segunda-feira, 10 de outubro de 2011

22 de junho de 1941 (Fotos do genocídio nazi na União Soviética) - parte 1

Neste dia há 70 anos atrás, a Alemanha nazi atacou a União Soviética e começou o mais devastador conflito já registrado na história, que representou a esmagadora maioria das mortes da Segunda Guerra Mundial na Europa. Cerca de 26,6 milhões destas mortes, de acordo com cálculos demográficos, ocorreram entre a população da União Soviética. Uma significante parte das mortes soviéticas foi devido às ações criminosas das invasões nazistas.

Seis meses depois de começar o ataque, os nazistas registraram que o assassínio em massa tinha dado um enorme salto, como assinalado pelo historiador alemão Christian Gerlach na página 10 deste livro Krieg, Ernährung, Völkermord (minha tradução):
A fim de tornar claro este desenvolvimento, pode ser útil distinguir entre duas fases: se o regime NS de repente tivesse chegado ao fim em maio de 1941, ele teria permanecido infame principalmente devido ao assassinato de 70 mil doentes e deficientes na então chamada ação de "eutanásia", de várias dezenas de milhares de judeus e não-judeus poloneses e de milhares de detentos em campos de concentração no Reich alemão. Para o final do ano de 1941 o número de vítimas da política alemã de violência tinha aumentado para mais de três milhões de pessoas (sem contar as tropas do Exército Vermelho mortas em combate) - das mesmas cerca de 900.000 eram judeus, nove décimos dos mesmos nos territórios ocupados Soviética, e cerca de dois milhões de prisioneiros de guerra soviéticos. [Nota de rodapé: um grande número de vítimas tinha sido relacionada à alegada política alemã de luta anti-partisan (pelo menos 100.000 pessoas, principalmente na Bielorrússia, Rússia Central e Sérvia) e pelo bloqueio de fome contra Leningrado com centenas de milhares de mortos.] Apenas no decorrer do ano de 1942 a população judaica da Europa tornou-se o maior grupo de vítimas da política de extermínio alemã.
Em seu recente livro Wehrmacht im Ostkrieg: Front und militärisches Hinterland 1941/42 (p. 789), o historiador alemão Christian Hartmann menciona que 3 milhões dos prisioneiros soviéticos de guerra pereceram no cativeiro alemão, 2,4 milhões dos assassinados eram judeus soviéticos e 500.000 vítimas de operações anti-partisan. O último número também é mencionado pelo Dr. Dieter Pohl, que estima um total de cerca de um milhão de vítimas de assassinatos anti-partisan e outros assassinatos entre a população civil não-judia da União Soviética. O colega de Pohl, Jörg Ganzenmüller, com os quais argumentos a este respeito eu concordo, considera o cerco de Leningrado, o qual se afirma que cerca de um milhão de vítimas civis morreram principalmente por fome, foi o que ele chama de um "genocídio silencioso" (Ein stiller Völkermord). O número de civis que os nazis atingiram com morte pela fome no território que eles ocuparam (em oposição ao cerco de Leningrado e outros territórios soviéticos controlados) não foi ainda estabelecido. Na publicaçaõ 5 milhões de vítimas não-judias? (Parte 2), eu assumi que metade das mortes dos cerca de 3 milhões de não-judeus soviéticos civis no território ocupado nazista foram diretamente atribuídos à implementação da ocupação criminosa nazi e políticas de exploração, o saldo colateral de vítimas da luta, mortes por fome devido à política soviética de terra arrasada durante as retiradas em 1941/1942 e civis assassinados por forças irregulares lutando contra o invasor.

Com tudo isto dito, parece seguro (mesmo conservador, considerando outras estimativas) assumir que um total de cerca de 8 milhões de soviéticos não-combatentes (civis e prisioneiros de guerra, incluindo tanto judeus e não judeus), foram vítimas de ações criminosas nazistas, ou seja, foram assassinados de forma descontrolada ou mortos por fome, doença e exposição.

