não vou colocar as notas no texto abaixo. O termo "populista" e "populismo" costuma, ou costumava, ser empregado na Europa pra rotular pejorativamente movimentos, grupos, partidos de extrema-direita. Um exemplo (o texto é recente): Le Pen e Lisboa. Até no Brasil e América Latina, governos nacionalistas (Vargas, Perón etc) recebiam o rótulo de "populistas", Vargas e Perón fizeram governos de cunho nacionalista (à direita). Ultimamente a direita neocon usa o termo (que serve mais pra demonizar do que pra explicar algo) pra atacar grupos de esquerda chamando tudo de "populismo" como um xingamento.
Adendo 2: o livro é sobre o fascismo e extrema-direita (de cunho fascista) na Espanha, mas serve de referência pra entender o fenômeno em outras partes do mundo, já que muitos grupos de extrema-direita no Brasil têm como referência o fascismo europeu.
Adendo 3: essa outra explicação é pro pessoal de fora que lê o blog e não conhece o contexto brasileiro, que tenham interesse mas não conhecem todos os detalhes, apesar deu ter colocado o link do verbete. O PSTU é um partido de extrema-esquerda, trotskista, que de tão à esquerda costuma 'dar beijo na boca' (força de expressão) da extrema-direita neocon. O PSTU sempre foi visto como um partido caricato e sem força (com baixa representatividade, não possui nenhum deputado ou senador no congresso nacional), que mais parece ou que tem um comportamento de seita (como quase todo agrupamento radicaloide, à direita e à esquerda).
Texto abaixo traduzido abaixo com o link do PDF do livro (ebook).
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Nosso ensaio "Que era e o que é o Fascismo", PDF gratuito
¿Qué era? ¿Qué es? El fascismo. Entre el legado de Franco y la modernidad de Le Pen (1975-1997), Destino, Barcelona, 1998, 94 pág. ISBN: 978-84-233-2999-1. Prólogo de Rosa Regás, pág. 11-14.Em 1998 publicamos nosso breve ensaio "El fascismo" (O Fascismo), na coleção "¿Qué era? ¿Qué es?" ("O que era, o que é"), que era então dirigida por Rosa Regás na editora Destino. Dado que o livro se encontra fora de catálogo, e temos recebido petições de consulta, decidimos digitalizá-lo integralmente para que seja acessível em PDF, de modo gratuito.
Para acessar o livro inteiro, clique no link abaixo (Download):
El fascismo-Xavier Casals
Consideramos que, em que peso o tempo transcorrido, ele oferece uma imagem de interesse: uma radiografia do universo da extrema-direita espanhola da época, na qual se desenha então tentativas de importação do "lepenismo", sobrevivência do neofranquismo e se apontavam populismos protestatario emergentes.
Em suma, da nossa perspectiva o livro oferece una radiografia acessível do universo da extrema-direita espanhola antes da eclosão da Plataforma per Catalunya [PxC].
Sinopse
Síntese de divulgação sobre a evolução do fascismo até o momento da publicação do ensaio centrado no caso da Espanha. A primeira parte ("Os herdeiros do fascismo") expõe como se conformou uma extrema-direita no seio do franquismo, que constituiu um setor ideologicamente retrocedente no fim do regime e durante o alvorecer da Transição, chamado "bunker". A segunda ("A crise do 'bunker', 1975-1982") analisa o papel e a trajetória do "Fuerza Nueva", do terrorismo ultradireitista nos "anos do chumbo" e do fracassado golpe de Estado de 23 de fevereiro de 1981. A terceira parte ("Entre a tradição e a inovação, 1983-1994") constata a coexistência de discursos ultradireitistas nostálgicos do franquismo com outros inovadores e importadores da cultura política deste espectro então com sucesso na Europa, sendo sua referência principal o Front National francês. A quarta e última ("Até uma nova extrema-direita, 1994..."), faz previsões do futuro sobre a eventual existência de um "lepenismo espanhol".
