Pro pessoal "sem memória", em boa parte porque o governo federal não cuidou do problema da memória histórica do país, há gente que cresceu no país de 2000 pra cá que não tem memória desses "anos"... por isso que é "engraçado" (pra não dizer "cinismo") ver gente elogiando regime militar, por tosquice, ignorando a razão da rejeição da coisa, à parte a questão da não-privatização, a concentração de renda no Brasil era (e continua muito alta) algo brutal, o Brasil anos 80 era um "Sudão do Sul", que na "era Lula/PT/Dilma" a turma que emergiu socialmente (saiu da extrema-pobreza) passou a ignorar o passado recente do país achando que isso não volta mais (e volta)... vejam o caso argentino com Milei... e a política de ingerência dos EUA, das elites agro-exportadoras querendo transformar os países da América do Sul em colônias de extrativismo primitivas, tráfico, como em boa parte do "período colonial", só que com Smartphones 4K pra filmar tudo em alta definição...
O mini-documentário ou registro da BBC, nos anos 80 (1981), foi feito em Minas Gerais (estado), identificaram nos comentários como a região de Betim, interior de Minas (onde fica uma montadora da FIAT, a primeira no país da marca italiana), a boina do Atlético-MG (escudo) da garota atesta que é em Minas (pessoal não ficava usando distintivo, escudo de clubes do Rio por imposição colonial cultural da Rede Globo) e a pobreza extrema, no dito "Sul maravilha" (as expressões usadas no país pra ironizar a crença de superioridade de uma parte do país que ignora sua pobreza usando o "Nordeste" como "desculpa" política). E esse era o quadro de praticamente todas as capitais do país até os anos 90 e começar a ter a melhora na era do PT, de 2003 em diante.
Povo "sem memória", é "oficina do capeta"... costuma fazer muita besteira e repetir os erros grotescos do passado. Concentração de renda brutal gerada pela elite agrária/financista do país que é uma mesma elite, a elite financeira detém pilhas e mais pilhas de lotes de terras, fazendas do Brasil, pra garantir poder e posse, tem quem divide isso em duas coisas, mas são a mesma (no fundo), operam sempre em conjunto. "Scene: Girl in Brazil" (1981, BBC)
A "nostalgia bolsonarista" era desse "Sudão do Sul" brasileiro anos 80 ou do período escravocrata do país (período colonial), até com bandeira da "monarquia lusa" estão andando... só brasileiro tosco/lunático endossa isso. (https://www.dicio.com.br/tosco/).
E abaixo vou repetir o clipe dos Paralamas (acho que é de 1985) ("Paralamas do Sucesso", a banda), música "Alagados" (com Gilberto Gil) filmado na Favela da Maré, Rio de Janeiro, e o subdesenvolvimento do país à época... similar em todas as capitais do país, o país era muito desigual e pobre (pra maioria), ainda é bastante desigual e pobre pra massa, mas é visível a melhora no acesso material das massas, no vídeo/clipe aparece o esgoto a céu aberto, o povo se "banhando" naquelas "águas límpidas"... prostíbulo na favela, clima tenso pra entrar (a banda) em um baile (seria suave perto dos "bailes" atuais) e toda miséria de uma favela brasileira da época. Sem penduricalho chinês e cia...
Quem ignora ou nega isso (a melhoria material/acesso a bens) no país, está sendo desonesto ou lunático (como vejo uma turma da "revolução brasileira" sempre diminuir a questão, não é, Ouriques? Com "solução mágica" pra tudo mas que não conhecem a fundo nem o país que nasceram, aquele vídeo sobre Pernambuco é hilário, falar de um Estado que moldou o país pelo "prisma" de "dados atuais" é coisa de gente estúpida pedante), fora que ainda avaliam errado por esse prisma. "Ah, mas você pega pesado", sim, essa turma também pega pesado dizendo besteira pra população, uma mão lava sempre a outra. Se esse pessoal quer viver num "circo", eu arrumo as fantasias de palhaço pra usarem. "Mas isso não é suficiente pra tornar o Brasil soberano de fato", sim, não é, mas é algo que deve ser mantido, preservado, coisa que "professor universitário" privilegiado posando de "rebelde" por vaidade não dá a mínima porque não pesa sobre ele essas adversidades, e só sabem falar como inconsequentes (não generalizando, obviamente, refiro-me a grupos bem específicos dentro da universidade do país).