As fotografias dos links a seguir são conhecidas ou se presume ser uma pequena amostra (uma fração diminuta, dadas as limitações do meio fotográfico) de algumas das vítimas dos crimes nazistas contra os habitantes da União Soviética em suas fronteiras desde 22 de junho de 1941, isto é, também incluindo os países do Báltico, os territórios do ex-Polônia Oriental agora pertencentes à Bielorrússia e a Ucrânia e o território da atual Moldávia. Elas foram retiradas do arquivo de fotos do Yad Vashem. As legendas do Yad Vashem nem sempre são precisas, por exemplo no que diz respeito ao local de eventos descritos; onde eu conheço melhor ou tenho dúvidas sobre a exatidão de uma legenda, esta é apontada entre colchetes após a legenda. Não necessário seria dizer que algumas das fotos são muito gráficas e visualizá-las é, portanto, não recomendado para pessoas sensíveis.

1 URSS, homem enforcado por suspeita de atividade partisan.

2 URSS, um homem enforcado pelos alemães.

3 URSS, homem enforcado por suspeita de atividade partisan.

4 Ucrânia, Bogoduchov, enforcamento de dois suspeitos de atividade partisan por gendarmes locais.

5 URSS, homem enforcado por suspeita de atividade partisan.

6 Bielorrússia, Minsk, dois homens e uma mulher enforcados pelos alemães.

7 URSS, três homens enforcados por suspeita de atividade partisan.

8 URSS, aparentemente os restos de um prisioneito de guerra(POW)* soviético morto.

9 URSS, prisioneiros de guerra soviéticos trazendo o corpo de outro prisioneiro para cremação.

10 URSS, corpos de prisioneiros de guerra soviéticos mortos na neve.

11 URSS, aparentemente auxiliares locais com um prisioneiro de guerra(POW) soviético ferido.

12 Rússia, Petrovzavodsk, soldados filandeses ao lado de prisioneiros de guerra(POW) soviéticos que foram executados, 27/02/1942.

13 Aparentemente um prisioneiro de guerra soviético morto(POW).

14 Uma vala comum de prisioneiros de guerra soviéticos.

15 Bielorrússia, Gubino, Aparentemente dois soldados alemães ao lado de corpos de prisioneiros de guerra(POWs) soviéticos.

16 Prisioneiros de guerra soviéticos(POWs) burying os corpos de seus companheiros.

17 Bielorrússia, Orsha, aparentemente civis mortos por alemães.

18 URSS, pessoas enforcadas por alemães por suspeita de atividade partisan.

19 URSS, dois homens enforcados pelo exército alemão.

20 Ucrânia, ravina de Babi Yar, corpos encontrados numa vala comum por pesquisadores soviéticos, 1944. [Provavelmente o campo de concentração de Syretsk/Syretzky, ver o álbum de fotos de Babi Yar (com a inevitável "Nota para nossos visitantes" por Carmelo Lisciotto).]

21 Ucrânia, Babi Yar, corpos encontrados numa vala comum por pesquisadores soviéticos, 1044, 1944. [Provavelmente do campo de concentração de Syretsk/Syretzky.]

22 URSS, enforcamento de dois homens por soldados alemães.

23 Ucrânia, Babi Yar, corpos encontrados numa vala comum por pesquisadores soviéticos, 1044, 1944.

24 Ucrânia, Babi Yar, corpos encontrados numa vala comum por pesquisadores soviéticos, 1044, 1944. [Provavelmente do campo de concentração de Syretsk/Syretzky.]

25 Ucrânia, Babi Yar, corpos encontrados numa vala comum por pesquisadores soviéticos, 1044, 1944. [Provavelmente do campo de concentração de Syretsk/Syretzky.]

26 Ucrânia, Babi Yar, corpos encontrados numa vala comum por pesquisadores soviéticos, 1044, 1944. [Provavelmente do campo de concentração de Syretsk/Syretzky.]

27 Ucrânia, Babi Yar, corpos encontrados numa vala comum por pesquisadores soviéticos, 1044, 1944. [Provavelmente do campo de concentração de Syretsk/Syretzky.]

28 Rússia, aparentemente corpos de prisioneiros de guerra soviéticos na área de Porkhov.

29 Rússia, soldados alemães enforcando um homem na área de Porkhov.

30 URSS, aparentemente prisioneiros de guerra soviéticos(POWs) executados.

31 URSS, dois suspeitos de atividade partisan que foram enforcados por alemães.

32 Ucrânia, Bogoduchov, dois suspeitos de atividade partisan sendo conduzidos para forca por Gendarmes.

33 URSS, corpos de prisioneiros de guerra soviéticos trazidos para enterro.

34 URSS, corpos de pessoas mortas por alemães.

35 URSS, corpos de pessoas mortas por alemães.

36 URSS, um cidadão enforcado por alemães, aparentemente por suspeita de atividade partisan.

37 Ucrânia, Kharkov, pessoas enforcadas na rua por alemães na Rua Shavczenka, ano de 1942.

38 Ucrânia, Kharkov, homens enforcados por alemães em retaliação por explodirem prédios durante a ocupação alemã, novembro de 1941.

