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sábado, 28 de março de 2026

"Negociador israelense expõe o plano de Netanyahu" (Daniel Levy para Owen Jones)

Faz dez dias ou mais que esse "furo" saiu na mídia britânica, zero repercussão nos canais do Brasil (até em espanhol) e cia... sinal de que não acompanham "bem" a coisa...

Alguém pode perguntar, justamente, o porquê da "ironia"... porque no Brasil somos boicotados junto a outros por certas "patotas ilustradas", ou passamos a ser porque esse blog/site é mais antigo que a maioria absoluta desses canais de Youtube e o objeto de abordagem aqui era/é segunda guerra mundial e temas correlatos, nunca tratou de ser "site de geopolítica", canal do tipo etc e nem tem pretensão de sê-lo, só que... quem lê/aborda segunda guerra mundial acaba tendo base de discussão (boa) pra discutir qualquer tema da atualidade envolvendo esse tipo de questão, e cobrimos o conflito na Palestina em momento que a dita "esquerda brasileira" se encontrava prostrada (parece que não mudou tanto assim o estado de 2023 pra cá, embora eu acredito que sairá da inércia em virtude da questão eleitoral desse ano, senão sair, o caos ou a desgraça tomará conta do país com a vitória do bolsonarismo).

É um direito, legítimo, ironizar certas "patotas"... acostumem-se... a gente ironizava muito os ditos "revis" (negacionistas do Holocausto), quem fica com "marra" também entra na "roda" (na "pilha"), rs.

Em todo caso, vamos ao que interessa e que deu título ao post, o plano de Netanyahu. Não localizei o vídeo inteiro e sim um trecho, mas que revela muita coisa, mesmo que seja algo "resumido"... vale a pena ler (vou traduzir a fala abaixo da pessoa pro português), o vídeo/áudio é em inglês pro canal do Owen Jones, jornalista britânico que era do Guardian, não sei se ainda está lá (pessoa de esquerda). Segundo uma turma "altamente ilustrada", "altos teores"... eles também não assistem/leem a "mídia imperialista" desses países... rs, ou se fazem, fazem-no de forma "seletiva", tão seletiva que ignoraram por completo o canal desse cara, que é bem conhecido no Reino Unido. Ah, lembrei que uma parte dos canais, de teor mais "jornalístico", evitam citar conteúdo/fonte de certos jornais ou jornalistas de fora... por isso que acho engraçado e curioso que essa turma tente nos "recomendar" ("ensinar") a ler notícias do conflito/da guerra quando a gente dá "furo" melhor que esse pessoal, e modéstia à parte alguma, a cobertura é boa, se não fosse não teria mais de mil por dia lendo (até a turma que "boicota", fica na "surdina") sem a gente ter divulgação (não aberta), com o Google restringindo vários conteúdos do blog, até conteúdo de segunda guerra e de História do Brasil. E volto a repetir, o foco do site/blog é segunda guerra mundial, por uma questão à parte (pela questão palestina) a gente desdobrou a coisa por aqui pros conflitos no Oriente Médio, porque também a gente acompanha (eu acompanho) e tenho "conhecimento razoável" do assunto (que dá pro gasto).

Daniel Levy é ex-negociador de Israel pra esses assuntos, conhece a "cabeça" de Netanyahu. Ele "fala" como se fosse "Netanyahu pensando/falando", mas está só expondo a forma de Netanyahu ver o conflito por inteiro. Vale a pena ler (ou ver o vídeo, pra quem quiser ver, o vídeo segue no fim do post):

Daniel Levy fala para Owen Jones (jornalista britânico):

"Netanyahu pode estar olhando pra isso (conflito) e dizendo:

"-Sabe?
-Talvez estejamos perdendo os EUA
-Talvez isso seja irreversível
-E talvez eu também reconheça que os EUA não são os EUA que costumavam ser...
-Os Estados Unidos não irão reafirmar de novo sua primazia.
-Estamos caminhando para a multipolaridade.
-Então, sabe de uma coisa?
-À frente de Israel, preciso extrair/espremer o máximo possível dos Estados Unidos enquanto ainda posso.
-Então, se eu arrastar os Estados Unidos para uma guerra que será muito custosa para eles,
-isso pode acelerar a perda do nosso apoio e também acelerar o declínio dos Estados Unidos.
-Bem, se essa guerra puder remodelar fundamentalmente a região e ajudar a consolidar a dominação do meu país, que se danem as consequências para os Estados Unidos.
-Se isso valer a pena para nós.

E eu só me pergunto se isso faz parte dos cálculos."
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Subtítulo lá: "Será que o plano de Netanyahu é explorar os Estados Unidos até a última gota?"... só "será"?...

Maquiavélico, não?... e estúpido também (como toda coisa megalomaníaca), mais cedo eu coloquei o link de um post do Facebook (o Stephano passou) da Embaixada de Israel no Senegal "clamando" ação da ONU (Unicef) sobre os bombardeios do Irã sobre Israel... o mesmo país que pratica genocídio contra os palestinos, matando mulheres/mulheres grávidas e crianças aos milharaes, e que sempre debochou, desdenhou da ONU, agora "clama por ajuda"... nada como "um dia atrás do outro", alguns diriam...

Você checa o Post dessa Embaixada (em francês), a maioria zomba/faz escárnio com a mensagem com o "emoticon/emoji" de riso rindo da situação ou do "clamor".

Como comentei no Post de Gaza (parte 25), esse país moralmente acabou, está enterrado. Quando um país vira escárnio no mundo dessa forma, não tem volta. Não adianta nem essa cúpula israelense/sionista gastar milhões de dólares com a "hasbará", gasto de dinheiro a fundo perdido, tirando o Brasil que apresenta um quadro reacionário de uma juventude perdida e povo desencontrado, o resto do mundo não liga pra Israel, nem mesmo a população dos Estados Unidos (a maioria já não enxerga essa "base norte-americana" como algo que dê retorno positivo aos EUA).

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