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terça-feira, 20 de outubro de 2026
"Brasil 1981: crescendo em uma favela" (BBC) e "Brasil 1985 - Alagados (clipe)". O "Sudão do Sul" dos anos 80
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domingo, 19 de julho de 2015
Documentário - Racismo: uma história [BBC] (Darwinismo social e eugenia)
O título do vídeo no Youtube está como "BBC] Racismo Científico Darwinismo Social e Eugenia [DUBLADO]", por isso fiz o acréscimo no título do post como um "subtítulo", mas os dois temas citados no título são tratados no documentário "Racismo: uma História" (nome original do documentário). Este está dublado em português. Pra quem quiser entender como o racismo, como ideologia e construção social, foi estruturado (já que muita gente não vai procurar um livro sério, ensaio etc sobre o assunto pra ler), vale a pena assistir o documentário. Isso se o Youtube não remover o vídeo pela turma do "copyright".
Observando a quantidade de comentários, por assim dizer, estúpidos, que abundam na internet (de forma geral) quando se toca no assunto preconceito e racismo, dá pra notar que o analfabetismo científico de boa parte da população é grande e isso é muito grave. Isso é proveniente, sobretudo, do mau ensino do assunto nas escolas do país, que nem exibir um documentário como esse costuma fazê-lo.
Serei obrigado a colocar links dos verbetes da Wikipedia em espanhol (e mesmo esses encontram problemas pois não há o rigor dos verbetes em inglês e grupos de extrema-direita "liberal" os alteram negando e distorcendo informações) porque, como ressaltei entre parênteses pra parte espanhola da Wikipedia, pessoas adulteraram verbetes da Wikipedia em português sobre alguns desses temas como o "Darwinismo social" pra negar e distorcer fatos porque afetam a "imagem" idealizada que eles usam pra defender doutrina política. Só como exemplo, consta que Herbert Spencer, darwinista social (um dos pais desse racismo ideológico) era "crítico" do Darwinismo social, isso é falso. Eu consigo reparar a distorção fácil, mas a maioria vai reparar quando lerem o verbete pela primeira vez? Obviamente, não.
O termo "liberal" citado aqui não tem a mesma conotação que o termo pode ter em outros países. Inclusive eu coloco "aspas" no termo pra destacar a crítica. O que se passa é que vários reacionários brasileiros, gente de extrema-direita (autoritários e sectários), que se diz "democrata" e "negar" o fascismo (dizem que são "contra", 'pero no mucho'), fazem campanhas de negação desses assuntos em cima de uma população/massa altamente sugestionável (mal instruída) que não tem o hábito de verificar ou ler fontes (que prestem). Não sabem distinguir um site/verbete manipulado de uma informação correta (com boas referências). Desculpando o prolongamento do texto de apresentação mas é importante destacar essas questões, ficará mais fácil compreender o vídeo.
Verbete de: Darwinismo social
No próprio verbete em espanhol sobre "Herbert Spencer" (darwinista social, um dos principais), algum liberal (como suspeitava, ao menos deixou o link) de algum desses "Mises Institute", adulterou o verbete colocando isso: "esta afirmación ha sido historiográficamente cuestionada.1". "Questionada" por um site que defende a figura do Spencer por afinidade ideológica com esse pensamento. Esses caras são uma piada (de mau gosto).