39 Ucrânia, Kharkov, homens enforcados por alemães em retaliação por explodirem prédios durante a ocupação alemã, novembro de 1941.

40 Ucrânia, Kharkov ou Bogodukhov, uma pilha de corpos queimados levados por um soldado alemão.

41 Ucrânia, Kharkov, homem enforcado por alemães por suspeita de atividade partisan.

42 Ucrânia, Kharkov, civis enforcados por alemães em retaliação a um ataque terrorista de um quartel general alemão, novembro de 1941.

43 Ucrânia, Kharkov, civis enforcados por alemães em retaliação a um ataque terrorista a um quartel general alemão, novembro de 1941.

44 Kharkov, Ucrânia, uma execução por enforcamento feita por colaboracionistas ucranianos e soldados alemães, 1942.

45 Babiy Yar, Ucrânia, cadáveres numa vala comum. [A localidade não é Babiy Yar mas Drobitski Yar próxima à Kharkov.]

46 Corpos de prisioneiros de guerra(POW) soviéticos que morreram no cativeiro alemão.

47 Corpos de prisioneiros de guerra(POW) soviéticos que morreram no cativeiro alemão.

48 URSS, suspeitos de atividade partisan enforcados por alemães nas praças das cidades.

49 Gayvoron, URSS, suspeitos de atividade partisan enforcados por alemães nas praças das cidades.

50 Ucrânia, prisioneiros de guerra(POW) soviéticos que foram mortos por alemães.

51 URSS, provavelmente um prisioneiro de guerra soviético transportando um cadáver em um trenó.

52 URSS, soldados alemães ao lado de cadáveres.

53 URSS, execução de civis por policiais alemães.

54 URSS, execução de civis por policiais alemães.

55 URSS, execução de civis por policiais alemães.

56 URSS, partisan enforcado por alemães.

57 URSS, eforcamento público com presentes de soldados alemães.

58 URSS, aparentemente prisioneiros de guerra(POW's) soviéticos mortos por alemães.

59 URSS, aparentemente corpos de soldados soviéticos que foram mortos por alemães.

60 URSS, execução de civis por policiais alemães.

61 Ucrânia, Kiev, homem enforcado por alemães.

62 URSS, pessoas enforcadas por alemães.

63 URSS, um suspeito de atividade partisan enforcado por alemães.

64 URSS, um partisan enforcado pelo exército alemão.

65 URSS, dois homens enforcados pelo exército alemão.

66 URSS, um partisan enforcado pelo exército alemão.

67 URSS, suspeitos de atividade partisan enforcados por alemães.

68 URSS, homem enforcado por alemães.

69 URSS, Orel, pessoas enforcadas por alemães em público por sabotagem e por se recusarem a trabalhar, fevereiro de 1942.