A conclusão final, à luz da década transcorrida, resultou acertada. Dizíamos antes (1998):
"Enquanto a ultradireita espanhola, esta todavia parece contar com um longo caminho por percorrer antes de se configurar como opção política de certa solidez. Carece de líderes e quadros políticos, os eixos ideológicos de seu discurso atual são tão variados como - em ocasiões - contraditórios. As siglas que se agitam nesse espectro são quase desconhecidas, muito cambiantes e dificilmente com poder quanto à sua capacidade de convocatória. Os distintos grupos ou não concorrem às eleições ou, quando o fazem, seus resultados são insignificantes [...]. Mas, sobretudo, a extrema-direita enfrenta um problema não resolvido: conciliar os valores da ultradireita 'tradicional' e os da 'pós-industrial', reunir o legado de Franco e a modernidade de Le Pen" (p. 89).
Fonte: Blog de Xavier Casals
https://xaviercasals.wordpress.com/2014/08/31/el-populismo-que-viene-86-asi-era-la-extrema-derecha-espanola-antes-de-anglada-descarguese-el-ensayo-el-fascismo-en-pdf-gratuitamente/
Título original: Nuestro ensayo "¿Qué era? ¿Qué es? El fascismo" En PDF gratuito
Tradução: Roberto Lucena
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Estado Islâmico (EI) - Programa Canal Livre
Eu diria que o vídeo principal pra assistirem, caso não queiram ver os demais pois os vídeos são longos, este vídeo é o do Canal Livre da TV Bandeirantes com o prof. Salem Nasser como convidado, só que o vídeo tá separado em quatro partes num servidor do UOL. Há mais de um debate em vídeo nos links, divididos em partes e mais três em vídeos inteiros. Caso alguém suba o vídeo inteiro pro Youtube (que estão divididos em links), removerei os links do UOL. Tem outro programa mas depois acrescento o link. Links:
Observação 1: removeram o primeiro vídeo inteiro (e aberto) que constava no Youtube e não há cópia disponível. Assistam os demais.
Não creio que o vídeo removido foi este (não lembro direito pois há mais de um), exibido provavelmente em novembro de 2015, só tem um trecho do debate, mas aparenta ser o sobre "Atentado na França" (mas há um debate anterior que foi cortado):
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?id=15724439&t=retrospectiva-2015---parte-6
Outro debate: Atentado na França - Parte 1
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?id=15678350&t=atentado-na-franca---parte-1
Atentado na França - Parte 2
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?id=15678355&t=atentado-na-franca---parte-2
Atentado na França - Parte 3
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?id=15678357&t=atentado-na-franca---parte-3
Atentado na França - Parte 4
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?id=15678358&t=atentado-na-franca---parte-4
Segue abaixo outros vídeos que considerei interessante sobre o tema já que o povo (generalizando) prefere ver vídeos que ler.
Programa antigo/anterior (TV Bandeirantes): Canal Livre - O Estado Islâmico
https://www.youtube.com/watch?v=xhlW18-W3p0
Estado Islâmico - TV e Rádio Unisinos
https://www.youtube.com/watch?v=LY2VBB6xCiM
Espaço Público recebe Salem Nasser - Espaço Público
https://www.youtube.com/watch?v=5n0BzZ_I3Pk
Canal Livre debate os conflitos no Oriente Médio – parte 1
http://tvuol.uol.com.br/video/canal-livre-debate-os-conflitos-no-oriente-medio--parte-1-04024C9C346ED0913326
Canal Livre debate os conflitos no Oriente Médio – parte 2
http://videos.bol.uol.com.br/video/canal-livre-debate-os-conflitos-no-oriente-medio--parte-2-04020C9C346ED0913326
Canal Livre debate os conflitos no Oriente Médio – parte 3
http://videos.bol.uol.com.br/video/canal-livre-debate-os-conflitos-no-oriente-medio--parte-3-04020E18356ED0913326
Canal Livre debate os conflitos no Oriente Médio – parte 4
http://tvuol.uol.com.br/video/canal-livre-debate-os-conflitos-no-oriente-medio--parte-4-0402CC9C346ED0913326
Canal Livre debate os conflitos no Oriente Médio – parte 5
http://videos.bol.uol.com.br/video/canal-livre-debate-os-conflitos-no-oriente-medio--parte-5-04028C9C346ED0913326
Observação 2: mas não menos importante. Só uso o termo "ISIS" quando alguém tem problema de entender a sigla EI, que é a correta em português, "ISIS" é mais outro anglicismo que a mídia brasileira impõe (ou tenta impor) por estupidez, macaquice. Não há necessidade alguma do uso desse anglicismo. É vergonhoso ver 'jornalistas' não usando o idioma oficial do país quando existe tradução do termo.