Verbetes de: Eugenia, Eugenesia, Eugenesia Nazi, Eugenesia liberal, Eugenesia en Estados Unidos, Movimento eugênico brasileiro, Higiene Racial (proveniente do "Higienismo social")
Observando a quantidade de comentários, por assim dizer, estúpidos, que abundam na internet (de forma geral) quando se toca no assunto preconceito e racismo, dá pra notar que o analfabetismo científico de boa parte da população é grande e isso é muito grave. Isso é proveniente, sobretudo, do mau ensino do assunto nas escolas do país, que nem exibir um documentário como esse costuma fazê-lo.
Serei obrigado a colocar links dos verbetes da Wikipedia em espanhol (e mesmo esses encontram problemas pois não há o rigor dos verbetes em inglês e grupos de extrema-direita "liberal" os alteram negando e distorcendo informações) porque, como ressaltei entre parênteses pra parte espanhola da Wikipedia, pessoas adulteraram verbetes da Wikipedia em português sobre alguns desses temas como o "Darwinismo social" pra negar e distorcer fatos porque afetam a "imagem" idealizada que eles usam pra defender doutrina política. Só como exemplo, consta que Herbert Spencer, darwinista social (um dos pais desse racismo ideológico) era "crítico" do Darwinismo social, isso é falso. Eu consigo reparar a distorção fácil, mas a maioria vai reparar quando lerem o verbete pela primeira vez? Obviamente, não.
O termo "liberal" citado aqui não tem a mesma conotação que o termo pode ter em outros países. Inclusive eu coloco "aspas" no termo pra destacar a crítica. O que se passa é que vários reacionários brasileiros, gente de extrema-direita (autoritários e sectários), que se diz "democrata" e "negar" o fascismo (dizem que são "contra", 'pero no mucho'), fazem campanhas de negação desses assuntos em cima de uma população/massa altamente sugestionável (mal instruída) que não tem o hábito de verificar ou ler fontes (que prestem). Não sabem distinguir um site/verbete manipulado de uma informação correta (com boas referências). Desculpando o prolongamento do texto de apresentação mas é importante destacar essas questões, ficará mais fácil compreender o vídeo.
Verbete de: Darwinismo social
No próprio verbete em espanhol sobre "Herbert Spencer" (darwinista social, um dos principais), algum liberal (como suspeitava, ao menos deixou o link) de algum desses "Mises Institute", adulterou o verbete colocando isso: "esta afirmación ha sido historiográficamente cuestionada.1". "Questionada" por um site que defende a figura do Spencer por afinidade ideológica com esse pensamento. Esses caras são uma piada (de mau gosto).
Verbetes de: Eugenia, Eugenesia, Eugenesia Nazi, Eugenesia liberal, Eugenesia en Estados Unidos, Movimento eugênico brasileiro, Higiene Racial (proveniente do "Higienismo social")
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
Gal. Vasily Petrenko e Auschwitz - Entrevista
General Vassily Petrenko*: entrevistado por Sanchia Berg para o 'Today', 'BBC Radio 4', 25 de Janeiro de 2001
"'As primeiras coisas que percebi no campo foram as construções em chamas, então eu disse para meus homens(a tropa) - 'O que está havendo lá?' Os soldados disseram que eles eram depósitos que haviam sido incendiados pelos alemães. Então eu disse, 'Bem, há qualquer um deixado em pé e que eu possa dar uma olhada e ver o que há dentro?' E eles disseram, 'Sim, nós apagamos o incêndio em dois deles.' Nós andamos, e eu entrei num e a primeira coisa que eu vi foi uma pilha de maletas - e elas estavam abertas. Elas estavam lotadas de botas de crianças.'
'...Eu já sabia que os alemães tinham campos especiais para matar pessoas. Quando vi todo esse material eu percebi imediatamente. Eu não tinha qualquer necessidade de ver outra coisa além disso, este era um lugar onde muitas pessoas foram assassinadas. Eu mesmo vi pilhas de óculos para as crianças pequenas - que é o que os Nazis estavam como se - quando eles mataram as crianças eles não arremessassem seus óculos quebrados. Eles mantiam todos eles e os armazenavam meticulosamente.'