70 URSS, dois homens enforcados por alemães.

71 URSS, homem enforcado por suspeita de atividade partisan.

72 URSS, soldados soviéticos mortos.

73 URSS, suspeitos de atividade partisan enforcados por alemães.

74 URSS, enforcamento público de soldados alemães, com presentes.

75 Aparentemente a remoção de corpos de prisioneiros de guerra(POWs) soviéticos.

76 Cadáveres, aparentemente de prisioneiros de guerra(POW) soviéticos.

77 Cadáveres, aparentemente de prisioneiros de guerra(POW) soviéticos.

78 URSS, homem enforcado por alemães.

79 Aparentemente cadáveres de prisioneiros de guerra(POW) soviéticos que morreram em campo de prisioneiros alemão.

80 URSS, aparentemente prisioneiros de guerra(POW) soviéticos na área de Porkhov.

81 Ucrânia, Teploye, uma mulher enforcada por alemães por transportar munição em seus pertences, 3/11/1941.

82 URSS, homem enforcado por alemães por suspeita de atividade partisan.

83 URSS, prisioneiros de guerra(POWs) enterrando cadáveres de outros prisioneiros de guerra.

84 URSS, cadáveres de civis executados.

85 URSS, cadáveres de civis executados.

86 URSS, homem enforcado por alemães por saquear e esconder propriedade judaica abandonada.

87 URSS, homem executado por alemães.

88 URSS, prisioneiros de guerra (POWs) soviéticos, provavelmente executados.

89 URSS, cadáveres de civis executados.

90 URSS, cadáveres de civis executados.

91 URSS, cadáveres de civis executados.

92 URSS, mão aparecendo fora de uma vala comum.

93 URSS, uma mulher soviética que foi executada.

94 URSS, civis executados

95 URSS, aparentemente prisioneiros de guerra (POWs) executados.

96 Ucrânia, dez reféns enforcados por alemães.

97 URSS, dois homens enforcados provavelmente por colaboradores locais.

98 URSS, dois homens enforcados aparentemente por colaboradores locais.

99 Ucrânia, enforcamento de civis por soldados alemães.

100 Ucrânia, dez reféns enforcados por alemães.

[Fotos 101 a 201 - parte 2]
[Fotos 202 a 289 - parte 3]

Os eventos em alguns dos locais mostrados acima nas fotografias são mencionados em vários artigos deste blog, incluindo os seguintes (blogs listados em ordem alfabética ou menção dos lugares, começando com o massacre de Babi Yar e terminando com Zolochiv/Złoczów):

• Série That's why it is denial, not revisionism., partes III [tradução para português], IV [tradução para português], V [tradução para português], VI [tradução para português], VII [tradução para português] VIII [tradução para português], IX (1) IX (3), IX(4)
Vasily Grossman's Letters and Notebooks
How Many Perpetrators in the USSR? - Part One: Overview
How Many Perpetrators in the USSR? - Part Four: Ukraine 1941
How Many Perpetrators in the USSR? - Part Five: Ukraine 1942
How Many Perpetrators in the USSR? - Part Eight: Baltic States [tradução para português]
How Many Perpetrators in the USSR? - Part Nine: Denier Deceit
One might think that … [tradução para português]
Wehrmacht Complicity in the Holocaust in Ukraine
The Atrocities committed by German-Fascists in the USSR (2)
"... otherwise you’ll think that I’m bloodthirsty"
Mass Graves in the Polesie [tradução para português]
The Atrocities committed by German-Fascists in the USSR (1)
Drobitski Yar
Neither the Soviets nor the Poles have found any mass graves with even only a few thousand bodies … [tradução para português]
More Misrepresentations from Graf: Lithuania
«Evidence for the Presence of "Gassed" Jews in the Occupied Eastern Territories» (3, 2)
French Military Witness in Kaunas (Kovno)
Belzec Mass Graves and Archaeology: My Response to Carlo Mattogno (4,1)
More «Evidence for the Presence of "Gassed" Jews in the Occupied Eastern Territories» (2)
Human Remains Seen By American Journalists at Klooga and Babi Yar
Galicia
Belzec Mass Graves and Archaeology: My Response to Carlo Mattogno (5,2)
Thomas Dalton responds to Roberto Muehlenkamp and Andrew Mathis (2)
«Evidence for the Presence of "Gassed" Jews in the Occupied Eastern Territories» (3, 3)
More «Evidence for the Presence of "Gassed" Jews in the Occupied Eastern Territories» (1)
"Thereafter Kube had shown the Italians a gas chamber in which the killing of the Jews was allegedly carried out."
Austrian Gas Vans Trial
Thomas Kues and Isak Grünberg
Photographic Evidence of Mass Shootings: 1. Sdolbunov
Kudos to Mr. Wilfried Heink
Nazi crimes in Soviet footage
The Road to Vyazma
Photographic Evidence of Mass Shootings: 2. Ponary
Photos from the German East [tradução para português]
Notes from a Transit Camp [tradução para português]
Liepaja (Part 1) [tradução para português]
Liepaja (Part 2)
What it was like


Fonte: Holocaust Controversies
Texto: Roberto Muehlenkamp
http://holocaustcontroversies.blogspot.com/2011/06/22-june-1941.html
Tradução e adaptação: Roberto Lucena

*POW = abreviação em inglês de "prisoner of war" (prisioneiro de guerra)

14 comentários:

Daniel disse...

Eu vi essas fotos semana passada no Yad Vashem, quando estava procurando algumas fotos da repressão ao gueto de Varsóvia e eventual abuso contra mulheres(ultima postagem). Tinha salvo o link pois tem algumas fotos bem interessantes que não tinha visto.