'Não era apenas óculos e sapatos e roupas, claro havia também enormes feixes de cabelo de mulheres. De primeir não percebi do que se tratava, então alguém me contou, um dos oficiais da Inteligência. Esse é o cabelo de mulheres assassinadas pelos alemães e eu perguntei, 'Quantas mulheres você tem que matar pra conseguir esse monte de cabelo?' É uma coisa terrível até pra se pensar sobre e uma cois horrível de se ver.'
'Eu tinha lágrimas em meus olhos, Eu era apenas um indivíduo comum - Eu nunca havia feito qualquer crueldade - Eu nunca havia tido contato com qualquer coisa tão criminosa em toda minha vida. As atrocidades que eu vi lá, cometidas pelos alemães, eram horríveis...terrível...a pior coisa que você poderia imaginar.'"
'...ao mesmo tempo, eu era o oficial comandante - Eu tinha que tentar manter meus sentimentos em cheque. Não obstante, lágrimas estavam descendo de meus olhos, eu estava realmente transtornado. Eu estava absolutamente terrificado.'
'Eu penso que é absolutamente necessário ter uma dia de lembrança disto[como o 'Dia da Memória do Holocausto']. O mundo precisa saber o que aconteceu - e quem era culpado. As pessoas precisam saber os detalhes para impedir que isso aconteça novamente.'"
*No texto original exibido no site da BBC(link inativo) anos atrás e que acompanhava o áudio, escreveram o nome do General soviético como Vassily Petrenko, com dois 'esses', ao invés de Vasily Petrenko com um 'esse' apenas.
Fonte: BBC
Entrevistadora: Sanchia Berg
http://www.bbc.co.uk/history/worldwars/genocide/
Foto: Soho remembers humanity's shame (BBC)
http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/1137167.stm
General Vassily Petrenko : interviewed by Sanchia Berg for 'Today', BBC Radio 4, 25th January 2001
'Um dos libertadores de Auschwitz recorda'
"Audio: What General Vassily Petrenko a Russian Officer witnessed after liberation: in 1945, the Russian army liberated the Nazi concentration camp at Auschwitz. General Vassily Petrenko was a commanding officer who witnessed the appalling scenes in the early days after the liberation. Hear the audio of interview to Sanchia Berg."
http://www.bbc.co.uk/history/worldwars/genocide/general_petrenko_interview.shtml
http://literacyworks.org/kouroshfoundation/v6/1_holocaust_evidence.html
(Link do texto e áudio: inativo)
Tradução: Roberto Lucena
"'As primeiras coisas que percebi no campo foram as construções em chamas, então eu disse para meus homens(a tropa) - 'O que está havendo lá?' Os soldados disseram que eles eram depósitos que haviam sido incendiados pelos alemães. Então eu disse, 'Bem, há qualquer um deixado em pé e que eu possa dar uma olhada e ver o que há dentro?' E eles disseram, 'Sim, nós apagamos o incêndio em dois deles.' Nós andamos, e eu entrei num e a primeira coisa que eu vi foi uma pilha de maletas - e elas estavam abertas. Elas estavam lotadas de botas de crianças.''...Eu já sabia que os alemães tinham campos especiais para matar pessoas. Quando vi todo esse material eu percebi imediatamente. Eu não tinha qualquer necessidade de ver outra coisa além disso, este era um lugar onde muitas pessoas foram assassinadas. Eu mesmo vi pilhas de óculos para as crianças pequenas - que é o que os Nazis estavam como se - quando eles mataram as crianças eles não arremessassem seus óculos quebrados. Eles mantiam todos eles e os armazenavam meticulosamente.'
'Não era apenas óculos e sapatos e roupas, claro havia também enormes feixes de cabelo de mulheres. De primeir não percebi do que se tratava, então alguém me contou, um dos oficiais da Inteligência. Esse é o cabelo de mulheres assassinadas pelos alemães e eu perguntei, 'Quantas mulheres você tem que matar pra conseguir esse monte de cabelo?' É uma coisa terrível até pra se pensar sobre e uma cois horrível de se ver.'
'Eu tinha lágrimas em meus olhos, Eu era apenas um indivíduo comum - Eu nunca havia feito qualquer crueldade - Eu nunca havia tido contato com qualquer coisa tão criminosa em toda minha vida. As atrocidades que eu vi lá, cometidas pelos alemães, eram horríveis...terrível...a pior coisa que você poderia imaginar.'"
'...ao mesmo tempo, eu era o oficial comandante - Eu tinha que tentar manter meus sentimentos em cheque. Não obstante, lágrimas estavam descendo de meus olhos, eu estava realmente transtornado. Eu estava absolutamente terrificado.'
'Eu penso que é absolutamente necessário ter uma dia de lembrança disto[como o 'Dia da Memória do Holocausto']. O mundo precisa saber o que aconteceu - e quem era culpado. As pessoas precisam saber os detalhes para impedir que isso aconteça novamente.'"
*No texto original exibido no site da BBC(link inativo) anos atrás e que acompanhava o áudio, escreveram o nome do General soviético como Vassily Petrenko, com dois 'esses', ao invés de Vasily Petrenko com um 'esse' apenas.
Fonte: BBC
Entrevistadora: Sanchia Berg
http://www.bbc.co.uk/history/worldwars/genocide/
Foto: Soho remembers humanity's shame (BBC)
http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/1137167.stm
General Vassily Petrenko : interviewed by Sanchia Berg for 'Today', BBC Radio 4, 25th January 2001
'Um dos libertadores de Auschwitz recorda'
"Audio: What General Vassily Petrenko a Russian Officer witnessed after liberation: in 1945, the Russian army liberated the Nazi concentration camp at Auschwitz. General Vassily Petrenko was a commanding officer who witnessed the appalling scenes in the early days after the liberation. Hear the audio of interview to Sanchia Berg."
http://www.bbc.co.uk/history/worldwars/genocide/general_petrenko_interview.shtml
http://literacyworks.org/kouroshfoundation/v6/1_holocaust_evidence.html
(Link do texto e áudio: inativo)
Tradução: Roberto Lucena
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Goebbels volta às bancas - Jornais nazis estão a ser reimpressos na Alemanha
Goebbels volta às bancas
Jornais nazis estão a ser reimpressos na Alemanha
E se nos quiosques alemães voltarem a estar à venda jornais com artigos de Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Adolf Hitler, a elogiar o seu líder e a criticar a imprensa judaica? Segundo a BBC, é isso que está a acontecer neste momento na
Alemanha, onde a polémica estalou com uma nova iniciativa – a reimpressão de jornais nazis.
Este projeto tem como objetivo ensinar os alemães acerca do seu passado e dos crimes cometidos por Hitler, não através de manuais escolares, mas de jornais da época.
No vídeo disponível no site da BBC, o jornalista Steve Rosenberg, tem nas suas mãos “Der Angriff” (O Ataque) de dia 13 de Janeiro de 1933, um jornal de propaganda nazi onde consta o referido artigo de Goebbels (que aliás se tornaria editor do jornal em 1936). O jornal não é um artigo de coleção, nem foi adquirido numa cave secreta de neo-nazis, foi comprado num comum quiosque alemão.
O responsável por esta iniciativa é Peter McGee, um editor inglês, consciente da polémica que uma incitativa destas iria provocar. “Há duas opções: uma é deixar o material trancado nos arquivos; outra é trazê-lo para a opinião e debate público. Isso está a acontecer agora, as pessoas estão a discuti-lo e é material forte”, afirmou à BBC.
Desde o fim da II Guerra Mundial que a Alemanha tem regras estritas que proíbem propaganda nazi. No entanto, os responsáveis pela reimpressão dizem que esta é uma forma de não deixar os crimes contra a humanidade perpetrados por Hitler caírem no esquecimento ou que os movimentos neo-nazis consigam distorcê-los.
Importa também referir que, além das publicações de inspiração nazi, estão também a ser reimpressos jornais da oposição que acabaram por ser fechados por Hitler.