Daniel disse...

Aproveitando o espaço, tem uns 5 meses que estou na procura de um video em que mostra um alemão degolando um prisioneiro russo. Perdi o video quando queimou o pc, e não consigo mais acha-lo. Achei esse video num site ao estilo "Ogrish", a uns 7 anos atras, e fiz a burrice de não gravar. Estou passando dias procurando pela web e não acho.Por acaso já viu?

Roberto Lucena disse...

"Eu vi essas fotos semana passada no Yad Vashem, quando estava procurando algumas fotos da repressão ao gueto de Varsóvia e eventual abuso contra mulheres(ultima postagem). Tinha salvo o link pois tem algumas fotos bem interessantes que não tinha visto."

Acabei de ver teu post no blog(só tinha vista a resenha no canto do blog), parabéns pela postagem. Tem um livro que relata os abusos sexuais que a Wehrmacht cometeu na guerra.

Friso isso pois cansei de ver gente na rede da turma do "vamos aliviar pro nazismo"(os que não assumem abertamente que são simpatizantes do regime do cabo genocida) citando o livro do Beevor(Berlim 1945) pra retratar os russos como bestas-feras que fizeram o diabo a quatro na Alemanha "sem motivação nenhuma", não está no gibi.

Esses defensores dissimulados do nazismo enchem mais o saco que os assumidos, pelo menos esses assumem abertamente o que defendem(ou não).

Roberto Lucena disse...

"Aproveitando o espaço, tem uns 5 meses que estou na procura de um video em que mostra um alemão degolando um prisioneiro russo. Perdi o video quando queimou o pc, e não consigo mais acha-lo. Achei esse video num site ao estilo "Ogrish", a uns 7 anos atras, e fiz a burrice de não gravar. Estou passando dias procurando pela web e não acho.Por acaso já viu?"

Nunca vi, mas como você mencionou acho que dá pra ajudar na procura do vídeo. Se eu por acaso conseguir localizá-lo eu repasso sem falta pra você.

Daniel disse...

Sobre o livro do Beevor, é uma das proximas postagens. Já fiz as transcrições dos estupros dos sovieticos quando iam em direção a Berlim, só estou procurando algumas fotos. Coloquei esse de Varsóvia antes para ver a reação do povo. Nenhum comentario até agora. Vamos ver no do Beevor, se vai render alguma coisa. Logo após o post sobre estupros dos vermelhos, vou entrar com os dos alemães, que já estou traduzindo, e quero ver novamente se vai haver alguma reação de alguém.

Daniel disse...

O video é não é para quem tem estomago fraco. Estou procurando, mas devido a certas filtragens dos buscadores normais, vou apelar para a deepweb, por lá devo encontrar (se bobiar achar até algo pior).

Roberto Lucena disse...

"Coloquei esse de Varsóvia antes para ver a reação do povo. Nenhum comentario até agora. Vamos ver no do Beevor, se vai render alguma coisa. Logo após o post sobre estupros dos vermelhos, vou entrar com os dos alemães, que já estou traduzindo, e quero ver novamente se vai haver alguma reação de alguém."

Daniel, no dos soviéticos eu acho que pode rolar algum comentário, eu fiquei surpreso do ódio patológico que um pessoal sectário de direita tem pela Rússia por conta do regime soviético, eles confundem povo, nacionalidade com regime e relativizam a questão do racismo como "algo menor" quando não é nem nunca foi "algo menor". É como se achassem que foi bem empregado o genocídio de Hitler aos eslavos por conta do regime.

Pensei que esse povo tivesse saído da Guerra Fria e entrado no século XXI, pelo visto continuam presos aquela polarização defasada dela entre um país que não existe mais(a URSS), o bloco socialista(que também não existe mais) e o que sobrou dele e o mundo atual.

Mais neurose que isso só a nóia que esse pessoal tem em relação à Cuba, mas aí a gente tem que ser justo, há "nóia" nos dois extremos, a extrema-esquerda que tenta vender de forma ridícula a imagem de Cuba como paraíso na Terra ou que ainda usa aquilo como parâmetro de algo quando é o Brasil que tem influência no mundo e não Cuba, e a direita brasileira que por conta da carolice(e não menos por conta da própria ignorância e falta de reflexão) ainda fica com esses chavões de que a esquerda no Brasil quer instaurar uma ditadura do proletariado e outros devaneios desse tipo.