Fonte: Público(Portugal, 14.01.2009)
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356081&idCanal=61
Jornais nazis estão a ser reimpressos na Alemanha
E se nos quiosques alemães voltarem a estar à venda jornais com artigos de Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Adolf Hitler, a elogiar o seu líder e a criticar a imprensa judaica? Segundo a BBC, é isso que está a acontecer neste momento na
Alemanha, onde a polémica estalou com uma nova iniciativa – a reimpressão de jornais nazis.Este projeto tem como objetivo ensinar os alemães acerca do seu passado e dos crimes cometidos por Hitler, não através de manuais escolares, mas de jornais da época.
No vídeo disponível no site da BBC, o jornalista Steve Rosenberg, tem nas suas mãos “Der Angriff” (O Ataque) de dia 13 de Janeiro de 1933, um jornal de propaganda nazi onde consta o referido artigo de Goebbels (que aliás se tornaria editor do jornal em 1936). O jornal não é um artigo de coleção, nem foi adquirido numa cave secreta de neo-nazis, foi comprado num comum quiosque alemão.
O responsável por esta iniciativa é Peter McGee, um editor inglês, consciente da polémica que uma incitativa destas iria provocar. “Há duas opções: uma é deixar o material trancado nos arquivos; outra é trazê-lo para a opinião e debate público. Isso está a acontecer agora, as pessoas estão a discuti-lo e é material forte”, afirmou à BBC.
Desde o fim da II Guerra Mundial que a Alemanha tem regras estritas que proíbem propaganda nazi. No entanto, os responsáveis pela reimpressão dizem que esta é uma forma de não deixar os crimes contra a humanidade perpetrados por Hitler caírem no esquecimento ou que os movimentos neo-nazis consigam distorcê-los.
Importa também referir que, além das publicações de inspiração nazi, estão também a ser reimpressos jornais da oposição que acabaram por ser fechados por Hitler.
Fonte: Público(Portugal, 14.01.2009)
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356081&idCanal=61
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Site oferece ajuda a familiares de neonazistas alemães
Além de ajuda via internet, outra organização oferece ajuda pelo telefone.
Da BBC
Reprodução/BBC
Imagem do site apoiado pelo governo da Alemanha (Foto: Reprodução/BBC)
Pais e familiares de jovens neonazistas alemães podem obter ajuda e aconselhamento
através de um novo portal na internet. O site da associação "Contra o esquecimento - pela democracia", que se dedica ao combate do neonazismo, é apoiado pelo governo da Alemanha e oferece ajuda anônima a familiares de jovens com tendências radicais.
Três especialistas aconselham os familiares através de correspondência via e-mail ou na sala de bate-papo da página da associação na internet.
Segundo a vice-diretora da associação, Cornelia Schmalz-Jacobsen, o site quer ajudar também colegas, amigos e professores de jovens neonazistas, que são mais facilmente "seduzidos" pelo movimento radical de direita.
"Muitas vezes essas pessoas se sentem isoladas e não sabem a quem pedir ajuda", disse Schmalz-Jacobsen. "Nós queremos apoiá-los."
No site da associação essas pessoas também podem conversar entre si e contatar quem teve experiências similares à sua.
Pelo telefone
Mas o site não é a única fonte de ajuda para quem tem um jovem neonazista na família ou no seu círculo de conhecidos. Desde março deste ano uma outra associação oferece aconselhamento por telefone em toda a Alemanha.
A associação "Exit" (saída em inglês) também quer ajudar pais de neonazistas a tirarem seus filhos da influência de organizações de extrema direita.
Além da hotline telefônica, familiares recebem aconselhamento personalizado e podem contatar pessoas que conseguiram abandonar o neonazismo.
Segundo novas estatísticas do governo alemão, o número de atos violentos cometidos por neonazistas alcançou um novo recorde em março deste ano, quando foram registrados mais de 1,3 mil delitos.