Os extremos sempre se tocam(na burrice).

Roberto Lucena disse...

"O video é não é para quem tem estomago fraco. Estou procurando, mas devido a certas filtragens dos buscadores normais, vou apelar para a deepweb, por lá devo encontrar (se bobiar achar até algo pior)."

Eu imagino, pela descrição que você fez deve ser muito pesado, por isso eu acho que não existe mais no youtube, provavelmente deve ter sido apagado. Só procurando pela rede se alguém disponibilizou isso em outro site de vídeos ou em formato de vídeo pra baixar. Só que não deu ainda pra procurar o vídeo por isso que não pude comentar nada sobre ele.

Roberto Lucena disse...

Agora, estou achando um problema nesse post: o tamanho dele, mas se eu alterar algo eu aviso. O problema é que um post muito grande muita gente dificilmente lê ou vê, acaba se cansando na metade do texto e não querendo ver mais o resto, e daria pra dividir o post em uns três colocando em cada umas 100 fotos. É muita coisa listada em um post só e o povo acaba passando a vista no texto e não querendo ver mais nada pelo fato do post ser muito extenso.

Daniel disse...

Realmente, esse pessoal trata o assunto com argumentos e ideias que não se aplicam(se pode-se dizer que se aplicaram da forma que dizem algum dia) a muito tempo.

Os extremos sempre se tocam(na burrice)
Concordo com você. Foi bom você tocar no assunto Cuba, pois outro dia estava lendo em um site de esquerda(não me lembro se foi na Pagina vermelha, então não vou confirmar a fonte) falando o pais maravilhoso de Cuba. Alienação total.

Daniel disse...

Sobre o tamanho do post, tambem acharia que deveria dividi-lo, pois quem não se interessa a fundo pelo assunto pode passar batido.
Mas quem se interessa, é uma postagem para ficar bastante tempo, e sempre dar uma atualizada. Fiquei horas no Yad Vashem olhando essas fotos. Pessoal tem traduzido agora de mão dada, tem mais que agradecer.

Roberto disse...

"Concordo com você. Foi bom você tocar no assunto Cuba, pois outro dia estava lendo em um site de esquerda(não me lembro se foi na Pagina vermelha, então não vou confirmar a fonte) falando o pais maravilhoso de Cuba. Alienação total."

Daniel, se for esse site eu sei qual é, rsrsrsrsrs. Eu diria que é uma versão de esquerda desses sites de extrema-direita não alinhados abertamente com o fascismo como aquele MSM. Eu sei que o conteúdo disso é pra lá de ruim, não sei como o povo tenta se "orientar" politicamente por esse tipo de site(tanto os de extrema-esquerda como os de extrema-direita). O que sai de "coisa extraordinária" nisso é de fazer inveja a muito "revi", rs.

Roberto disse...

"Sobre o tamanho do post, tambem acharia que deveria dividi-lo, pois quem não se interessa a fundo pelo assunto pode passar batido.
Mas quem se interessa, é uma postagem para ficar bastante tempo, e sempre dar uma atualizada. Fiquei horas no Yad Vashem olhando essas fotos. Pessoal tem traduzido agora de mão dada, tem mais que agradecer."


Pior é que quando não ficam em silêncio(atitude mais comum, o silêncio aqui está como sinônimo de "não se manifestar", não comentar etc), tirando um ou outro comentário amistoso, o que pinta de comentário esdrúxulo de neo é festa. Se ainda discutissem o assunto do post ou alguma "teoria" "revi" daria pra argumentar e discutir, mas já pintou muito xingamento.

O que o cara vai argumentar com xingamento e baboseira? Só se responder na mesma moeda. Nem repassar direito as abobrinhas dos "revis" de fora os "revis" tupiniquins conseguem mais(o que não é, nem de longe, uma notícia ruim).

Roberto disse...

Sobre o post, pois acabei esquecendo de comentar acima, vou dividi-lo. Se o Roberto Muehlenkamp achar melhor depois manter o formato original do post(o texto e a escolha/pesquisa das fotos é dele) é só cortar os outros posts e colocar tudo em um post só.

Vou dividir em três posts este post, dois posts com 100 fotos em cada e um com as 89 fotos finais e os links que ele adicionou ao texto do post.

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