O número total de delitos de extremistas de direita no primeiro trimestre de 2008 chegou a 3364, um crescimento de 737 atos violentos em relação ao mesmo período de 2007.
Fonte: Globo/BBC(26/05/2008)
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL535705-5602,00.html
Da BBC
Reprodução/BBC
Imagem do site apoiado pelo governo da Alemanha (Foto: Reprodução/BBC)
Pais e familiares de jovens neonazistas alemães podem obter ajuda e aconselhamento
através de um novo portal na internet. O site da associação "Contra o esquecimento - pela democracia", que se dedica ao combate do neonazismo, é apoiado pelo governo da Alemanha e oferece ajuda anônima a familiares de jovens com tendências radicais.Três especialistas aconselham os familiares através de correspondência via e-mail ou na sala de bate-papo da página da associação na internet.
Segundo a vice-diretora da associação, Cornelia Schmalz-Jacobsen, o site quer ajudar também colegas, amigos e professores de jovens neonazistas, que são mais facilmente "seduzidos" pelo movimento radical de direita.
"Muitas vezes essas pessoas se sentem isoladas e não sabem a quem pedir ajuda", disse Schmalz-Jacobsen. "Nós queremos apoiá-los."
No site da associação essas pessoas também podem conversar entre si e contatar quem teve experiências similares à sua.
Pelo telefone
Mas o site não é a única fonte de ajuda para quem tem um jovem neonazista na família ou no seu círculo de conhecidos. Desde março deste ano uma outra associação oferece aconselhamento por telefone em toda a Alemanha.
A associação "Exit" (saída em inglês) também quer ajudar pais de neonazistas a tirarem seus filhos da influência de organizações de extrema direita.
Além da hotline telefônica, familiares recebem aconselhamento personalizado e podem contatar pessoas que conseguiram abandonar o neonazismo.
Segundo novas estatísticas do governo alemão, o número de atos violentos cometidos por neonazistas alcançou um novo recorde em março deste ano, quando foram registrados mais de 1,3 mil delitos.
O número total de delitos de extremistas de direita no primeiro trimestre de 2008 chegou a 3364, um crescimento de 737 atos violentos em relação ao mesmo período de 2007.
Fonte: Globo/BBC(26/05/2008)
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL535705-5602,00.html
quinta-feira, 13 de março de 2008
Governo e bancos belgas decidiram compensar os judeus
Governo belga decidiu compensar os judeus com 110 milhões de euros
O Governo e alguns bancos belgas vão dar aos sobreviventes do Holocausto, aos seus familiares e à comunidade judaica 110 milhões de euros, noticia a BBC.
Uma comissão governamental decidiu que, dos 110 milhões, 54 serão divididos entre os cinco mil que requereram indemnizações, e o resto irá para um fundo.
O dinheiro serve para compensar os judeus belgas, cujas propriedades e bens foram saqueados durante a ocupação alemã na altura da Segunda Guerra Mundial. Quase 25 mil judeus belgas morreram no Holocausto.
O porta-voz da comissão de indemnizações, Lucien Buysse, afirmou que os fundos não servem como «compensação moral», mas sim para «pagar bens materiais que foram roubados».
Fonte: Portugal Diário
http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=926831&div_id=291
O Governo e alguns bancos belgas vão dar aos sobreviventes do Holocausto, aos seus familiares e à comunidade judaica 110 milhões de euros, noticia a BBC.
Uma comissão governamental decidiu que, dos 110 milhões, 54 serão divididos entre os cinco mil que requereram indemnizações, e o resto irá para um fundo.
O dinheiro serve para compensar os judeus belgas, cujas propriedades e bens foram saqueados durante a ocupação alemã na altura da Segunda Guerra Mundial. Quase 25 mil judeus belgas morreram no Holocausto.
O porta-voz da comissão de indemnizações, Lucien Buysse, afirmou que os fundos não servem como «compensação moral», mas sim para «pagar bens materiais que foram roubados».
Fonte: Portugal Diário
http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=926831&div_id=291
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